sexta-feira, 31 de maio de 2013

Família acusa hospital de negligência em morte de menina no RS

30/5/2013 às 13h06 (Atualizado em 30/5/2013 às 13h36)

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Erros médicos preocupam pacientes da região noroeste paulista


Dados do Conselho de Medicina mostram que os erros médicos são cada vez mais comuns no Estado. Para tentar diminuir falhas em procedimentos, a Cremesp avalia estudantes que vão se tornar médicos no futuro. Mesmo assim, os casos continuam acontecendo e os erros e têm custado vidas. Por trás de um erro médico, há sempre uma dor irreparável e uma longa espera por respostas. Miryã, de apenas 2 anos morreu depois de passar por um exame simples em Cosmorama (SP). “Como ela não estava defecando, a mãe levou para um exame. O médico fez um toque retal. 20 minutos depois, ela estava com náusea, dor de barriga e sangue. Algo errado deve ter acontecido”. Casos de possíveis erros médicos são cada vez mais comuns na região. A dona de casa de São José do Rio Preto (SP) Maria José Invernize ficou dez meses com uma gaze na barriga. O material foi esquecido pelo médico durante uma cirurgia de retirada do útero. Ela procurou socorro por várias vezes no mesmo hospital e o médico que fez a operação tratou o caso como uma infecção simples. “Ele falou que não precisava me preocupar que eu não ia morrer disso”, comenta a dona de casa. O erro foi diagnosticado no posto de saúde perto da casa dela. A paciente tirou fotos para recorrer à Justiça. “Foi muita dor, febre, fazendo curativos. Foram 10 meses de sofrimento”, conta Maria. Procedimentos irregulares deixam sequelas, ou levam pessoas à morte. Um dos casos de erro médico que chocaram a região foi o da jovem Luana Neves Ribeiro em 2011. Na época, ela tinha 21 anos de idade e morreu depois de uma série de falhas, em procedimento que preparava a paciente para um transplante de medula. Em 2012, só no estado de São Paulo, foram registradas 200 suspeitas de erro médico e há 3.500 processos em andamento que investigam procedimentos médicos mal sucedidos. O Conselho Regional de medicina em São José do Rio Preto não possui levantamento sobre o número de denúncias na região. Segundo o CRM, pelo menos 33 diplomas foram cassados em 2012 no Estado. Para diminuir o volume de queixas contra os profissionais, o Conselho Regional de Medicina do Estado instituiu uma prova que avalia a capacidade dos alunos. O exame se tornou obrigatórios desde o ano passado e mais da metade dos estudantes testados, foram reprovados. O paciente que quiser saber mais sobre o médico com quem vai consultar pode procurar informações detalhadas na internet. Cada especialidade tem uma sociedade com a relação dos médicos e o histórico profissional. Por exemplo, se a pessoa for fazer uma cirurgia plástica, ela pode buscar informações no endereço eletrônico da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Médico 'esqueceu' gaze dentro de paciente em Rio Preto (Foto: Reprodução / TV Tem) Fonte G1 link http://glo.bo/13m0KQ6

Criança morre em hospital após receber soro glicosado em Teresina


Luana Mesquita, 8 anos, morreu no último dia 17 no Hospital do Satélite, Zona Leste de Teresina, após receber soro glicosado na veia. A família da menina diz que não sabia que Luana era diabética e culpa a direção do hospital pelo falecimento. A garota deu entrada no hospital às 15h12, com um quadro de desidratação e vômitos, e faleceu por volta das 20 horas. De acordo com Socorro Soares, mãe da criança, a filha nunca apresentou sintomas da doença e aponta erros no atendimento à filha. “Ninguém da família tinha conhecimento. A gente achou que foi alguma coisa que ela comeu que fez mal. Colocaram soro com glicose aplicado por uma médica e os exames só começaram a ser feitos depois de 5 horas da entrada no hospital”, afirmou. Segundo ela, o exame de glicemia só foi feito depois que Luana já havia recebido o soro glicosado. A mãe disse ainda que durante o atendimento, o hospital estava sem energia e o procedimento foi realizado á luz de velas. Ela conta que um algodão chegou a pegar fogo perto de Luana. “Estava calor, foi tudo feito às escuras”, destacou. A mãe de Luana lamenta a perda da única filha e pede que o suposto erro não se repita. De acordo com a Fundação Hospitalar de Teresina (FHT), a menina Luana deu entrada no hospital no último dia 17 deste mês com um quadro grave de vômito e desidratação. O presidente da Fundação, Aderivaldo Andrade, diz que, como a família não informou nada sobre a menina ser diabética ou não, o médico não tinha como saber a princípio. Aderivaldo disse ainda que a causa da morte de Luana teria sido cetoacidose diabética, ou seja, uma complicação aguda da doença. O prontuário ainda está sendo aguardado. Em nota, a FHT diz que foi iniciado ontem processo investigatório para apurar se houve falhas por parte dos médicos e do hospital. Confira a nota da Fundação Hospitalar de Teresina A Fundação Hospitalar de Teresina, por meio do seu presidente Aderivaldo Andrade, vem prestar esclarecimentos a respeito do falecimento da paciente Luana Mesquita, de 8 anos, no dia 17 de maio de 2013, por volta das 20h, nas dependências do Hospital do Satélite. Inicialmente, lamentamos o falecimento da criança e somos solidários na dor com seus familiares. A paciente foi admitida às 15h12 minutos, levada pela avó, com relato de vômitos. O pediatra que deu atendimento inicial caracterizou o diagnóstico como desidratação, tendo iniciado a reidratação com soro glico-fisiológico (contém água, glicose e sal), este é o soro padrão, segundo o pediatra, utilizado nos casos de desidratação. Foi utilizado ainda medicamento para vômito. Após o fim da primeira etapa do soro foi iniciada uma segunda etapa do mesmo soro. Como a paciente não apresentava melhora, os dois pediatras de plantão levaram a criança para a sala de reanimação para tentar salvá-la. Durante o período de 18h30min e 20h foram realizados vários esforços pelos pediatras e clínicos para melhor reanimar a criança, entretanto, não obtiveram sucesso, e a paciente foi a óbito. A partir desse momento, o diretor clínico do Hospital do Satélite, informado sobre a rapidez trágica do quadro apresentado pela paciente, tentou obter, junto à família, informações sobre doenças prévias que pudessem ter ajudado a agravar o quadro, informando aos familiares que um exame de glicemia tinha revelado níveis elevados de glicose no sangue. Diante da negativa de doenças, o diretor clínico sugeriu a realização de autópsia com a finalidade de obter mais informações, mas a família não concordou com o procedimento. Desde ontem, 28, foi iniciado processo investigatório a fim de esclarecer possíveis responsabilidades dos médicos e do hospital que possam de alguma forma ter contribuído para esse desenlace trágico. Fonte G1 lINK http://glo.bo/13jWNLO

quarta-feira, 29 de maio de 2013

MARCOS OLIVEIRA: ANA CANDIDA ALVES LIMA SILVEIRA - VÍTIMA FATAL DE ...

MARCOS OLIVEIRA: ANA CANDIDA ALVES LIMA SILVEIRA - VÍTIMA FATAL DE ...: A SRA. ANA, TEVE UMA DOR MUITO FORTE NO PEITO, DENTRO DE UM SUPERMERCADO DA CIDADE, COMO A FILHA DA SRA. ANA, ESTAVA , TRABALHANDO, ...

MARCOS OLIVEIRA: ANA CANDIDA ALVES LIMA SILVEIRA - VÍTIMA FATAL DE ...

MARCOS OLIVEIRA: ANA CANDIDA ALVES LIMA SILVEIRA - VÍTIMA FATAL DE ...: A SRA. ANA, TEVE UMA DOR MUITO FORTE NO PEITO, DENTRO DE UM SUPERMERCADO DA CIDADE, COMO A FILHA DA SRA. ANA, ESTAVA , TRABALHANDO, ...

MARCOS OLIVEIRA: ANA CANDIDA ALVES LIMA SILVEIRA - VÍTIMA FATAL DE ...

MARCOS OLIVEIRA: ANA CANDIDA ALVES LIMA SILVEIRA - VÍTIMA FATAL DE ...: A SRA. ANA, TEVE UMA DOR MUITO FORTE NO PEITO, DENTRO DE UM SUPERMERCADO DA CIDADE, COMO A FILHA DA SRA. ANA, ESTAVA , TRABALHANDO, ...

Falta de leitos em UTIs do país afeta brasileiros de forma dramática


O Profissão Repórter desta terça-feira (28/05) mostra a situação dramática provocada pela falta de leitos de UTI em vários estados. Eliane Scardovelli entrou em contato com promotores de dezessete estados. Todos relataram a falta de vagas em UTIs de hospitais públicos. As situações mais dramáticas foram encontradas em Maceió, no estado de Alagoas. Na Maternidade Escola Santa Mônica , a única preparada para receber pacientes de alta complexidade na cidade, havia mulheres que acabaram de dar a luz amamentando no chão. A UTI está sempre lotada. Alagoas deveria ter 105 vagas de UTI, mas conta apenas com 55. No Pronto Socorro de Cuiabá, a UTI pediátrica foi fechada. A reportagem encontrou crianças em estado gravíssimo que precisavam estar na UTI e estavam na enfermaria. O repórter Caco Barcellos acompanhou o trabalho de Defensoria Pública do Distrito Federal. Como faltam vagas, os pacientes são obrigados a recorrer à justiça e mesmo assim, nem sempre conseguem o atendimento. Victor Ferreira foi ao Hospital Evangélico de Curitiba. Em fevereiro 47 funcionários da UTI foram afastados. A acusação: antecipar a morte de pacientes para liberar leitos. A reportagem mostra como está a UTI hoje e faz um perfil do médico que coordena a UTI hoje. Curitiba tem 296 leitos à disposição do SUS. A Organização Mundial de Saúde recomenda o dobro. PUBLICIDADE. Fonte:G1
 link para ver a reportagem
http://glo.bo/18sk1F2

terça-feira, 28 de maio de 2013

Justiça aceita denúncia do MP contra sete por mortes após ressonância


A juíza Patrícia Suárez Pae Kim, da 1ª Vara Criminal de Campinas (SP), aceitou, na tarde desta terça-feira, a denúncia do Ministério Público (MP) contra sete pessoas acusadas de envolvimento nas três mortes após exames de ressonâncias magnéticas no Hospital Vera Cruz, em janeiro. A clínica RMC é responsável pelo procedimento na unidade médica. Não há informação sobre o início do julgamento. O MP fez a denúncia no dia 24 deste mês. Para o promotor Carlos Eduardo Ayres de Farias, os responsáveis pelas mortes foram os quatro médicos e sócios da Ressonância Magnética Campinas (RMC), além de três funcionários da clínica. Todos vão responder por homicídio culposo - quando não há intenção de matar. Os sócios da RMC e a enfermeira também são acusados por fraude processual. Estão entre os denunciados os médicos e sócios da clínica José Luiz Cury Marins, Adilson Prando, Patrícia Prando Cardia e Marcos Marins; além de uma enfermeira e dois auxiliares de enfermagem. O indiciamento da Polícia Civil foi por homicídio com dolo eventual - quando o risco é assumido -, e a promotoria alterou a tipificação antes de enviar à Justiça. saiba mais Sócios de empresa de ressonância são indiciados por homicídio doloso Anvisa emite alerta nacional sobre mortes em ressonância no Vera Cruz Treinamento falho colaborou para mortes em ressonância, diz Vigilância Advogada diz que auxiliar que trocou produto em ressonância está abalada O advogado que representa os quatro sócios da RMC, Ralph Tórtima Stettinger, disse que já esperava essa decisão e que agora vai trabalhar na defesa dos clientes. A defesa dos três funcionários não foi localizada. Conclusão da polícia A Polícia Civil concluiu que os pacientes tiveram uma substância chamada perfluorocarbono aplicada na veia, ao invés de soro. Segundo os delegados do caso, uma auxiliar de enfermagem, de 20 anos, foi induzida ao erro e preparou a solução com o produto que causou as mortes. As vítimas tiveram embolia pulmonar. Os produtos têm aspectos semelhantes e a RMC reutilizava bolsas de soro para guardar o perfluorcarbono. Os materiais ficavam em gavetas diferentes e sem identificação, de acordo com o titular do 1º Distrito Policial de Campinas, José Carlos Fernandes. A auxiliar que preparou a solução com o produto errado não está entre os denunciados pelo MP. De acordo com a promotoria, ela não agiu culposamente, porque não podia imaginar que no interior da bolsa de soro fisiológico havia material químico letal. Vítimas A administradora de empresa Mayra Cristina Augusto Monteiro, de 25 anos, foi uma das vítimas e deixou uma filha de 4 anos. Também morreu um paciente de Santa Rita de Cássia, o zelador Manuel Pereira de Souza, de 39 anos, casado e pai de uma filha de 6 anos. O terceiro paciente era Pedro José Ribeiro Porto Filho, de 36 anos. Fonte G1 http://glo.bo/18xu21v

Hospital do RN apura se houve erro médico na morte de menina de 2 anos


Anderson Barbosa Do G1 RN 4 comentários Deyse Kelly Félix da Silva, de 2 anos, ainda foi socorrida com vida ao HRTM (Foto: Marcelino Neto) A direção do Hospital Regional Tarcísio Maia (HRTM), ainda não se pronunciou oficialmente sobre a morte da menina Deyse Kelly Félix da Silva, de 2 anos, morta após ser baleada na noite da última sexta-feira (24) durante uma briga de gangues no bairro Barrocas, em Mossoró, na região Oeste potiguar. No entanto, a assessoria de imprensa do hospital confirmou que um procedimento interno foi instaurado para apurar se houve falha no atendimento. saiba mais Homem e menina de 2 anos morrem baleados em briga de gangues no RN Deyse foi socorrida à unidade com um tiro na coxa esquerda. Depois de ser medicada, foi liberada. Mais tarde, após sentir dores, a menina foi levada à Unidade de Pronto-Atendimento do bairro Santo Antônio, onde morreu. Segundo perícia feita pelo Instituto Técnico-Científico de Polícia em Mossoró, a bala que atingiu a criança estava alojada na caixa torácica, por trás dos pulmões. Ainda de acordo com a assessoria de imprensa do Tarcísio Maia, uma equipe de médicos vai analisar o prontuário da menina na tarde desta segunda-feira (27). A assessoria também confirmou que um exame de raio-x foi feito na perna da menina, mas o exame não detectou nenhuma anormalidade. O tiroteio De acordo com a Polícia Militar, a briga de gangues aconteceu no início da noite da última sexta-feira (24) dentro de uma vila localizada na rua Calistrato Nascimento, no bairro Barrocas. Na ocasião, João Maria da Silva, de 46 anos, teria entrado numa das residências para se proteger da chuva. Logo em seguida, dois adolescentes também entraram na vila, correndo e fugindo de um terceiro rapaz que já chegou atirando. João Maria acabou baleado nas costas e morreu antes da chegada do socorro médico. Os dois adolescentes também foram atingidos pelos disparos, mas foram socorridos com vida ao hospital. A outra vítima dos tiros foi justamente a criança de 2 anos, que na ocasião também foi levada ao hospital. Um dos adolescentes baleados tem 15 anos. Ele foi encontrado caído dentro de uma das casas, atingido com tiros na cabeça e nas costas. O rapaz foi socorrido pelo Samu para o Hospital Regional Tarcísio Maia. Segundo informações de um médico da unidade, o adolescente chegou no hospital em estado de choque hipovolêmico. Nesta condição, segundo o médico, “o coração é incapaz de fornecer sangue suficiente para o corpo devido a perda de sangue”. Não há novas informações sobre o estado de saúde dele. O outro adolescente ferido tem 16 anos. Ele foi socorrido para a Unidade de Pronto-Atendimento do bairro Santo Antônio, sendo logo em seguida transferido para o Tarcísio Maia. Ferido no braço, ele chegou à unidade andando e passa bem. A polícia ainda realizou diligências pela região, mas o rapaz que chegou a vila atirando ainda não foi localizado. Fonte G1 http://glo.bo/13cyLCo Link para a reportagem:

Planos de saúde terão que oferecer medicamentos orais contra o câncer


A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) ampliou a relação de procedimentos obrigatórios que terão de ser oferecidos pelos planos de saúde a partir de janeiro de 2014. Entre as novidades apresentadas nesta terça-feira (28), está a inclusão de 36 medicamentos orais para tratamento de câncer , usados em casa. Leia também: Justiça de São Paulo limita reajustes 'usou, pagou' em plano de saúde coletivo Reprodução/ANS Medicamentos para câncer deverão estar na cobertura de planos de saúde O rol de procedimentos está disponível para consulta pública a partir desta terça-feira receberá contribuições entre 7 de junho a 7 de julho. Essa relação inclui 80 procedimentos médicos e odontológicos, entre medicamentos, exames, cirurgias e terapias, e expande as indicações de outros 30 itens já ofertados. Após aprovadas, as novas incorporações deverão ser comunicadas aos beneficiários pelos próprios planos de saúde. “A grande novidade aqui é a incorporação do tratamento oral domiciliar para pacientes com câncer. Isso é fruto da inovação tecnológica para a doença. É muito importante a consulta pública para estimular o debate no congresso e dar visibilidade a essas medidas para a sociedade. Queremos a participação não só de especialistas, mas também da população”, ressaltou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Também participaram do evento o presidente da ANS, André Longo, e o diretor de da ANS, Jorge Sobral Mais: Plano de saúde terá de justificar negativa por escrito Operadoras falam em reajuste maior em 2013 1 em 3 operadoras é alvo de queixas à ANS Segundo o ministério da Saúde, o número de consultas com nutricionistas, psicólogos e fisioterapeutas, por exemplo, foi ampliado. Já o Pet Scan, empregado para monitoramento do câncer, teve suas indicações de uso estendidas de três para oito. A inclusão dos medicamentos orais para tratamento do câncer possibilita que o paciente se trate em casa, servindo de alternativa ou de complemento a outros tratamentos como a quimioterapia tradicional ou a radioterapia. “Estamos seguros de que não é correto esses medicamentos não serem cobertos pelos planos de saúde. A ANS fez um debate detalhado e tem o poder de estabelecer regras para as operadoras. É responsabilidade do ministério e da ANS reforçar o monitoramento e garantir o direito do cidadão”, acrescentou Padilha. O Ministério da Saúde informou que cada plano deverá estabelecer sua lógica de distribuição dos produtos. Entre as possibilidades estão a distribuição direta, a definição de convênios com farmácias privadas e a criação de mecanismos de reembolso aos pacientes. O plano não poderá limitar a quantidade de medicamentos usada: o paciente terá direito ao volume prescrito por seu médico, enquanto durar seu tratamento. A atualização do rol de procedimentos é feita a cada dois anos. Os procedimentos são revistos para garantir o acesso ao diagnóstico, tratamento e acompanhamento das doenças através de técnicas que possibilitem o melhor resultado em saúde, de acordo com critérios científicos de segurança e eficiência. Para a revisão, a ANS formou um grupo com participação de órgãos de defesa do consumidor, do Ministério Público, dos ministérios da Saúde, da Fazenda e da Justiça, das operadoras de planos de saúde, representantes de beneficiários, de profissionais da área de saúde e de prestadores de serviço. Fonte:último segundo

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Aqui estamos para fazer uma denuncia: mataram nossa filha!


O caso esta sendo investigado pelo MP... um erro escandaloso.... No dia 05/04/13 nossa filha estava com febre alta, então decidimos leva-la ao posto de saúde para que este pudesse encaminhá-la para a UPA ZONA NORTE em MGA-PR. Assim aconteceu. Ela foi medicada e retornou para casa. Ela estava abatida sábado e domingo, mas estava sem febre e tomando os medicamentos indicados pela medica. Na segunda-feira por volta das 3 da manha ela acordou com febre e logo depois começou a diarréia, mas como ela estava sendo medicada e quanto a febre estávamos calmos e para diarréia, muito liquido e como ela mamava no peito, muito leite materno nela. Na segunda de manha fomos na Maternidade Santa Rita pois ela tinha um raio x de seios da face para fazer, pois o medico do posto Pinheiros suspeitava que ela podia estar com sinusite. O exame foi feito em caráter de urgência, porque ela estava com febre e tínhamos pressa em saber o resultado. Logo após o almoço fomos novamente ao posto de saúde para que este nos encaminha-se novamente para o UPA ZONA NORTE. Demos entrada com a Alhandra por entre as 14:30 e 15:00 hs, mas ela demorou muito para ser atendida. Quando foi atendida a medica de plantão diagnosticou suspeita de meningite, pedindo exames, raio-X, soro e medicação. Nos colocaram no isolamento e permanecemos la por mais ou menos 2horas. Tentaram umas 10 vezes achar veia na nossa filha, mas ela estava um pouco desidratada e por isso não conseguiam. Então desistiram. Pouco mais tarde veio um medico olhar a Alhandra e sem nenhum exame (meningite) a retirou do isolamento e há colocou junto com outras crianças que estavam com pneumonia e muita gripe. Ai então resolverão retirar sangue da artéria jugular para realizar exames (hemograma e outros, menos o da meningite, este colhido com liquido da espinha). Questionei então sobre o soro e me informaram que o medico havia suspendido o soro intravenoso. Entraram com medicação intramuscular e antitérmico, e nada de SORO. Pela madrugada a Alhandrinha escarrou catarro com sangue pela boca, este caiu no lençol, então chamei a enfermeira e lhe mostrei, ela disse que ia anotar no prontuário dela e trocar o lençol. Assim foi feito. Nossa filha continuava com febre, diarréia, e nada de SORO. Pela manha fui atrás de todos os médicos da unidade (pediatria) e um jogou para o outro a responsabilidade de atender minha filha, e assim acabou, ninguém atendeu. Depois de brigar, gritar e ser mal educada (segundo a enfermeira) conseguiram uma vaga para ela no HM (Hospital Municipal). Fomos de ambulância (esta não travava a porta sem que desse uma verdadeira pancada para que fechasse). Lá chegando, graças a Deus e ao Dr. Raimundo, minha filha viu um litro de soro. Já era tarde. Ela deu entrada no HM muito desidratada, virava o olho, sua pele estava ressecada, não fazia xixi, respirava muito mal, sua boca estava ressecada e por ela escorria um liquido marrom (hemorragia, a mesma do catarro do lençol). A equipe medica correu para atenderem Nossa filha. Dei um banho nela correndo enquanto eles preparavam a medicação. Eles nem tentaram pegar outras veias e foram direto na jugular para não perderem tempo. No meio desse procedimento ela desmaio pois estava muito fraca e sem oxigênio e como ela ainda lutava pela vida, tentava se livrar das mão que a segurava e pela força que ela fazia para isto ela desmaio. Vi que ela ficou molinha e com a boca roxa, já que era eu quem ajudava a segurar e avisei a equipe que imediatamente colocaram ela no oxigênio e toda uma parafernália para que ela conseguisse lutar mais um pouquinho. Me desesperei ao ver minha filha nos meus braços desfalecida e então me retirarão da sala. Quando retornei ela estava acordada, respirando com ajuda, no SORO. Tudo o que eles podiam fazer ali foi feito. O Dr. Raimundo ficou comigo e a Alhandra o tempo todo ate que ela fosse transferida de UTI Móvel (com medico, enfermeira e socorristas) para o HU (Hospital Universitário). Ela deu entrada no HU por volta das 17:00 hs no dia 09/04/13 (terça-feira). Foi a ultima vez que vi ela com vida. Deixei ela no berço 6 da UTI PEDIATRICA, dei um beijo nela e disse a ela que estava ali fora esperando. Foi o caminho mais difícil que fiz na minha vida. Fiquei do lado de fora esperando. Foram horas intermináveis. Tive muito apoio das mães que ali estavam com seus filhos internados, mas nada podiam fazer devido ao mal atendimento que deram a ela no UPA ZONA NORTE. Por volta das 19:30 ainda estávamos esperando para vê-la e derrepente todas as mães que estavam lá dentro da UTI com seus filhos saíram correndo. Perguntei a uma delas como estava minha filha e ela me disse, seja forte, ela teve uma parada e estão reanimando ela. Estávamos a um passo dela nos sentido impotentes como pais e não podíamos salvar a vida de nossa filha. Graças à destreza e comprometimento daqueles anjos que trabalham na UTI o coração da Alhandra voltou a bater fraquinho, mas batia. Pouco mais tarde entramos para vê-la. A sena era assustadora. Ela estava intubada, cheia de aparelhos, com dreno no pulmão e outras coisas quem nem sabemos explicar para que eram. Eu não conseguia ver minha filha daquele jeito, pois eu a deixei ali respirando sozinha, mas muito debilitada. Quando ela escutou minha voz e a do meu marido ela se agitou e teve uma bracardia e então tivemos que sair. Daquele momento em diante vi minha filha pela porta para que ela não se agitasse mais e tivesse outra parada, mas isto não adiantou. Durante a madrugada do dia 10/04/13 ela teve mais duas paradas e outras bracardia. Fizeram transfusão de sangue. Por volta das 5 da manha fui avisada pelo medico que o rim dela havia parado devido a forte infecção e hemorragia que ela estava por dentro. Eles entram em contato com o nefrologista, pois ela tinha que fazer uma diálise com urgência para ver se o rim voltava, mas no estado que ela se encontrava ela não ia resistir ao procedimento. Era desesperador a impotência de ver um pedaço de você sofrendo, com dor, indo embora pouco a pouco e saber que ela não respondia ao tratamento pois estava DESITRATADA. Saímos do hospital para respirar pois nada podíamos fazer senão orar a Deus e pedir a intercessão de Nossa Senhora pela vida de nossa filha. E assim fizemos. Estávamos sentados no banco em frente a portaria quando uma das enfermeiras pediu que entrássemos para ver nossa pequena. Entramos desesperados. O estado da nossa boneca era lastimável. Então entrei na UTI para ve-la pela ultima vez com o coraçãozinho batendo. Falei para ela que ela estava cansada e já tinha lutado muito e que se estivesse doendo que a mamãe deixava ela descansar. Então a Dr. Daniele pediu novamente que eu saísse pois iam fazer mais exames na Alhandra, foi a ultima vez que vi minha filha. Deixei a equipe cuidando dela enquanto esperava os medico para falar conosco. Por volta das 8 da manha a medica Daniele nos chamou e nos contou tudo o que estava ocorrendo com a nossa boneca. Ela nos disse assim: “se o estado dela era grave quando ela entrou, agora é gravíssimo. È nossa paciente mais grave. O rim dela não funciona e ela não agüenta a diálise, o fígado parou, o coração só bate com ajuda dos remédios, a hemorragia não para, a pressão esta muito baixa, o coração não mandava mais sangue pro corpo, ou seja, não havia mais circulação, e tudo isso foi agravado pela DESIDRATAÇÃO. Se ela tivesse chegado aqui hidratada sua filha iria responder a medicação, mas ela esta muito fraca e por isso não nos ajuda. Infelizmente sua filha chegou para nos tarde, sua filha tinha que ter vindo para a UTI na segunda-feira (08/04/13) e o que nos deixa ainda mais chateados é que SUA FILHA NÃO VAI SER NEM A PRIMEIRA E NEM A ULTIMA á chegar aqui neste estado por negligencia medica ou mal atendimento. (minha filha ficou da segunda-feira (08/04/13 das 14:30 ao dia 09/04/13 as 11 horas na UPA ZONA NORTE sem nenhum SORO, SEM NENHUM ATENDIMENTO MEDICO, UM VERDADEIRO DESCASO COM A VIDA DA MINHA FILHA. Pedi para a medica olhar minha filha e contei que ela tinha escarrado catarro com sangue e ela me disse que não era o setor dela e não podia fazer nada e que era para eu esperar e que ela ia passar o caso para outra medica porque os exames dela não tinham dado nada e que eu podia ficar sussegada, pois no setor de internamento ela não podia fazer nada. Eu esperei sim, e minha filha morreu). A medica retornou para a UTI e depois de uns 30 mim veio nos informar que a Alhandrinha estava em parada cardíaca havia 7 mim e que estavam tentando reanimá-la. O desespero de ver um pedaço seu indo embora era terrível. Mais alguns minutos e ela retornou: mãe estamos tentando ainda, mas sua filha não responde. Minutos estes intermináveis e angustiantes, uma dor que não passaria pelo resto de nossas vidas. E então a medica retornou informando que ela tinha partido ás 9:25. Nossa pernas foi embora as 9:25por causa de mal atendimento. Na certidão de óbito os motivos do falecimento da Alhandra foi: HEMORRAGIA PULMONAR, CHOQUE SEPTICO, PNEUMONIA COM DERRAME PLEURAL DEVIDO OU COMO CONSEQUENCIA DE GASTROENTERITE E CHOQUE HIPOVOLEMICO. O QUE É CHOQUE HIPOVOLEMICO O choque hipovolêmico é caracterizado pela perda de grandes quantidades de sangue e líquidos, que pode levar à morte em poucos minutos. Uma das causas do choque hipovolêmico é a hemorragia, mas outras situações aparentemente menos graves também podem gerar este tipo de choque. Para o seu tratamento recomenda-se a reposição de líquidos (sangue - plasma sanguíneo) o mais rápido possível. Causas O choque hipovolêmico também pode ser causado por perdas de líquidos como vômitos intensos, em caso de acidentes, cólera, forte diarreia e em caso de inflamações. Tratamento O tratamento para o choque hipovolêmico é feito através da transfusão sanguínea e /ou administração de soro na veia, sendo fundamental parar a causa do sangramento, ou a situação que leva à perda de líquidos. A morte causada pelo choque hipovolêmico só ocorre se a quantidade de sangue e líquido perdida corresponder a 1/5 do volume total da quantidade de sangue de um ser humano, que corresponde a aproximadamente a 1 litro de sangue. AMIGOS Nossa princesa se foi por falta de soro, por falta de atendimento, falta de exames. Se eles tivesse tomado soro desde a hora que ela deu entrada no UPA ZONA NORTE ela estaria viva. A vida da nossa filha valeu um litro de soro, e eu lhes pergunto: quanto custa um litro de soro? A Alhandra pagou muito alto por um litro de soro, ela pagou com a sua vida, vida esta que só tinha 10 meses e 3 dias. Mesmo ela escarrando sangue, não fizeram nada a não ser trocar o lençol, me disseram que os exames não tinha dado nada e que ela não tinha nada no pulmão, e devo lembrá-los o exame de meningite não foi feito. PEDIMOS JUSTIÇA E QUE NENHUMA OUTRA CRIANÇA PASSE PELA DOR QUE NOSSA FILHA PASSOU E QUE NENHUM PAI SINTA A DOR QUE ESTAMOS SENTINDO AGORA. ESTA NA CONSTITUIÇÃO E NOS DIREITOS HUMANOS QUE TODOS TEMOS DIREITO A SAUDE, MAS ESTA ESTÁ UMA VERGONHA, UM DESCASO, SEM COMPROMETIMENTO COM A VIDA HUMANA. A VIDA HUMANA NÃO VALE NADA, CUSTA MENOS QUE UM LITRO DE SORO. ANDREZA SEMPREBOM FERREIRA e FERNANDO RODRIQUES PINTO PAIS DA PEQUEMA ALHANDRA SEMPREBOM RODRIGUES. ELA NASCEU 07/06/12 E FALECEU 10/04/13. SAUDADES. SUA MORTE NÃO VAI FICAR IMPUNE. MATARAM VOCÊ.

Denúncia de erro médico


Erro médico pode ter sido a causa da morte de bebê de quatro meses 220513


quarta-feira, 22 de maio de 2013

Andreza Semprebom Fernando Rodrigues O caso esta sendo investigado pelo MP... um erro escandaloso.... Aqui estamos para fazer uma denuncia: mataram nossa filha! No dia 05/04/13 nossa filha estava com febre alta, então decidimos leva-la ao posto de saúde para que este pudesse encaminhá-la para a UPA ZONA NORTE em MGA-PR. Assim aconteceu. Ela foi medicada e retornou para casa. Ela estava abatida sábado e domingo, mas estava sem febre e tomando os medicamentos indicados pela medica. Na segunda-feira por volta das 3 da manha ela acordou com febre e logo depois começou a diarréia, mas como ela estava sendo medicada e quanto a febre estávamos calmos e para diarréia, muito liquido e como ela mamava no peito, muito leite materno nela. Na segunda de manha fomos na Maternidade Santa Rita pois ela tinha um raio x de seios da face para fazer, pois o medico do posto Pinheiros suspeitava que ela podia estar com sinusite. O exame foi feito em caráter de urgência, porque ela estava com febre e tínhamos pressa em saber o resultado. Logo após o almoço fomos novamente ao posto de saúde para que este nos encaminha-se novamente para o UPA ZONA NORTE. Demos entrada com a Alhandra por entre as 14:30 e 15:00 hs, mas ela demorou muito para ser atendida. Quando foi atendida a medica de plantão diagnosticou suspeita de meningite, pedindo exames, raio-X, soro e medicação. Nos colocaram no isolamento e permanecemos la por mais ou menos 2horas. Tentaram umas 10 vezes achar veia na nossa filha, mas ela estava um pouco desidratada e por isso não conseguiam. Então desistiram. Pouco mais tarde veio um medico olhar a Alhandra e sem nenhum exame (meningite) a retirou do isolamento e há colocou junto com outras crianças que estavam com pneumonia e muita gripe. Ai então resolverão retirar sangue da artéria jugular para realizar exames (hemograma e outros, menos o da meningite, este colhido com liquido da espinha). Questionei então sobre o soro e me informaram que o medico havia suspendido o soro intravenoso. Entraram com medicação intramuscular e antitérmico, e nada de SORO. Pela madrugada a Alhandrinha escarrou catarro com sangue pela boca, este caiu no lençol, então chamei a enfermeira e lhe mostrei, ela disse que ia anotar no prontuário dela e trocar o lençol. Assim foi feito. Nossa filha continuava com febre, diarréia, e nada de SORO. Pela manha fui atrás de todos os médicos da unidade (pediatria) e um jogou para o outro a responsabilidade de atender minha filha, e assim acabou, ninguém atendeu. Depois de brigar, gritar e ser mal educada (segundo a enfermeira) conseguiram uma vaga para ela no HM (Hospital Municipal). Fomos de ambulância (esta não travava a porta sem que desse uma verdadeira pancada para que fechasse). Lá chegando, graças a Deus e ao Dr. Raimundo, minha filha viu um litro de soro. Já era tarde. Ela deu entrada no HM muito desidratada, virava o olho, sua pele estava ressecada, não fazia xixi, respirava muito mal, sua boca estava ressecada e por ela escorria um liquido marrom (hemorragia, a mesma do catarro do lençol). A equipe medica correu para atenderem Nossa filha. Dei um banho nela correndo enquanto eles preparavam a medicação. Eles nem tentaram pegar outras veias e foram direto na jugular para não perderem tempo. No meio desse procedimento ela desmaio pois estava muito fraca e sem oxigênio e como ela ainda lutava pela vida, tentava se livrar das mão que a segurava e pela força que ela fazia para isto ela desmaio. Vi que ela ficou molinha e com a boca roxa, já que era eu quem ajudava a segurar e avisei a equipe que imediatamente colocaram ela no oxigênio e toda uma parafernália para que ela conseguisse lutar mais um pouquinho. Me desesperei ao ver minha filha nos meus braços desfalecida e então me retirarão da sala. Quando retornei ela estava acordada, respirando com ajuda, no SORO. Tudo o que eles podiam fazer ali foi feito. O Dr. Raimundo ficou comigo e a Alhandra o tempo todo ate que ela fosse transferida de UTI Móvel (com medico, enfermeira e socorristas) para o HU (Hospital Universitário). Ela deu entrada no HU por volta das 17:00 hs no dia 09/04/13 (terça-feira). Foi a ultima vez que vi ela com vida. Deixei ela no berço 6 da UTI PEDIATRICA, dei um beijo nela e disse a ela que estava ali fora esperando. Foi o caminho mais difícil que fiz na minha vida. Fiquei do lado de fora esperando. Foram horas intermináveis. Tive muito apoio das mães que ali estavam com seus filhos internados, mas nada podiam fazer devido ao mal atendimento que deram a ela no UPA ZONA NORTE. Por volta das 19:30 ainda estávamos esperando para vê-la e derrepente todas as mães que estavam lá dentro da UTI com seus filhos saíram correndo. Perguntei a uma delas como estava minha filha e ela me disse, seja forte, ela teve uma parada e estão reanimando ela. Estávamos a um passo dela nos sentido impotentes como pais e não podíamos salvar a vida de nossa filha. Graças à destreza e comprometimento daqueles anjos que trabalham na UTI o coração da Alhandra voltou a bater fraquinho, mas batia. Pouco mais tarde entramos para vê-la. A sena era assustadora. Ela estava intubada, cheia de aparelhos, com dreno no pulmão e outras coisas quem nem sabemos explicar para que eram. Eu não conseguia ver minha filha daquele jeito, pois eu a deixei ali respirando sozinha, mas muito debilitada. Quando ela escutou minha voz e a do meu marido ela se agitou e teve uma bracardia e então tivemos que sair. Daquele momento em diante vi minha filha pela porta para que ela não se agitasse mais e tivesse outra parada, mas isto não adiantou. Durante a madrugada do dia 10/04/13 ela teve mais duas paradas e outras bracardia. Fizeram transfusão de sangue. Por volta das 5 da manha fui avisada pelo medico que o rim dela havia parado devido a forte infecção e hemorragia que ela estava por dentro. Eles entram em contato com o nefrologista, pois ela tinha que fazer uma diálise com urgência para ver se o rim voltava, mas no estado que ela se encontrava ela não ia resistir ao procedimento. Era desesperador a impotência de ver um pedaço de você sofrendo, com dor, indo embora pouco a pouco e saber que ela não respondia ao tratamento pois estava DESITRATADA. Saímos do hospital para respirar pois nada podíamos fazer senão orar a Deus e pedir a intercessão de Nossa Senhora pela vida de nossa filha. E assim fizemos. Estávamos sentados no banco em frente a portaria quando uma das enfermeiras pediu que entrássemos para ver nossa pequena. Entramos desesperados. O estado da nossa boneca era lastimável. Então entrei na UTI para ve-la pela ultima vez com o coraçãozinho batendo. Falei para ela que ela estava cansada e já tinha lutado muito e que se estivesse doendo que a mamãe deixava ela descansar. Então a Dr. Daniele pediu novamente que eu saísse pois iam fazer mais exames na Alhandra, foi a ultima vez que vi minha filha. Deixei a equipe cuidando dela enquanto esperava os medico para falar conosco. Por volta das 8 da manha a medica Daniele nos chamou e nos contou tudo o que estava ocorrendo com a nossa boneca. Ela nos disse assim: “se o estado dela era grave quando ela entrou, agora é gravíssimo. È nossa paciente mais grave. O rim dela não funciona e ela não agüenta a diálise, o fígado parou, o coração só bate com ajuda dos remédios, a hemorragia não para, a pressão esta muito baixa, o coração não mandava mais sangue pro corpo, ou seja, não havia mais circulação, e tudo isso foi agravado pela DESIDRATAÇÃO. Se ela tivesse chegado aqui hidratada sua filha iria responder a medicação, mas ela esta muito fraca e por isso não nos ajuda. Infelizmente sua filha chegou para nos tarde, sua filha tinha que ter vindo para a UTI na segunda-feira (08/04/13) e o que nos deixa ainda mais chateados é que SUA FILHA NÃO VAI SER NEM A PRIMEIRA E NEM A ULTIMA á chegar aqui neste estado por negligencia medica ou mal atendimento. (minha filha ficou da segunda-feira (08/04/13 das 14:30 ao dia 09/04/13 as 11 horas na UPA ZONA NORTE sem nenhum SORO, SEM NENHUM ATENDIMENTO MEDICO, UM VERDADEIRO DESCASO COM A VIDA DA MINHA FILHA. Pedi para a medica olhar minha filha e contei que ela tinha escarrado catarro com sangue e ela me disse que não era o setor dela e não podia fazer nada e que era para eu esperar e que ela ia passar o caso para outra medica porque os exames dela não tinham dado nada e que eu podia ficar sussegada, pois no setor de internamento ela não podia fazer nada. Eu esperei sim, e minha filha morreu). A medica retornou para a UTI e depois de uns 30 mim veio nos informar que a Alhandrinha estava em parada cardíaca havia 7 mim e que estavam tentando reanimá-la. O desespero de ver um pedaço seu indo embora era terrível. Mais alguns minutos e ela retornou: mãe estamos tentando ainda, mas sua filha não responde. Minutos estes intermináveis e angustiantes, uma dor que não passaria pelo resto de nossas vidas. E então a medica retornou informando que ela tinha partido ás 9:25. Nossa pernas foi embora as 9:25por causa de mal atendimento. Na certidão de óbito os motivos do falecimento da Alhandra foi: HEMORRAGIA PULMONAR, CHOQUE SEPTICO, PNEUMONIA COM DERRAME PLEURAL DEVIDO OU COMO CONSEQUENCIA DE GASTROENTERITE E CHOQUE HIPOVOLEMICO. O QUE É CHOQUE HIPOVOLEMICO O choque hipovolêmico é caracterizado pela perda de grandes quantidades de sangue e líquidos, que pode levar à morte em poucos minutos. Uma das causas do choque hipovolêmico é a hemorragia, mas outras situações aparentemente menos graves também podem gerar este tipo de choque. Para o seu tratamento recomenda-se a reposição de líquidos (sangue - plasma sanguíneo) o mais rápido possível. Causas O choque hipovolêmico também pode ser causado por perdas de líquidos como vômitos intensos, em caso de acidentes, cólera, forte diarreia e em caso de inflamações. Tratamento O tratamento para o choque hipovolêmico é feito através da transfusão sanguínea e /ou administração de soro na veia, sendo fundamental parar a causa do sangramento, ou a situação que leva à perda de líquidos. A morte causada pelo choque hipovolêmico só ocorre se a quantidade de sangue e líquido perdida corresponder a 1/5 do volume total da quantidade de sangue de um ser humano, que corresponde a aproximadamente a 1 litro de sangue. AMIGOS Nossa princesa se foi por falta de soro, por falta de atendimento, falta de exames. Se eles tivesse tomado soro desde a hora que ela deu entrada no UPA ZONA NORTE ela estaria viva. A vida da nossa filha valeu um litro de soro, e eu lhes pergunto: quanto custa um litro de soro? A Alhandra pagou muito alto por um litro de soro, ela pagou com a sua vida, vida esta que só tinha 10 meses e 3 dias. Mesmo ela escarrando sangue, não fizeram nada a não ser trocar o lençol, me disseram que os exames não tinha dado nada e que ela não tinha nada no pulmão, e devo lembrá-los o exame de meningite não foi feito. PEDIMOS JUSTIÇA E QUE NENHUMA OUTRA CRIANÇA PASSE PELA DOR QUE NOSSA FILHA PASSOU E QUE NENHUM PAI SINTA A DOR QUE ESTAMOS SENTINDO AGORA. ESTA NA CONSTITUIÇÃO E NOS DIREITOS HUMANOS QUE TODOS TEMOS DIREITO A SAUDE, MAS ESTA ESTÁ UMA VERGONHA, UM DESCASO, SEM COMPROMETIMENTO COM A VIDA HUMANA. A VIDA HUMANA NÃO VALE NADA, CUSTA MENOS QUE UM LITRO DE SORO. ANDREZA SEMPREBOM FERREIRA e FERNANDO RODRIQUES PINTO PAIS DA PEQUEMA ALHANDRA SEMPREBOM RODRIGUES. ELA NASCEU 07/06/12 E FALECEU 10/04/13. SAUDADES. SUA MORTE NÃO VAI FICAR IMPUNE. MATARAM VOCÊ.

Mulher tem rosto queimado em tratamento e denuncia erro médico


A massoterapeuta Débora de Brito Arruda, de 38 anos, denunciou um suposto erro médico nesta terça-feira (21), em Goiânia. Ela afirma que fez um tratamento para clarear manchas do rosto, que surgiram com a gravidez. No entanto, a pele ficou queimada. Além disso, ela descobriu que o médico responsável pelo procedimento, Silvio Delfino de Souza, é especialista em ginecologia e obstetrícia e não em dermatologista, como ela imaginava. O G1 entrou em contato com o médico nesta manhã, mas ele disse que estava ocupado e não podia se pronunciar. Em nota, o Conselho Regional de Medicina de Goiás (Cremego) informou que já está apurando a denúncia contra o médico, protocolada no órgão no dia 18 de abril deste ano. Segundo o comunicado, o Cremego já solicitou esclarecimentos ao profissional. O cadastro de profissionais no site do conselho informa que Sílvio Delfino é especialista em ginecologia e obstetrícia. Segundo a vítima, ela procurou uma clínica de estética para clarear as manchas. Como era um local especializado em tratamento de beleza, Débora não se preocupou com a área de atuação do médico. “Eu não procurei pesquisar sobre ele antes de fazer a aplicação. No entusiasmo na vontade de ficar bem, a gente comete um erro gravíssimo", lamenta. saiba mais Bebê morre após grávida esperar 14h por parto em hospital, diz família Família de jovem morta após tomar remédio para emagrecer cobra laudo Mãe de modelo morta ao colocar silicone cobra laudo: 'É muita enrola' Promotor lamenta punição branda para erro médico: 'Pena é muito leve' O médico indicou que ela fizesse cinco sessões de laser, cada uma no valor de R$ 300. Débora conta que começou a desconfiar do tratamento na terceira sessão, quando notou que, em vez de melhorar, as manchas estavam piorando. “Meu rosto ficou escuro”, ressalta. A massoterapeuta procurou o médico e disse que não estava segura para continuar o procedimento com ele. De acordo com Débora, a pele foi queimada pelo laser fracionado, usado no tratamento. “Propus que ele me devolvesse o dinheiro, o que foi feito. Mas esperava que ele também custeasse o tratamento com outro profissional”, argumenta. Como o profissional não tomou nenhuma providência, ela conta que resolveu denunciá-lo no 8º Distrito Policial de Goiânia. “Espero que ele seja penalizado”, ressalta. Débora acredita que outras pessoas devem procurar a delegacia. “Inclusive, tenho uma amiga que também teve as pernas queimadas ao fazer um tratamento para estria com ele", declara. O delegado titular do 8º DP, Valdir Soares, afirmou que Sílvio Delfino foi intimado a depor. Ele deve ser ouvido na quarta-feira (22). "Ele vai ser indiciado por lesão corporal. A gente vai depender de outros exames complementares. Mas, sem dúvida, essa deformidade no rosto da vítima tem causado grande constrangimento pra ela", informou. O delegado alerta ainda para que as pessoas tomem muito cuidado ao escolher um médico. "É fundamental pesquisar sobre ele", ressalta. Mulher tem rosto queimado em tratamento (Foto: Reprodução/ TV Anhanguera) Fonte G1 lINK DA REPORTAGEM:http://glo.bo/18fyp14

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Menino de um ano morre após ser liberado quatro vezes por médicos


Um menino de um ano e dois meses morreu após passar cinco dias sendo levado pela mãe a unidades de saúde. Segundo a mãe Adriane de Camargo, por quatro vezes a família recebeu o diagnóstico do médico e era mandada voltar para casa. O menino Pedro Henrique morreu no na segunda-feira (13), após passar por uma cirurgia no Hospital Santo Antonio, Blumenau, no Vale do Itajaí, no domingo. A direção do hospital disse que abrirá sindicância para apurar o ocorrido e a Secretaria de Saúde do município informou que fará uma averiguação do caso mas que cabe à família entrar na Justiça para saber se houve erro médico. Na quarta-feira (8), o menino passou mal. De acordo com a mãe, ele vomitou e estava pálido. Por isso, ela o levou ao Ambulatório Geral do bairro Garcia. Segundo Adriane, o médico lhe deu um remédio, disse para irem ao posto de saúde no dia seguinte e mandou a família para casa. Na quinta (9), mãe e filho foram ao posto mas, de acordo com ela, não havia profissionais no local e a família retornou ao Ambulatório Geral. Pedro Henrique morreu na segunda-feira (13) (Foto: Reprodução/RBS TV) "A pediatra viu que ele estava desidratado e deu soro para ele", conta a mãe. Adriane ressaltou que médica afirmou que Pedro Henrique estava com uma virose e que era para eles voltarem à unidade de saúde na sexta-feira (10). Os dois retornaram ao ambulatório no dia seguinte pela terceira vez, quando foi medicado e novamente liberado, conforme explica a mãe. Adriane conta que no sábado (11), o menino evacuou sangue e ela o levou para o pronto-socorro. Segundo a mãe, o médico da unidade afirmou que a criança deveria tomar um remédio e voltar para casa. Pedro voltou a passar mal no domingo (12) e a mãe afirma que o levou ao Hospital Santo Antonio. De acordo com ela, o profissional que o atendeu recomendou um exame de raio-x e, no fim do dia, ele passou por cirurgia. Adriane e o filho dormiram num quarto do hospital e o menino faleceu na manhã de segunda-feira (13), explica a mãe. O atestado de óbito de Pedro Henrique aponta uma parada cardiorrespiratória como a causa da morte. O G1 não obteve contato com a direção do Hospital Santo Antonio, mas em nota à equipe da RBS TV os responsáveis pela unidade informaram que a cirurgia transcorreu sem problemas e que o menino esta com a saúde estável ao final do procedimento. A direção se coloca à disposição da família e conclui que abrirá uma sindicância para esclarecer o ocorrido. A Secretaria de Saúde, responsável pelo posto de saúde e pelo Ambulatório Geral do Garcia, afirmou que não se manifestará sobre o caso porque não recebeu documento oficial da família em relação ao ocorrido. Segundo a secretária, Maria Regina de Souza Soar, o diretor técnico da secretaria já foi notificado para fazer um levatamento da situação. Para ela, no entanto, cabe ao Conselho Regional de Medicina apurar se houve negligência médica caso a família entre na Justiça. FONTE G1 link da reportagem:http://glo.bo/17LKOvP

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Conselho Federal de Medicina reage à proposta de importar médicos


O CFM entrou com uma representação contra os ministros das Relações Exteriores, Educação e Saúde, questionando a proposta que defende a revalidação do diploma para médicos estrangeiros atuarem no Brasil.

SP: lei polêmica prevê extra para médico que atender mais pacientes por hora


http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2013/05/lei-polemica-preve-extra-para-medico-que-atender-mais-pacientes-por-hora.html

Mulher recebe adrenalina em vez de sedativo, no Rio, e vai parar no CTI


16/05/2013 13h10 Uma mulher de 43 anos foi internada no CTI do Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, Zona Norte do Rio de Janeiro, após ser medicada com uma injeção de adrenalina no lugar de sedativo. Conforme mostrou o RJTV desta quinta-feira (16), a diarista Neide Aparecida de Moura procurou a unidade para realizar um exame de endoscopia. A diarista foi transferida nesta quarta-feira (15) para o Hospital Estadual de Cardiologia Aloysio Castro, no Humaitá, na Zona Sul, onde permanecia no CTI, em torno de 12h desta quinta-feira. Segundo familiares, Neide começou a passar mal após a injeção. "O médico deles gritando assim: 'corre e salva ela que ela é muito nova, o que vocês deram pra ela? O que vocês aplicaram nela?' E ele gritando isso. Aí levaram ela direto pro CTI", declarou Solange Gávea, amiga da diarista. De acordo com a família de Neide, a direção do hospital e a médica responsável afirmaram que foi aplicada uma injeção de adrenalina no lugar do sedativo, porém, no prontuário visto pela família, isso não foi relatado. "A todo momento eles afirmaram desse erro, que consta o erro, mas tudo verbalmente, nada no prontuário", informou Élia Moura, irmã da paciente. Ainda segundo familiares, Neide terá que fazer um cateterismo e passar por um tratamento de reabilitação. O caso foi registrado na delegacia. "Minha mãe não é mais a mesma. Não é. Ela tinha uma vida super ativa e quando cheguei no Salgado Filho e vi minha mãe, me deparei com uma senhora. Eu tenho medo do que possa acontecer", disse emocionada a filha Edlen Leite. Em torno de 12h20, a Secretaria Municipal de Saúde confirmou que está no prontuário de Neide Aparecida que foi aplicada uma injeção de adrenalina. Segundo o especialista Luis Fernando Correia, a adrenalina faz a pressão subir, a frequência cardíaca aumentar e isso pode levar a uma situação de infarto até uma pessoa que aparentemente não tem um problema cardíaco. Fonte G1 lINK DA REPORTAGEM: http://glo.bo/15QbXy5

Hospital do Rio socorre idoso sobre bancada e lixeira Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/rio/hospital-do-rio-socorre-idoso-sobre-bancada-lixeira-8416792.html#ixzz2TY3vJt2G


17/05/13 07:00 Flávia Junqueira Tamanho do texto A A A A camisa aberta às pressas, para a massagem cardíaca, ainda estava presa ao corpo do paciente pelas mangas. O cinto segurava a bermuda e também um dos braços, enfiado por dentro da roupa para não ficar pendente. O mocassim, ainda nos pés, ignorava que aquela era uma bancada de medicação. Na prática, o móvel é o “leito de manobras de ressuscitação” da sala de reanimação da emergência do Hospital municipal Salgado Filho, no Méier. Lá, no último dia 20 de fevereiro, sobre uma lixeira aberta, um idoso teve a parada cardiorrespiratória revertida. Ali, não há espaço para a dignidade de seus cabelos brancos. Naquele mesmo dia, o EXTRA publicou uma foto de outro idoso, feita dois dias antes, passando pela mesma situação sobre a bancada do setor que, oficialmente, tem capacidade para quatro leitos, mas atendia nove pacientes. A imagem não será republicada em respeito à família do paciente, que morreu. Os atendimentos sobre a bancada, assim como salas e corredores lotados de macas, coladas umas às outras, e pessoas internadas em cadeiras foram flagrados em vistorias realizadas pelo Conselho Regional de Medicina (Cremerj). O relatório foi enviado à Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). - O Salgado Filho, como outras unidades, sofre com a falta de médicos. O hospital deveria ter 14 neurocirurgiões, mas há apenas seis - diz o secretário-geral do Cremerj, Pablo Vazquez. A Secretaria municipal de Saúde enviou nota sobre o caso. Confira na íntegra: “A Prefeitura do Rio administra seis grandes hospitais de emergência e, em cinco deles, o atendimento atingiu níveis satisfatórios, com a diminuição em 50% do tempo de espera. De acordo com o planejamento da Secretaria Municipal de Saúde, o Hospital Municipal Salgado Filho (HMSF) será o próximo a receber as melhorias já implantadas nas outras unidades da rede. Atualmente, está em fase de conclusão o processo de reestruturação no Hospital Municipal Lourenço Jorge, na Barra. É importante ressaltar que o HMSF é, hoje, a unidade que apresenta (incluindo as UPAs municipais) o segundo menor volume de atendimento na rede municipal, com média de 160 casos diários. Em termos de comparação, o mesmo quantitativo de profissionais do hospital atende nas UPAs, que tem movimento médio diário maior do que o do Salgado Filho. Várias ações estão em andamento para melhorar o atendimento no HMSF. Entre elas, está a implantação do Programa de Atendimento Domiciliar ao Idoso. Atualmente, há 150 pacientes do hospital inseridos no programa. Eles são atendidos em casa, evitando novas internações e desafogando os leitos da unidade. Além disso, foi intensificada a integração com o serviço de ortopedia estadual, fortalecimento de equipes e já estão em curso pedidos de realização de concurso público e de contratações temporárias, para garantir a continuidade dos serviços. As melhorias no Salgado Filho só estarão concluídas após a instalação da Coordenação de Emergência Regional (CER), ao lado da unidade, que estará em funcionamento ainda nesta gestão.” Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/rio/hospital-do-rio-socorre-idoso-sobre-bancada-lixeira-8416792.html#ixzz2TY4FwTFc Fonte :Extra on-line

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Obeso que pesava 370 kg morre em Campo Grande (RJ)


Mulher recebe adrenalina em vez de sedativo, no Rio, e vai parar no CTI


16/05/2013 13h10 - Atualizado em 16/05/2013 13h15 Uma mulher de 43 anos foi internada no CTI do Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, Zona Norte do Rio de Janeiro, após ser medicada com uma injeção de adrenalina no lugar de sedativo. Conforme mostrou o RJTV desta quinta-feira (16), a diarista Neide Aparecida de Moura procurou a unidade para realizar um exame de endoscopia. A diarista foi transferida nesta quarta-feira (15) para o Hospital Estadual de Cardiologia Aloysio Castro, no Humaitá, na Zona Sul, onde permanecia no CTI, em torno de 12h desta quinta-feira. Segundo familiares, Neide começou a passar mal após a injeção. "O médico deles gritando assim: 'corre e salva ela que ela é muito nova, o que vocês deram pra ela? O que vocês aplicaram nela?' E ele gritando isso. Aí levaram ela direto pro CTI", declarou Solange Gávea, amiga da diarista. De acordo com a família de Neide, a direção do hospital e a médica responsável afirmaram que foi aplicada uma injeção de adrenalina no lugar do sedativo, porém, no prontuário visto pela família, isso não foi relatado. "A todo momento eles afirmaram desse erro, que consta o erro, mas tudo verbalmente, nada no prontuário", informou Élia Moura, irmã da paciente. Ainda segundo familiares, Neide terá que fazer um cateterismo e passar por um tratamento de reabilitação. O caso foi registrado na delegacia. "Minha mãe não é mais a mesma. Não é. Ela tinha uma vida super ativa e quando cheguei no Salgado Filho e vi minha mãe, me deparei com uma senhora. Eu tenho medo do que possa acontecer", disse emocionada a filha Edlen Leite. Em torno de 12h20, a Secretaria Municipal de Saúde confirmou que está no prontuário de Neide Aparecida que foi aplicada uma injeção de adrenalina. Segundo o especialista Luis Fernando Correia, a adrenalina faz a pressão subir, a frequência cardíaca aumentar e isso pode levar a uma situação de infarto até uma pessoa que aparentemente não tem um problema cardíaco. Fonte: G1 lINK DE ACESSO A REPORTAGEM NA ÍNTEGRA: http://glo.bo/15QbXy5

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Grávida perde bebê depois de procurar, por quatro vezes, o hospital para o parto


http://globotv.globo.com/rede-globo/rjtv-2a-edicao/v/gravida-perde-bebe-depois-de-procurar-por-quatro-vezes-o-hospital-para-o-parto/2573883/

segunda-feira, 13 de maio de 2013

LEONARDO LOUREIRO - VÍTIMA FATAL DE NEGLIGÊNCIA MÉDICA - RIO DE JANEIRO/RJ


Leonardo foi internado com queixas de dores fortes no peito, a equipe médica que o atendeu, pediram diversos exames, tendo sido afastada as hipóteses diagnósticas de Tuberculose, Pneumonia e Bronquite, no entanto foram negligentes, mesmo estando de posse de varios exames, não realizaram o exame para detecção de Miocardite,(Doença Que Matou Leonardo) que segundo informações de sua tia Flavia Pacheco, o Hospital não realizava estes exames em carater de urgência nos finais de samana e feriados, um exame relativamente simples que poderia ter salvo a vida de Leonardo. Você precisa escolher o dia para ficar doente, não foi feita a transferência para um outro hospital que tenha suporte a esses tipos de exames, resumo da opera Leonardo adoeceu num Final de semana, Leonardo não foi transferido para outro hospital então ele morreu !!! Lamenta a Tia do Jóvem. Vale a pena lembrar; que para se chegar a um diagnóstico correto, segundo informa a tia, Leonardo Passou pelas mãos de 5 médicos, até constatar a Miocardite, mas quando isso aconteceu, era tarde demais, Leonardo Não resisiu e faleceu, complementa. Ou seja os Nossos Governantes, cobram Impostos de nós 24 horas por dia, intermitantemente, pra se cobrar impostos a Receita Federal e Secretarias Estaduais de Fazenda não deixam para depois do fim de semana. Por que para realização de exames, para salvar uma vida, não podem faze-lo nos finais de semana??? Com a Resposta Hospitais, Médicos e Governos Federal, Estaduais e Municipais!!! O meu sobrinho estava consciente o tempo inteiro,ele estava confiante na melhora dele na força dele ele falava o tempo inteiro que era para nós ficassemos calma que ele iria superar e iria sair dessa, gente é você lutando contra o tempo, e sabe o que a gente se sente diante disso tudo INÚTIL,INCAPAZ !!!! MEU SOBRINHO ERA CHEIO DE VIDA AMAVA A VIDA! O DESPREPARO MÉDICO ESTA MUITO GRANDE, ELE PASSOU NA MÃO DE 5 MÉDICOS ANTES DE SER CONSTATADO A MIOCARDITE E NENHUM SOUBE ANALISAR NUM RAIO-X DE TORAX; QUE O CORAÇÃO DELE ESTAVA GRANDE. UM ABENÇOADO MÉDICO DE UM POSTO DE SAUDE, QUANDO PEGOU OS RAIOS-X, DIAGNOSTICOU ANTES MESMO DA TOMOGRAFIA QUE ERA UMA MIOCARDITE POIS O CORAÇÃO DELE ESTAVA MUITO GRANDE QUER DIZER ,VOCÊ MORRE NA MÃO DOS MÉDICOS DESPREPARADOS DAS UPAS DA VIDA, TUDO NOVINHO E SEM PREPARO NENHUM!!! Finaliza: Flávia Pacheco

SINDSAÚDE-SP: Médico denuncia colega de forjar radioterapia para receber de convênios

SINDSAÚDE-SP: Médico denuncia colega de forjar radioterapia para receber de convênios

domingo, 12 de maio de 2013

Aposentado lança livro sobre erro médico que levou a esposa à morte


Depois de perder a esposa em um erro médico, o aposentado de 65 anos Filemar Lázaro Pereira, resolveu escrever um livro contando a história que mudou a sua vida. ‘ERRO MÉDICO – Ganhei mesmo uma ação na justiça?’ será publicado ainda este mês e poderá ser adquirido por email. Segundo Filemar, a esposa foi submetida a uma cirurgia plástica para reduzir as mamas, na cidade de Marília, no interior de São Paulo, e após o fim foi levada para a sala de recuperação. Mas durante a noite teve uma hemorragia interna e nenhum médico plantonista estava no hospital para socorrê-la. “De manhã, quando o médico chegou para vê-la, pensando que estaria recuperada, ela estava quase morrendo. Tentaram reanimá-la, mas nada adiantou. Ela tinha apenas 31 anos”, lembrou. Diante do fato, Filemar Lázaro resolveu procurar o Conselho Regional de Medicina, que demorou sete anos para condenar o médico e o hospital de Marília pela morte da esposa. “Entrei na Justiça pedindo uma indenização e demorou mais 30 anos para resolver o caso. Mas depois que recebi o dinheiro, ele não valia em nada tudo que gastamos em 30 anos de sofrimento”, relatou. Depois que o processo foi finalizado na Justiça, em 2007, o aposentado, que atualmente mora em Minas Gerais e tem parentes em Uberlândia, resolveu começar a escrever o livro. De acordo com o autor, a obra tem a intenção de mostrar as dificuldades enfrentadas neste tipo de situação e orientar as pessoas a lutarem pelos seus direitos. "Meu principal objetivo é alertar as pessoas sobre as fatalidades que ocorrem na área da saúde”, ressaltou Filemar. A venda do livro está prevista para o dia 15 de maio. Os interessados podem enviar um email para filemar@terra.com.br. O valor é R$ 20.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Sócio da RMC depõe por cinco horas sobre mortes após ressonâncias


08/05/2013 17h24 - Atualizado em 08/05/2013 21h16 A Polícia Civil ouviu durante cinco horas, nesta quarta-feira (8), o depoimento de Adilson Prando, médico e sócio da RMC. A empresa é responsável pelos exames de ressonância magnética no Hospital Vera Cruz, onde três pessoas morreram, em janeiro, após passarem pelo procedimento. Segundo os delegados responsáveis pelo caso, ainda estão previstos os depoimentos do médico e também proprietário da Ressonância Magnética Campinas (RMC), José Luis Cury Marins, além de Patrícia Prando e Marcos Marins, médicos e filhos dos sócios. O delegado José Carlos Fernandes preferiu não confirmar se vai indiciar alguém após os depoimentos desta quarta-feira. Segundo a Polícia Civil, há a possibilidade de duas, das quatro oitivas previstas, serem adiadas. Causa das mortes A conclusão da Polícia Civil, divulgada em abril, é que uma auxiliar de enfermagem, de 20 anos, preparou uma solução com perfluorocarbono, em vez de soro, que foi aplicada por outras duas profissionais nas vítimas. A substância, usava indevidamente, causou a morte dos três pacientes. A auxiliar pode ter sido induzida ao erro, já que os produtos têm aspectos semelhantes e a RMC reutilizava bolsas de soro para guardar o perfluorcarbono. Os materiais ficavam em gavetas diferentes e sem identificação, segundo o delegado José Carlos Fernandes. saiba mais Hospital Vera Cruz se esquiva sobre 3 mortes após exames de ressonância Vendedor de perfluorocarbono diz que desconhecia uso em exames Treinamento falho colaborou para mortes em ressonância, diz Vigilância Advogada diz que auxiliar que trocou produto em ressonância está abalada Mais depoimentos Na segunda-feira (6), a polícia ouviu o diretor técnico do Vera Cruz, Vitório Verri, que alegou desconhecer o uso do perfluorocarbono. O advogado Rodrigo de Almeida Pimentel, que representa a unidade médica, negou a responsabilidade do hospital no caso, já que os exames são feitos pela RMC. O diretor administrativo do hospital, Gustavo Carvalho, também prestou depoimento e reiterou que a RMC era a única responsável pelas operações no espaço da ressonância. "A participação que o hospital tem é apenas econômica, como na compra de equipamentos e no resultado econômico da empresa”, justificou. Contudo, o advogado da RMC Ralph Tórtima, sugere que a empresa e o hospital têm responsabilidades iguais sobre o incidente, uma vez que há uma sociedade entre a unidade médica e a empresa responsável pelas ressonâncias, segundo ele. "Eles são sócios com 50% da parte de um e 50% da parte do outro. Dizer que são terceirizados como ocorreu por aí não é verdade", defendeu. Vítimas A administradora de empresa Mayra Cristina Augusto Monteiro, de 25 anos, foi uma das vítimas e deixou uma filha de 4 anos. Também morreu um paciente de Santa Rita de Cássia, o zelador Manuel Pereira de Souza, de 39 anos, casado e pai de uma filha de 6 anos. O terceiro paciente era Pedro José Ribeiro Porto Filho, de 36 anos. Fonte G1 http://glo.bo/1700Xxs Link da reportagem:

Mulher suspeita de injetar alimento na veia de idoso é indiciada


Uma auxiliar de enfermagem de um hospital particular de Alfenas (MG) foi indiciada por lesão corporal, suspeita de injetar alimento ou invés de medicação na veia de um idoso de 83 anos. Segundo a delegada da Polícia Civil, Renata Rezende Guida, as investigações apontaram que houve negligência, imperícia e imprudência por parte da enfermeira e o caso agora segue para o Ministério Público, que vai analisar a investigação. saiba mais Aposentado é internado em UTI por suspeita de erro em medicação Diretor de hospital confirma erro em medicação de idoso que está na UTI De acordo com a Polícia Civil, a auxiliar de enfermagem deve aguardar o término das investigações em liberdade, já que não houve flagrante. A delegada informou que ela deve responder pelo crime de lesão corporal culposa, ou seja, quando não há intenção de causar dano, mas com o agravante da falta de observação da regra profissional. Aposentado é internado em UTI por suspeita de erro médico em Alfenas (Foto: Reprodução EPTV) O caso O aposentado José Luiz Pereira recebeu alimento de dieta por um cateter intravenoso, ao invés da medicação. O erro só foi percebido duas horas depois por outro profissional. O idoso foi levado para a UTI do hospital. De acordo com o inquérito policial, a auxiliar de enfermagem teria dado comida pelo cateter ligado à veia do idoso e não pela sonda que levaria a comida diretamente par ao estômago. Quando a família do idoso soube do erro, acionou a Polícia Militar e um boletim de ocorrência foi registrado. O aposentado já se recuperou e teve alta do hospital. O hospital informou que a técnica de enfermagem continua no hospital, mas afastada das funções. Fonte G1 http://glo.bo/17LxViO Link da reportagem:

Diretor de hospital na Baixada é acusado de cometer fraude no Carlos Chagas


POR JOÃO ANTONIO BARROS Rio - Os médicos investigados por “matar” os plantões no Hospital Adão Pereira Nunes, em Saracuruna, Duque de Caxias, são sócios antigos do "clube da invisibilidade". Os servidores montaram o mesmo esquema de só aparecer para trabalhar no papel — e receber salário — nos 20 meses em que ocuparam cargos de chefia no Hospital Carlos Chagas, em Marechal Hermes. Atual diretor do Hospital de Saracuruna, o médico João Paulo Duarte Salgado Filho assumiu o Carlos Chagas em fevereiro de 2011. Nos meses seguintes, o nome dele, do anestesista Fábio Pocas Zambelli e da médica Fernanda Ribeiro Fonseca já apareceram na escala. Logo depois, os demais médicos passaram a engrossar os plantões. Márcia Rodriguez em unidade particular quando devia estar em Saracuruna | Foto: Reprodução Nesta terça-feira, o secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, determinou a suspensão, a partir de hoje, do diretor e dos chefes de equipe do Adão Pereira Nunes de suas funções na unidade, enquanto durar a sindicância aberta pela pasta. O médico Rogério Casemiro assume a direção interinamente. Denúncias enviadas ao Sindicato dos Médicos do Rio apontam que os profissionais lotados em cargos de chefia até outubro de 2012 — quando são nomeados para o Adão Pereira Nunes — nunca foram à emergência nos plantões do Carlos Chagas. Um dos casos, expondo as repetidas faltas da pediatra Erica Eisbach Dell Castillo, foi encaminhado às secretarias estaduais de Saúde e Administração. Jorge Darze, presidente do Sindicato dos Médicos, vem investigando denúncias sobre a administração de João Paulo no Carlos Chagas. “A história é a mesma: fraude na escala de serviço. Eles ganhavam e não apareciam nos plantões”. Plantão de 48 horas "sem descanso" Análise nas escalas do Carlos Chagas, entre fevereiro de 2011 e outubro de 2012, mostra que os médicos eram escalados uma ou duas vezes por semana nos plantões da Emergência. O diretor João Paulo chega a aparecer em duas planilhas seguidas, ou seja, “trabalhou” 48 horas na Ortopedia sem intervalo para descanso, entre os dias 13 e 15 de agosto. Em média, um médico ganha até R$ 5.750 por mês para fazer um plantão de 24 horas semanais. Como O DIA mostrou domingo, alguns dos médicos atuam em clínicas privadas justamente na hora em que deveriam estar no Hospital Adão Pereira Nunes. Fonte Jornal ODIA

terça-feira, 7 de maio de 2013

Vinda de médicos cubanos encontra oposição de Conselho Federal


O governo brasileiro quer trazer 6 mil médicos de Cuba para atuar no interior do país. O Conselho Federal de Medicina não aceita que eles trabalhem no país antes de fazer uma prova. O acordo de intenções foi fechado em um encontro no Itamaraty. “Trata-se de uma cooperação que tem grande potencial, promissora, e à qual também atribuímos valores estratégicos”, diz Antônio Patriota, ministro das Relações Exteriores. A sugestão de importar profissionais foi dada ao governo pela Frente Nacional de Prefeitos, por causa da dificuldade em contratar médicos para o interior do país. Quase 60% atuam nas grandes cidades. Distrito Federal, Rio de Janeiro e São Paulo têm o maior número de profissionais por grupo de mil habitantes, enquanto Amapá, Pará e Maranhão têm menos de um médico para cada mil. Ainda não foram definidos os detalhes de como o governo contrataria o serviço dos médicos cubanos, mas a questão mais complicada é se esses profissionais serão ou não liberados da revalidação do diploma. Hoje, é exigido que médicos que tenham se formaram no exterior façam uma prova para poder atuar no país. O índice de aprovação é baixo, em torno de 15%. O Conselho Federal de Medicina condena o trabalho de estrangeiros sem passar pelo exame. “Tem que se avaliar a competência do profissional que vai exercer a medicina no país. Temos exame para isso, o revalido, que, infelizmente, tem mostrado que a maior parte dos médicos que vêm da Bolívia e de Cuba não tem condições de exercer a profissão”, afirma Carlos Vital, presidente em exercício. Wesley Soares, médico brasileiro formado em Cuba, diz que os profissionais de lá estão aptos a trabalhar aqui. “Eles estão altamente preparados com foco humanitário, com uma visão integral de saúde, baseada na prevenção em saúde”, diz. Fonte G1 lINK http://glo.bo/12cIVT2

Família questiona atendimento de menino picado por escorpião


Uma divergência entre prontuários levanta a suspeita de demora na aplicação do soro no hospital de Três Pontas (MG) em um menino de 4 anos de Santana da Vargem (MG), que morreu após ser picado por um escorpião. Segundo os parentes da criança, as informações do prontuário recebido por eles não batem com as do documento apresentado pela direção do pronto atendimento. O caso aconteceu há cerca de 10 dias. O menino Davi Santana Silva estava em casa, na zona rural de Santana da Vargem, quando foi picado por um escorpião. Ele foi levado pelos pais para o pronto atendimento Três Pontas onde passou a noite. Pela manhã, como mostra o prontuário de atendimento apresentado pela família, Davi piorou. Ele só recebeu o soro antiescorpiônico às 13h17, mais de 12h depois de dar entrada no pronto-socorro. “Ele me falou qu achava que tinha entrado um espinho no pé dele. Quando eu olhei vi o escorpião do lado do pé dele. Levei ele no hospital, o quadro dele piorou, ele foi entubado e me falaram que ele teria que ser transferido”, conta a mãe de Davi, Daiane de Santana. Com a piora do estado de saúde, o menino foi transferido para o Hospital Vaz Monteiro, em Lavras (MG), mas não resistiu e morreu no mesmo dia. O coordenador do pronto atendimento de Três Pontas, Cláudio Márcio de Carvalho Silva, nega que tenha havido erro no atendimento. No prontuário apresentado por ele, consta que Davi recebeu o soro poucos minutos depois de chegar ao local, às 22h, como orienta um protocolo para esse tipo de caso. Família de menino questiona atendimento prestado em Três Pontas (Foto: Reprodução EPTV) “Assim que ele chegou foi iniciado o tratamento com a aplicação de duas ampolas do soro. Quando o quadro dele piorou, nós aplicamos mais três ampolas”, afirma. No entanto, os documentos apresentados pela família e pela coordenação do pronto socorro são diferentes. Os horários de entrada não são os mesmos, os nomes e os endereços dos pacientes também não são iguais. O segundo paciente aparece como sendo de Varginha (MG). Ainda segundo o coordenador do pronto socorro, a mãe do garoto chegou ao hospital nervosa e informou de forma errada a data de nascimento dele e que por isso o atendente abriu a ficha com nome de outro menino, também chamado Davi. O médico reafirmou que o garoto tomou a primeira dose do soro no primeiro atendimento e que no dia seguinte foi dada a segunda dose, já com o prontuário com o nome correto. A mãe do menino disse que em momento algum foi informada que Davi havia recebido o soro para o tratamento de picada de escorpião já no início do atendimento. Fonte G1 link http://glo.bo/17KpQLc

Gravações mostram como funcionários do HU se referiam às vítimas de erro médico


http://globotv.globo.com/tv-morena/mstv-1a-edicao-campo-grande/t/veja-tambem/v/gravacoes-mostram-como-funcionarios-do-hu-se-referiam-as-vitimas-de-erro-medico/2559608/

segunda-feira, 6 de maio de 2013

domingo, 5 de maio de 2013

Morte de bebê pode ter sido causada por erro médico; comissão investiga


Uma comissão de médicos foi formada para investigar o caso da morte de bebê com 27 dias de nascido, Kauã Castro Feitosa, após ser internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Base Ary Pinheiro, em Porto Velho. Dois médicos que atenderam a criança no Hospital Infantil Cosme e Damião serão investigados após terem liberado o bebê sob o argumento de que estava com fome. No dia seguinte, Kauã foi internado no Hospital de Base e faleceu com 90% dos pulmões comprometidos devido a uma pneumonia. A ocorrência foi registrada na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA). Após tomar conhecimento sobre a morte, a Secretaria Estadual de Saúde (Sesau) criou uma comissão para investigar a conduta dos dois médicos que atenderam Kauã nos dias 15 e 17 de abril no Hospital Infantil Cosme e Damião. O bebê foi levado à unidade médica pelos pais após choro incontrolável. Na unidade os médicos que atenderam a criança alegaram que Kauã estava apenas com fome. Certidão de óbito aponta pneumonia como causa da morte do bebê (Foto: Reprodução/TV Rondônia) O diretor da unidade Nilson Paniágua, afirma que foi disponibilizado o prontuário médico à família para auxiliar nas investigações do caso. “Nós estamos aguardando o Ministério Público e a polícia para colocar a disposição os funcionários que deram assistência a essa criança para que seja apurado de fato o que houve”, explica. Williames Pimentel, secretário da Sesau, informou que a comissão vai investigar os médicos que foram denunciados por negligência e que o resultado da investigação preliminar deverá ser divulgado até o fim deste mês. O pai de Kauã, Rubens Feitosa, conta que recorreu ao Hospital Cosme e Damião após perceber o choro descontrolado do bebê e que ele não conseguia ingerir nenhum alimento. No primeiro atendimento, foram feitos exames de raio-x e de sangue, porém não foi detectado nenhuma anormalidade e o médico liberou a criança alegando que estava sentindo fome. No dia 17, Rubens retornou à unidade devido a persistência do choro da criança. Kauã foi liberado mais uma vez pelo mesmo argumento da primeira consulta. Se ele tivesse entrado numa UTI mais cedo, ele até poderia ter uma chance de vida" Rubens Feitosa, pai de Kauã No dia seguinte, o pai lembra que a criança foi transferida para UTI do Hospital de Base e morreu após duas paradas cardíacas. O atestado de óbito revelou que Kauã estava com pneumonia e tinha cerca de 90% dos pulmões afetados. “Se ele tivesse entrado numa UTI mais cedo, ele até poderia ter uma chance de vida. Mas ficamos aguardando por cerca de seis horas e quando chegou à UTI não tinha mais condições. O médico afirmou que o antibiótico que ele iria tomar deveria ser tomado há três dias”, alega Rubens. De acordo com o delegado responsável pelo caso, as investigações estão em andamento e que, até o momento, somente os pais da criança foram ouvidos. Os dois médicos que prestaram assistência ao bebê devem prestar depoimento em breve. Fonte G1 Link da reportagem http://glo.bo/16ETL9G

sábado, 4 de maio de 2013

Idosa fica em estado grave após receber alimento na veia em hospital no Rio Grande do Sul


Uma mulher de 91 anos recebeu, por engano, alimento na veia. Ela estava internada em um hospital na cidade de Osório (RS), na fase final de um tratamento de hérnia. Agora, o quadro de saúde da idosa é grave. A filha da paciente, que não quis ser identificada, não se conforma com o erro da técnica de enfermagem. — Minha mãe só não morreu porque o irmão viu o alimento indo para a veia e bloqueou o tubo. A comida deveria ter sido colocada na sonda, que ia para o estômago da idosa. Logo após o erro, ela precisou ser transferida às pressas para um hospital em Tramandaí, a 20 km de distância, já que onde ela estava não tinha UTI (Unidade de Terapia Intensiva). O diretor do hospital de Osório, Francisco Moro, lamentou o caso. — É inadmissível. Isso não pode acontecer, já tivemos uma reunião com a enfermagem toda para pedir atenção aos procedimentos. Fonte R7

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Entrega da cópia do prontuário do paciente falecido: “se correr o bicho pega, se ficar o bicho come”

Entrega da cópia do prontuário do paciente falecido: “se correr o bicho pega, se ficar o bicho come”

Bebê morre após grávida esperar 14h por parto em hospital, diz família


01/05/2013 11h16 - Atualizado em 01/05/2013 11h17 Os pais de um recém-nascido morto após sofrer uma parada cardiorrespiratória pouco tempo após o parto denunciam que o Hospital Municipal de Cristalina , na região leste de Goiás, foi negligente ao realizar o atendimento médico. A mãe da criança, Ana Paula da Silva, afirma que chegou à unidade sentindo fortes contrações, mas foi levada para a sala cirúrgica somente depois de esperar 14 horas por atendimento. “Cheguei no hospital e eles me tocaram, mas me deixaram lá. Depois, pegaram um ferro, estouraram minha bolsa e fiquei sentindo contrações muito fortes e, mesmo assim, eles me deixaram sem atendimento. Somente depois de muito tempo, eles fizeram o parto”, reclama Ana Paula. Revoltados com a situação, familiares do bebê registraram ocorrência na Polícia Civil alegando que houve demora no atendimento. Eles também chegaram a realizar um protesto em frente ao hospital pedindo Justiça. “Trazer a nossa filha nós não vamos conseguir, mas a gente quer saber quem foi o responsável para que isso não possa acontecer com outras famílias”, desabafa o pai do bebê, Lucas Arraes. Mãe diz que bebê morreu após o parto por falta de atendimento (Foto: Reprodução TV Anhanguera) À TV Anhanguera, a direção do Hospital Municipal de Cristalina alegou que a criança nasceu com dificuldades para respirar e precisava ser internada em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal. Com isso, foi solicitada uma vaga nas UTIs de Catalão, Goiânia, Anápolis e Brasília, mas todas estavam lotadas. O secretário de Saúde de Cristalina, Maks Wilson Lustosa, contesta a versão dos familiares do bebê. “Os municípios não têm o que fazer. Os hospitais públicos das cidades fazem todos os meios legais disponibilizados para realizar o atendimento, mas quando não tem vaga é uma questão de estado, de regulação mesmo. A mãe e o bebê receberam o atendimento possível em Cristalina”, declara o secretário. Em nota, a Central de Regulação em Goiânia afirmou que não houve nenhuma solicitação de vaga na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal para a recém-nascida. Fonte: G1 Link da reportagem:http://glo.bo/17xvy32