terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Família acusa hospital de negligência por morte de bebê, no ES

Pais de um bebê que nasceu morto no Hospital e Maternidade São José (HMSJ), em Colatina, na região Noroeste do Espírito Santo, acusam a equipe médica de negligência, após um parto prematuro. Segundo a família, a mãe teve grande descolamento de placenta e não recebeu tratamento correto na unidade. O menino nasceu na última quarta-feira (23), com apenas seis meses de gestação. A diretoria do hospital declarou, neste sábado (26), que vai investigar se houve alguma irregularidade no atendimento.
O pai, Gileno dos Santos Junior, contou que a família é moradora de São Mateus, município da região Norte, mas a esposa precisou ser transferida para Colatina pois o outro hospital não tinha estrutura suficiente para atender a gestação de risco.
A mãe acabou recebendo alta no hospital e foi orientada a voltar para a cidade que reside. Para Gileno, foi essa nova transferência que agravou o problema. “Não sabia que a placenta estava com descolamento de 8 centímetros. Minha mulher precisou ser transferida novamente para Colatina depois de um forte sangramento”, disse.
Gileno ainda contou que a esposa acabou tendo o bebê na sala para onde foi levada após uma ultrassom. O menino chegou a ser socorrido, mas a equipe médica não conseguiu reanimá-lo.“Meu filho está agora dentro do necrotério, mas sei que ele é um anjo. Queria ver se fosse o filho de alguma autoridade. Eu não quero que isso aconteça com outras famílias, já basta o meu filho, que vai servir de exemplo para outras mães”, disse o pai, emocionado.
A direção do hospital explicou que todos os procedimentos necessários foi feitos. “Assim que houve o parto, a criança foi prontamente atendida por um pediatra e todas as medidas necessárias para a tentativa de ressuscitação da criança foram realizadas. Apesar disso, abriremos um processo e ouviremos todos os médicos envolvidos na situação. Já disse ao familiar que marcaremos uma reunião para fazermos os esclarecimentos necessários”, explicou o diretor Wallace Aguiar de Medeiros.
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Fonte: G1

Mulher denuncia médico por possível erro médico e cobra justiça

sábado, 26 de janeiro de 2013

Em menos de 24 horas, duas crianças morrem sob suspeita de erro médico

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Corpo de menina vítima de erro médico é enterrado em Goiás | Radioagência Nacional

Corpo de menina vítima de erro médico é enterrado em Goiás | Radioagência Nacional

Grampo mostra que Marca repetiu no Rio o mesmo esquema de Caxias

Guilherme Amado
 
A empresa Associação Marca, acusada de participar de um esquema de fraudes na área de saúde em Duque de Caxias, recebeu R$ 37 milhões da Prefeitura do Rio, durante dois anos, para administrar a UPA de Senador Camará. Em uma ação civil que corre em segredo de Justiça, o Ministério Público do Rio investiga se os recursos destinados à UPA também foram desviados, a exemplo do que ocorreu em Caxias e em Natal, capital do Rio Grande do Norte.
Uma interceptação telefônica feita com autorização judicial pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte (MP-RN), obtida pelo EXTRA, mostra que a Marca montou no Rio um esquema semelhante ao que lhe permitiu desviar recursos nas outras cidades. A Secretaria de Saúde afirmou que o contrato com a Marca está "em fase de finalização".
Tanto em Natal quanto em Caxias, os promotores descobriram que a Marca, terceirizada pelas prefeituras para administrar unidades de saúde, firmava contratos com outras empresas que pertenciam às mesmas pessoas que, por meio de laranjas, controlam a Marca - Rosimar Bravo de Oliveira, Antônio Carlos de Oliveira e Tufi Soares Meres. Tufi é apontado como o chefe da organização.
Ao subcontratar empresas de que eles mesmos são donos, o objetivo do grupo, segundo os promotores, era apresentar notas falsas e desviar dinheiro público.
"... trata-se de um grupo criminoso, que através da Marca e de outras empresas satélites, desviam dinheiro público, mediante inserção de despesas fictícias nas prestações de contas", escreveram os promotores do Rio Grande do Norte.
Em um dos grampos da investigação, Rose conversa com Ana Schneider, subsecretária de Saúde do Rio, e admite que a empresa Health Solutions é subcontratada pela Marca. De acordo com as investigações, a Health também é controlada por Tufi, por meio de laranjas.
Ontem, por meio de sua assessoria de imprensa, a Marca confirmou ter contratado a Health Solution para operar o software da UPA de Senador Camará.
Sem dizer quais, prefeitura diz saber de ‘falhas’
Segundo a Secretaria de Saúde do Rio, a subsecretária Ana Schneider e a funcionária Aila - embora seja uma funcionária pública, seu sobrenome não foi divulgado - apenas queriam conhecer o programa de computador usado pela Marca na UPA. No grampo, Ana diz que o objetivo seria testá-lo para outras UPAs. A secretaria afirma que a ideia não foi à frente.
"Desde as primeiras denúncias envolvendo a Organização Social Marca, na cidade de Natal, a prefeitura iniciou um processo de apuração sobre a sua atuação, o que resultou no posterior descredenciamento da organização social. (...) Além disso, relatório do Tribunal de Contas, realizado a pedido da própria Prefeitura do Rio, apontou falhas na prestação de contas da Marca na UPA de Senador Camará", disse, em nota, a secretaria, sem especificar o que foi descoberto pelas apurações.
Apesar disso, a Marca afirmou que a prefeitura pediu renovação "por mais 30 dias, até que o novo processo licitatório seja concluído e a nova OS possa assumir a gestão desta UPA". A Secretaria de Saúde não respondeu quando a UPA será reaberta.
UPA fechada por falta de médicos
Quem procurou ontem a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Senador Camará encontrou as portas fechadas. Faltavam médicos.
O motorista Marcelo Cruz, de 35 anos, passou mal no trabalho, e deixou o ônibus na garagem para procurar a UPA de Bangu. Como também não encontrou médico lá, foi a Senador Camará:
- O segurança disse que os médicos tinham faltado. Cheguei por volta das 16h. Mandaram que eu voltasse às 19h para a troca de plantão. Depois me orientaram a ir à UPA de Campo Grande. Decidi voltar mais tarde a Bangu. É lamentável isso.
O comerciante Alex da Costa Melo, de 38 anos, também não conseguiu atendimento para o filho de 2 anos. Ele foi à unidade de Senador Camará com a mulher e os dois filhos, mas só conseguiu atendimento em Realengo:
- Meu filho estava com 39 graus de febre e vômito. Quando disseram que não tinha médico, fiquei indignado. Era garganta inflamada.
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o custo mensal de manutenção de cada UPA de Nível 3 é de cerca de R$ 1 milhão mensais.
Igepp: Caxias não pagava integralmente
O Instituto de Gestão em Políticas Públicas, que geria o Hospital Municipal Moacyr Rodrigues do Carmo, em Duque de Caxias, informou em nota que o contrato com o município de Duque de Caxias, iniciado em outubro de 2011, previa o repasse total de R$ 149 milhões até 30 de setembro de 2013, período de vigência do contrato, mas que até janeiro de 2013, recebeu menos de 50%. O instituto informou também que o pagamento mensal, de R$ 6,2 milhões, nunca foi pago integralmente.
Os grampos
O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MP-RN) fez interceptações telefônicas com autorização judicial nos telefones de Rosimar Gomes Bravo e Oliveira, a Rose Bravo, uma das responsáveis pela Associação Marca.

Em 29 de junho de 2011, às 10h24m, Ana Schneider, subsecretária de Saúde da cidade do Rio, liga para Rose e pergunta sobre o programa de computador usado na UPA de Senador Camará.


No mesmo dia, às 12h26m, Aila, funcionária da Secretaria de Saúde do Rio, liga para Rose e pergunta se o sistema já está funcionando na UPA.


Às 14h16, Rose liga para uma funcionária da Marca, chamada Patrícia, e conta o que conversou com Aila e com Ana Schneider.
Colaboraram: Antero Gomes e Cíntia Cruz

Fonte:Jornal extra on-line

Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/rio/grampo-mostra-que-marca-repetiu-no-rio-mesmo-esquema-de-caxias-7403556.html#ixzz2J6XnA1nD

domingo, 20 de janeiro de 2013

Prefeitura decretará estado de emergência para contratar médicos

O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves, decretará nesta terça-feira estado de emergência na rede municipal de saúde. Com isso, poderá dispensar licitações para realizar obras em hospitais como o Getúlio Vargas, mais conhecido como Getulinho, no Fonseca, e fazer contratações para sanar o déficit de profissionais na área. De acordo com dados da Fundação Municipal de Saúde (FMS), 455 médicos — quase metade do número de vagas destinadas a especialistas concursados, 922 — que pediram demissão ou se aposentaram nos últimos quatro anos. A situação é semelhante com relação a enfermeiros: 84, de um total de 170, deixaram a rede pública municipal no mesmo período.
O secretário municipal de Saúde, Chico D’Ângelo, revela que inspeções feitas recentemente em instalações médicas comprovaram ainda um grave quadro de desabastecimento de remédios e equipamentos. Relatórios da FMS aos quais O GLOBO-Niterói teve acesso indicam problemas em locais como a Unidade de Urgência Mário Monteiro, em Itaipu, onde respiradores artificiais e aparelhos de raios X não funcionam. Ali também faltam especialistas como pediatras e ortopedistas.
Os relatórios também mostram ser preocupante a situação da Policlínica da Mulher, no Centro, que já foi uma referência entre instituições de tratamento do câncer de mama. Hoje, seus dois mamógrafos estão quebrados. No Hospital Carlos Tortelly, no Bairro de Fátima, outro cenário desolador: os ventiladores mecânicos do setor de emergência não funcionam, assim como os aparelhos de raios X, ultrassom e endoscopia.
— Instituir o estado de emergência é uma forma de dar resposta imediata ao caos. Se a prefeitura não tomar essa atitude, ficará numa situação complicada. Ela precisa de médicos, remédios e equipamentos para cuidar da população e, ao mesmo tempo, tem de cumprir as leis de controle de gastos. Caso não baixe o decreto e faça contratos sem licitação, corre o risco de ser questionada por órgãos como o Tribunal de Contas do Estado — justifica D’Ângelo.
Morte durante apagão
Recém-inaugurada (foi aberta há apenas um mês), a Policlínica do Largo da Batalha já se encontra na lista de problemas da rede municipal. A falta de um gerador de energia comprometeu o atendimento a uma paciente em estado grave, que morreu durante um apagão no dia 1º de janeiro. De acordo com o boletim médico, a mulher, que não tinha identificação, tinha levado um tiro na testa e, ao ser levada para a unidade, não pôde receber os primeiros socorros porque um respirador artificial não funcionava. Ela faleceu no momento em que seria transferida para o Hospital Azevedo Lima, no Fonseca.
Em visita à policlínica, na última quarta-feira, a equipe de reportagem constatou que não havia pediatra no local e viu goteiras e infiltrações no prédio. Uma ambulância em estado muito precário era usada para a remoção de pacientes. O veículo sequer tinha desfibrilador, equipamento fundamental para o atendimento a vítimas de infarto.
A decretação de estado de emergência será fundamental para o prefeito Rodrigo Neves cumprir uma de suas mais importantes promessas de campanha: a reabertura da emergência pediátrica do Getulinho, fechada em novembro de 2011. A reabertura da unidade, que marcou o primeiro ato da nova gestão municipal, aconteceu num hospital de campanha, montado no estacionamento. A estrutura improvisada, no entanto, só pode ser utilizada por 120 dias, período insuficiente para a conclusão da reforma do setor de emergência, que ainda não começou.
— A obra no Getulinho não é o principal motivo, mas é um dos fatores que nos levaram a optar pelo decreto. Precisamos nos livrar da burocracia para fazer a intervenção logo — explica o secretário de Saúde.
A retomada do atendimento no Getulinho também se deu por meio de um decreto, que especificou a grave situação do hospital. Com isso, foram contratados, em parceria com o governo estadual, 120 profissionais, entre médicos e enfermeiros. Até a última sexta-feira, foram feitos 2.345 atendimentos, sendo 81% de moradores de Niterói e 19% de São Gonçalo e Itaboraí.
Além de decidir pelo decreto, a prefeitura vai rever os contratos de 1.800 funcionários da rede por Registro de Profissional Autônomo (RPA), o que pode gerar questionamentos pelo TCE


Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/rio/prefeitura-decretara-estado-de-emergencia-para-contratar-medicos-7339725.html#ixzz2IYXnOuun

sábado, 19 de janeiro de 2013

Mãe que perdeu filho no parto em BH denuncia erro médico

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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

CAMINHADA DO MOVIDA PELA VIDA E PAZ 2013


Médico grava vídeo durante cirurgia para reclamar da falta de material em hospital do RN

Jovem morre depois de receber dosagem de medicamento 21 vezes maior do que o necessário

Um jovem com problemas psiquiátricos morreu depois de receber uma superdosagem de seis frascos de medicamento, quando tinha de receber menos de uma colher de chá.
Segundo o site do jornal "Daily Mail", Joshua Gaffney, 22 anos, que deveria ter recebido menos de um terço do frasco de 15 ml, acabou tomando 21 vezes mais do que o necessário da droga clozapina.
O jovem que sofria de psicose morreu em casa em Yeovil, no Reino Unido, pouco depois de o medicamento ser administrado por enfermeiras do serviço de saúde mental.
Um exame toxicológico post-mortem alegou que Joshua morreu de intoxicação aguda por clozapina depois de receber 84 ml em vez de 4 ml.
As enfermeiras — Amanda Young e Petia Gummer — foram presas e acusadas de homicídio, mas a alegação foi rejeitada.
Leia mais notícias de Saúde no R7
A mãe de Joshua, Tina Marren, se disse destruída com a decisão.
— Meu filho era minha vida e foi tirado de mim. Nunca vou desistir de lutar até que eu obtenha respostas. Ele era uma pessoa maravilhosa e adorável. Sinto que as autoridades estão tratando Joshua como se não fosse importante. Nós, enquanto família, estamos com raiva, machucados e devastados.

Fonte R7

Unimed é condenada por não autorizar mamoplastia


  Notícia publicada em 16/01/2013 18:00
A desembargadora Myriam Medeiro da Fonseca Costa, da 11ª Câmara Cível do TJRJ, condenou a Unimed a indenizar em R$ 8 mil, por danos morais, uma ex-associada. Elaine Freitas foi diagnosticada com cinco nódulos nas mamas e teve indicação médica de duas cirurgias. A primeira seria para a retirada de quatro dos tumores e a segunda para a retirada do quinto e realização da mamoplastia. Entretanto, a autora da ação relata que após internar-se no hospital onde a cirurgia seria realizada, foi informada que a concessionária de saúde não autorizou a plástica das mamas sob a alegação de ser um procedimento estético.
Para a desembargadora relatora houve falha na prestação de serviço, pois retardar o procedimento cirúrgico é medida abusiva e causa frustração à expectativa da paciente. “Com efeito, retardar injustificadamente o procedimento, ora solicitado, é medida abusi...va, porque vicia o objeto do contrato de prestação dos serviços de assistência médico-hospitalar, causando lesão ao contratante, frustrando a justa expectativa do consumidor em ver alcançado o objetivo contratual proposto pela prestadora dos serviços médicos, que é de tratamento dos males que contaminam a sua saúde. Registre-se, por oportuno, que a cautela observada pela operadora de plano de saúde, no processamento das autorizações de cirurgias, não pode, de forma alguma, agravar a situação do paciente, que já está emocionalmente abalado pela existência da doença a que está acometido. Desse modo, é patente a falha na prestação do serviço”, manifestou a magistrada na decisão.
Nº do processo: 0014556-11.2010.8.19.0209
MOBEM-RJ/SP/PA- SE MOBILIZANDO CONTRA O ERRO MÉDICO, AJUDE-NOS A DIVULGAR NOSSAS LUTAS, NÃO SEJA VOÇÊ A PRÓXIMA VÍTIMA DOS MAUS PROFISSIONAIS DA ÁREA DA SAÚDE.
QUE NOSSA LUTA NÃO SEJA EM VÃO.

Hospital Copa D'or terá que indenizar família por morte de criança


 Notícia publicada em 16/01/2013 16:00
A 8ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça do Rio condenou o hospital Copa D’Or a indenizar em R$ 360 mil, por danos morais, o pai e a irmã de um menino de quatro anos. Em virtude da troca da medicação prescrita, a criança, que tratava de um tumor no globo ocular, morreu.
O pai da vítima, que é ...médico, relatou na ação ter notado no filho, então com dois anos de idade, um brilho diferente no olho esquerdo, que posteriormente foi diagnosticado como retinoblastoma (tumor maligno na retina). De acordo com o pai, autor da ação, após consultas e tratamentos em diversos especialistas, que chegaram a sugerir a retirada do globo ocular do menor, o tumor regrediu, e a médica que o acompanhava recomendou que ele fosse ao exterior para tentar um novo tratamento.
Segundo ainda o pai da criança, como não havia possibilidade de realização da viagem, decidiu-se por um novo ciclo de quimioterapia. Ele foi internado no hospital réu, e a prescrição do medicamento foi entregue à farmácia, que a remeteu ao laboratório contratado para manipulação. Após o início da quimioterapia, o menino começou a ter reações como vômito, dores abdominais e diarréia, levantando a suspeita de que tivesse ocorrido a troca da medicação prescrita; o que foi confirmado posteriormente, tendo a alteração o levado a óbito por insuficiência hepática.
O Copa D’Or, para se eximir de culpa, tentou alegar que o erro ocorreu no envio equivocado do medicamento pelo laboratório. Porém, para o desembargador relator, Luiz Felipe Miranda de Medeiros Francisco, esse argumento não merece prosperar, pois ao escolher trabalhar com determinado laboratório ambos se apresentaram no mercado como parceiros e a atividade desempenhada por um, facilita a do outro, confirmando o trabalho mútuo.
“Ao escolher trabalhar em parceria com o laboratório PRONEP o réu postou-se no mercado de consumo juntamente com o parceiro, em caráter de mutualismo e cooperação, de forma que a atividade desempenhada por uma facilita a atividade exercida pelo outro, possibilitando auferirem o lucro, o que reforça a solidariedade entre estes, habilitando o consumidor a demandar em face de quaisquer deles, sendo certo que qualquer objeção entre o hospital e seu parceiro empresarial não pode ser oposta ao consumidor, que contratou os serviços do hospital. Por tal razão, resplandece a falha do serviço, que ocasionou o dano que ceifou a vida do menor, aos quatro anos de idade, não merecendo guarida o inconformismo do réu”, relatou o magistrado na decisão.
Nº do processo: 0109131-24.2008.8.19.0001
MOBEM-RJ/SP/PA- SE MOBILIZANDO CONTRA O ERRO MÉDICO, AJUDE-NOS A DIVULGAR NOSSAS LUTAS, NÃO SEJA VOÇÊ A PRÓXIMA VÍTIMA DOS MAUS PROFISSIONAIS DA ÁREA DA SAÚDE.
QUE NOSSA LUTA NÃO SEJA EM VÃO.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

HC da USP informatiza prontuários para segurança dos pacientes

Com 860 leitos e cerca de 31 mil internações por ano, o Hospital das Clínicas da USP em Ribeirão Preto (HC-RP) iniciou este mês a informatização dos prontuários dos pacientes hospitalizados. Pioneiro na rede pública estadual, o projeto ainda está em fase de implantação nas enfermarias de neurologia e clínica cirúrgica, mas deve abranger todos os atendimentos realizados pelo hospital até 2014.
O sistema funciona da seguinte forma: ao ser internado, o paciente recebe uma pulseira com um código de barras relacionado a um cadastro no sistema, a partir do qual é possível obter todo o histórico da pessoa dentro da instituição.
Atualmente, o software está totalmente interligado à farmácia do hospital. Assim, quando o médico prescreve alguma medicação, realiza por meio de um computador instalado nas salas de enfermagem de cada andar. O pedido é encaminhado online aos farmacêuticos, que relacionam o código de barras do remédio ao do paciente.
“Quando a equipe vai aplicar o medicamento, também deve passar pelo leitor de um notebook que é levado ao leito do paciente. Caso haja alguma incompatibilidade com a prescrição, o sistema vai alertar sobre o erro”, explica Alexandra Cruz Abramovicius, diretora da Divisão de Assistência Farmacêutica do HC-RP.
Software amazena prontuário do paciente por meio de código de barras no Hospital das Clínicas Ribeirão (Foto: Gilberto Soares Junior/HC-RP)Software controla prontuário do paciente e dados
da medicação por meio de código de barras
(Foto: Gilberto Soares Junior/HC-RP)
Alexandra detalha que o programa eletrônico evita erros como superdosagem, aplicação de medicamento fora do prazo de validade, além de controlar os estoques de materiais hospitalares na farmácia.
O investimento para implantação do projeto foi de R$ 200 mil e, segundo a diretora, deve ser ampliado para que todas as áreas do hospital sejam interligadas, como atendimento, coleta de exames laboratoriais, dieta nutricional, entre outras.
“Quando estiver 100% implantado, possibilitará a gestão mais detalhada de todos os departamentos e processos. Mas, sem dúvida, a principal questão é a segurança, evitando qualquer tipo de risco aos pacientes”, diz Alexandra.

Fonte: G1

Cade sugere punição a conselhos e sindicatos médicos por paralisações

Agência Estado

A atuação de 24 sindicatos, associações e conselhos de medicina durante a paralisação do atendimento a pacientes de planos de saúde nos dois últimos anos deve ser considerada como prática de crime econômico, sugere a superintendência do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Publicados na semana passada, nove pareceres recomendam que as entidades sejam julgadas e condenadas pelo tribunal administrativo do conselho. As decisões reavivam uma polêmica iniciada há dois anos, quando a então Secretaria de Direito Econômico (SDE) adotou medidas preventivas para proteção da concorrência e dos direitos do consumidor da saúde suplementar. A secretaria classificava como abusivas práticas como a cobrança “por fora” de consultas de pacientes de planos de saúde e punições de médicos que resistiam em participar das paralisações organizadas pelos conselhos como forma de protesto contra as operadoras. O assunto ficou em compasso de espera durante o ano passado, quando Cade e representantes das entidades médicas tentavam preparar um termo de ajuste. Não houve entendimento e, agora, os processos no Cade devem ganhar ritmo. Pareceres com teores semelhantes, avaliando a atuação de outras entidades médicas, estão em análise e devem ir a julgamento. Desde 2011, associações médicas passaram a apoiar a suspensão temporária de atendimento a pacientes de planos de saúde. A estratégia começou a ser usada para pressionar operadoras a aumentar o valor pago por procedimentos médicos. “Não se trata de condenação à negociação salarial”, afirmou o superintendente do Cade, Carlos Ragazzo. “Os pareceres têm outro fundamento: a adoção de práticas abusivas, como a coação de médicos para participar dos movimentos e a restrição do acesso da população ao atendimento”, completou. Entre as práticas analisadas pelo Cade, estavam ameaças a médicos que aceitassem receber valores inferiores aos indicados em uma tabela de procedimentos. “Profissionais poderiam ser julgados por infrações éticas. Até um disque-denúncia foi criado.” Ragazzo condenou também a restrição do atendimento a pacientes e as ameaças de descredenciamento em grupos. Autonomia Para o presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Roberto d’Avila, médicos de planos de saúde têm o direito de reivindicar reajuste de honorários e autonomia para o exercício da profissão. “O Cade afirma haver cartelização, mas isso é um erro. Somos profissionais liberais e a tabela de preços apenas indica valores considerados razoáveis”, afirma. Para ele, o Cade comete um equívoco: “Na prática, eles dão ouvidos ao que as operadoras de planos de saúde afirmam. Elas não são a parte mais frágil da negociação.” O médico acredita que outros pareceres contrários devem estar a caminho. Mas não demonstrou preocupação. “Se condenações do Cade se concretizarem, recorremos ao Judiciário, que, por sinal, já se mostrou sensível a nossa causa”, disse d’Ávila. Ragazzo tem avaliação contrária. Ele afirma que uma parcela significativa das decisões do Cade é respeitada pelo Judiciário. “Estamos defendendo o direito do consumidor. Essa é nossa maior preocupação. Ele tem direito de ter acesso ao atendimento em saúde.” Entre as associações que receberam parecer da superintendência do Cade favorável à condenação por prática de crime econômico estão Conselho Regional de Medicina de Santa Catarina, Conselho Regional de Medicina do Rio, Conselho Regional de Medicina do Ceará e sindicatos de médicos dos Estados de Minas e Ceará. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo. Lígia Formenti .

14/1/2013 às 14h03 (Atualizado em 14/1/2013 às 14h03

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Documento comprovaria negligência médica na morte de menino no hospital infantil da Capital

Um documento comprovaria negligência médica no caso do menino Wesley, de 7 anos, que morreu no Hospital Infantil Joana de Gusmão, na Capital. Em agosto de 2012, ele foi encaminhado ao hospital após cair de uma laje e bater com a cabeça. Ele ficou esperando no corredor porque não haveria vaga na UTI, o que o documento diz que não é verdade.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Prontuários de pacientes do falso médico foram entregues à polícia

Santa Casa de Sorocaba (SP) entregou nesta segunda-feira (7) à Polícia Civil os prontuários médicos dos pacientes que registraram queixa contra o falso médico Fernando Guerreiro.
O delegado que investiga o caso já está com documentos referentes ao atendimento de 12 pessoas. Os prontuários serão agora mandados para perícia.
A análise pode ajudar a descobrir se os pacientes atendidos por ele, inclusive alguns que morreram, podem ter sido vítimas de erro médico. O Conselho Regional de Medicina (CRM) de Sorocaba também vai pedir cópias e analisar os prontuários.
Entenda o caso
A polícia chegou até o falso médico após uma investigação que começou há três meses, a partir de um caso de latrocínio na zona leste de São Paulo.
Os criminosos fugiram em um veículo e, durante as investigações, a polícia descobriu que o carro estava no nome de um homem que estava preso. Eles identificaram a esposa do dono e chegaram até Camila Aline da Silva Matias da Rocha, que estava envolvida no roubo.
Camila foi localizada em Piedade, onde atuava como falsa médica na Santa Casa e no ambulatório. Ela também atendia na Santa Casa de Sorocaba, utilizando o nome da médica Bruna Braga, filha do senador Eduardo Braga, do Amazonas.
Em depoimento à polícia, Camila afirmou que foi indicada para trabalhar por um médico chamado Ariosvaldo, de Sorocaba. Os investigadores levantaram a ficha e as características físicas de Ariosvaldo Diniz Florentino e descobriram que ele é médico em São Paulo e é negro. Já o que atuava em Sorocaba é branco - discrepância que chamou a atenção da polícia e levou à verdadeira identidade do suspeito.

VEJA A REPORTAGEM COMPLETA NO LINK ABAIXO:
http://glo.bo/WEOipz
 

Falta de médicos em cinco hospitais causa caos no setor de saúde no DF

A falta de médicos em cinco hospitais do Distrito Federal fez muita gente voltar para casa sem atendimento nesse domingo (6). No único hospital público da Ceilândia, uma cidade com mais de 600 mil habitantes, o setor de emergência parou.
O hospital de Ceilândia fica a 30 quilômetros de Brasília. O rapaz que teve uma convulsão nem saiu do carro, porque o serviço de emergência estava suspenso.
A dona de casa Ana Paula Martins Oliveira levou o filho com febre alta e se desesperou, mas o pediatra também faltou. “Quase quarenta. Agora vou para casa dar um banho e pedir a Deus para ele ficar bom”, disse ela.
A falta de médicos revoltou quem precisou de socorro. “Isso é injustiça, não pode acontecer. A criança morre no meu braço, e aí?”, questionou Carolina Sampaio, apoio administrativo.
“A enfermeira aparece e diz que a gente está perdendo tempo. Se a gente tivesse condição de ir a um hospital particular, a gente não estava aqui”, acrescentou a dona de casa Ana Célia Oliveira.
O caos no atendimento também aconteceu em outros quatro hospitais da rede pública do Distrito Federal no domingo, a ponto de as próprias unidades de saúde admitirem em documentos encaminhados ao órgão que centraliza os pedidos de atendimento de emergência que não tinham condição de receber mais pacientes.
O diretor da unidade de pronto atendimento do Recanto das Emas alertou para a ausência de médico de plantão. O hospital de Brazlândia informou a superlotação na clínica médica. O de Ceilândia assumiu que não tinha como dar atendimento e pediu que os bombeiros e que o Samu não encaminhassem pacientes.
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal disse que vai investigar o que aconteceu no domingo, e se negou a revelar os nomes completos dos médicos que faltaram ao plantão.
“Falar de nomes que eventualmente não possam ser responsabilizados, nós não temos o direito de divulgar os nomes antes de fazer a sindicância”, explicou Elias Fernando Miziara, secretário-adjunto de Saúde do DF.
Sem médico e sem explicação, ficou o sentimento de desamparo. “Primeiro tem que morrer para atender a gente?”, desabafou a secretária Maria Messias Araújo.

VEJA A REPORTAGEM  NO LINK ABAIXO:

http://glo.bo/Zz6K9Q

domingo, 6 de janeiro de 2013

Mulher diz ter sido medicada com soro vencido em policlínica de MT

Comente agora

Neta da aposentada percebeu que o soro estava vencido. (Foto: Reprodução/TVCA)Neta da aposentada percebeu que o soro estava vencido.
(Foto: Reprodução/TVCA)
Uma aposentada de 57 anos passou mal após ser medicada com soro em uma policlínica de Cuiabá. Segundo Cecília Juliana de Oliveira, o medicamento utilizado estava vencido há quase dois meses. O fato ocorreu na noite desta quarta-feira (2) no Pronto Atendimento da Policlínica do bairro CPA 1 e a aposentada registrou boletim de ocorrência.
A Secretaria Municipal de Saúde afirmou em nota que as pessoas envolvidas no atendimento de Cecília estão sendo investigadas e se for constatado o erro serão tomadas as providências cabíveis.
Na data do fato, a aposentada estava com febre, dor de cabeça, dores no estômago e no peito, e foi levada pela família até a unidade hospitalar. Após a consulta, ela foi encaminhada para ser medicada, conforme recomendação do médico de plantão. Enquanto recebia o medicamento, a neta de Cecília percebeu que o soro estava vencido, com a data de 20 de novembro de 2012.
“A minha netinha ajudou a enfermeira a trocar meu soro. Foi quando ela disse 'Vó, deram soro vencido para a senhora'. Quando a enfermeira notou que ela viu que era soro vencido, ela simplesmente tentou tomar [o soro] da mão da minha neta”, relatou a paciente.
À reportagem, a aposentada informou ainda que se sentiu mal durante à medicação. “Eu fiquei zonza. Só que eu não sabia que tinha tomado soro vencido. Depois que a menina viu que estava vencido, eu imaginei que fosse por causa disso. Eu poderia ter morrido”, pontuou.
Cecília registrou boletim de ocorrência no 3º Batalhão da Polícia Militar no bairro CPA 4. A polícia informou que vai investigar o caso para saber se houve negligência por parte dos profissionais que fizeram o atendimento. Para a aposentada, outra pessoas podem ter passado pela mesma situação. “Eu quero pedir para que eles tenham consciência do que eles estão fazendo para não repetir o que fizeram comigo com uma criança, ou com uma outra pessoa que for ali”, ressaltou.
Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde determinou ainda que uma enfermeira e assistente social se deslocassem à casa de Cecília Juliana de Oliveira para averiguar seu quadro de saúde e adotar os encaminhamentos necessários para acompanhá-la.
Segundo a secretaria, por causa da exaltação da paciente não foi possível resolver o problema no momento em que o caso ocorreu. Na delegacia foi constatado que o medicamento venceu em novembro do ano passado. Na nota a secretaria afirma ainda que não há mais nenhum frasco deste soro no estoque da policlínica.

Assista a reportagem no link abaixo:

http://glo.bo/ZkGv6K

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Situação da rede pública de saúde continua caótica em 2012

Por todo o país, vemos hospitais superlotados, abandono e negligência, mas em meio a tantos problemas graves, alguns pacientes nasceram de novo. Mas foram raras as boas notícias. Faltou atendimento, elevador e socorro. Uma menina perdeu a perna depois de cinco dias à espera de internação. Também faltaram leitos. Em Brasília, não havia internação nem com ordem da justiça. A morte não espera. E a vida surpreende. O filho de Gislene acabou nascendo no chão do hospital de Ceilândia. E dona Antônia, aos 61 anos, teve gêmeos. Faltou cuidado e preparo. Crianças receberam ácido no lugar de sedativos em São Paulo e também em Belo Horizonte. No Rio, a desatenção foi fatal: dona Hilda morreu por um erro inacreditável, aplicaram café com leite na veia dela. Dona Palmirinha também não resistiu. Em São Luís, no Maranhão, a ambulância que não veio fez a diferença. Na contramão do descaso, a solidariedade, médicos obstinados e um pai generoso fazem um transplante que salvou uma vida. Mas quem espera pelo impossível? Duas obras, dois homens feridos de morte, um no pescoço e outro na cabeça. Os dois escapam. Nem o médico acreditou. Veja o vídeo da reportagem no lik abaixo:

http://glo.bo/WaexE6

"Ainsustentável linha, invisível, que separa o erro médico do crime médico."

Prezados leitores ,Não é por acaso que, frequentemente, o Brasil é premiado e reconhecido internacionalmente por suas ações, em relação às questões referentes aos direitos humanos. Parabéns aoSr. Lima e parabéns aos brasileiros e as brasileiras.Meu nome é Jupirena Stein. Sou brasileira, nascida no estado de Minas Gerais. Vivo nos Estados Unidos há mais de 40 anos.Através desse blog venho trazer ao conhecimento de vocês, leitores, fatos sobre uma instituição americana, a Kaiser Permanente, que é um consórcio de saúde multidisciplinar e um Hospital Escola, e que hoje atua em 9 estados, e também, no Distrito da Columbia, nos Estados Unidos.O mais relevante aqui é que os leitores entendam a importância desses fatos no sentimento de insegurança de uma sociedade e na vida de pessoas inocentes.Com o novo plano de saúde implantado pelo governo federal americano, o Quality, Affordable Health Care for All Americans, em todos os estado que atua, a Kaiser será responsável pelos cuidados médicos e hospitalares de todos os cidadãos americanos menos favorecidos, com um acréscimo de milhões de pacientes, a partir de 2014.A Kaiser Permanente tem como filosofia chegar cada vez mais ao sucesso financeiro, infelizmente distorcendo sua missão e negligenciando cuidados médicos a uma significativa parte dos seus atuais 8.9 milhões de membros. Sem o conhecimento do paciente e sob anestesia geral, experimentam novas técnicas cirúrgicas; implantam aparelhos e ministram medicamentos em fase de testes; vendem resultados de DNA; e ainda, dentre outros mais, introduzem enfermidades em pacientes que depois utilizam como matéria de pesquisa para os Programas de Pós-Graduação dos profissionais que desejam se especializar naqueles assuntos específicos da medicina. Com centenas de hospitais escola espalhados pelo País, capacitam, dessa forma, profissionais da área médica dos Estados Unidos e de outros lugares do mundo. Isso faz da Kaiser Permanente uma instituição extremamente poderosa e rica, com direito de voz no Senado Americano e na HHS - Department of Health & Human Services.Talvez esse poder todo os ajude a encobrir os seus crimes médicos.Eu sou uma de suas vítimas, dentre muitos mais. A Kaiser está envolvida em centenas de milhares de crimes médicos, fraudes dentro do sistema Médico Federal Americano o Medicare e Medicade. No site da própria Kaiser Permanente consta o nome de 22 unidades de saúde brasileiras que estão diretamente ligadas a ela: Agência Nacional de Saúde Suplementar Amil Assistência Médica Internacional S/AAmilParAmil Resgate EMSAmil Resgate SaúdeFederação das Unimeds de Minas GeraisFundação UnimedHospital Cardiotrauma -------------------------------------------------------------------------------- Page 2 Hospital PasteurHospital SamaritanoHospital TotalCorMedial SaúdeNúcleo Avançado de Gerenciamento e Informação em SaúdeParaná Clínicas Porto Seguro SAUnimed Belo HorizonteUnimed do BrasilUnimed FlorianópolisUnimed Governador ValadaresUnimed RecifeUnimed VitóriaUniversity of Sao Paulo Medical SchoolPenso em quantos brasileiros poderão estar na mão deles e como eu poderia lhes contar minha história, para que eles tenham a oportunidade de lutar pelos seus direitos a uma saúde digna.Penso muito mais nos riscos que a entrada da Kaiser Permanente no nosso Brasil pode acarretar à nossa área da saúde.Por gentileza, gostaria de contar com o apoio de vocês na divulgação do meu vídeo acima, pois, apesar de ter somente 4:04 segundos, é altamente esclarecedor. Jupirena Stein.


Obs:As informações acima,faz parte da divulgação da denúncia da Sra Jupirena Stein.