quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Jovem e bebê morrem no Pará

“Na noite do dia 24 de dezembro de 2012 uma jovem de 18 anos, grávida e pobre, moradora do bairro do PAAR, no município de Ananindeua-PA, em sinais de trabalho de parto, busca atendimento em uma clínica próximo à sua residência, denominada Clínica Modelo, localizada na Cidade Nova III. A jovem havia feito todo o pré - natal na Unidade de Referência Materno Infantil e seguia com a gravidez tranquila, obedecendo às orientações recebidas durante as consultas de rotina. Jamais poderíamos imaginar o que viria a acontecer. A futura mamãe foi internada e ficou sabendo que estava chegando a hora de sua primeira filha nascer. Logo teria início o seu suplício, pois apresentava sinais de que possivelmente não teria condições de ter parto normal, ou mesmo que ainda não havia chegado a hora do nascimento. Mesmo assim, foi submetida a vários procedimentos, como empurrar a barriga da mãe, tendo a médica forçado o nascimento do bebê, até que constatou a gravidade do momento, pois observou a morte do bebê e viu que a mãe também corria risco de morte. Nesse momento, a médica chamou o pai da criança e pediu que ele a acompanhasse até a Santa Casa de Misericórdia do Para, junto com a parturiente em carro particular, emprestado de um servidor do hospital. Ao chegar à maternidade, deixou a jovem aos cuidados da equipe que estava de plantão. A jovem foi bem atendida na Santa Casa, mas, infelizmente, nada mais podia ser feito, pois a criança já estava morta e a mãe, mesmo encaminhada com urgência para o CTI, tinha hemorragia muito forte, vindo a óbito logo depois. O atestado de óbito definiu como causa morte: choque hemorrágico, histerectomia por laceração uterina, cesariana por óbito fetal intra uterino. Neste trágico episódio, tivemos duas vidas ceifadas por um ato irresponsável de uma pessoa que não pode ser considerada médica. O nome de quem fez o atendimento é Vania e atende na Clínica Modelo. Pelas informações colhidas até o momento, ficamos sabendo que esta clínica já foi fechada por denúncias de desrespeito a vida e falta de condições hospitalares. Registramos uma ocorrência policial na Delegacia da Cidade Nova e aguardaremos as investigações. Diante dessa tragédia familiar nos perguntamos: Que tipo de atendimento recebeu essa jovem que levou a óbito sua filha, ainda no ventre? Que procedimentos foram dispensados à mãe para forçar um parto normal, quando a gravidez era sem riscos? Se o parto normal estava difícil, como foi alegado à família, porque não foi feita uma cesariana de urgência? Porque a médica fez o transporte da paciente até à maternidade Santa Casa de Misericórdia do Pará em carro particular? Porque o hospital não acionou uma ambulância? Quem vai responder por mais esta situação de desrespeito à vida? Como fica a família diante de uma violência contra a vida de duas pessoas, sendo um, recém-nascido e uma jovem de apenas 18 anos? Pedimos que o Conselho Regional de Medicina, o Ministério Público, a Secretaria Estadual de Saúde e os órgãos competentes tomem providências para apurar as responsabilidades diante dessas mortes inexplicáveis. Queremos justiça, chega de desrespeito à vida! Nossos contatos: Nazaré Sá (tia da jovem) – 91239131/ 81750053 Lena (irmã) 92198229”

Caos na rede municipal de saúde do Rio de Janeiro pode se agravar na virada do ano

sábado, 15 de dezembro de 2012

Saiba por que a Grã-Bretanha tem um dos melhores sistemas de saúde

Segundo a OMS, enquanto no Brasil apenas 44% dos gastos com a saúde são bancados pelos cofres públicos, na Grã-Bretanha o governo chega a cobrir 83% das despesas médicas e hospitalares.
O Jornal Nacional está apresentando, nesta semana, uma série de reportagens sobre a formação dos médicos no Brasil, mas nesta quinta-feira (13) o assunto é o ensino de medicina na Grã-Bretanha: um país que tem um dos melhores sistemas públicos de saúde do mundo.
O laboratório é a sala de aula. Nenhum aluno se forma em medicina na Grã-Bretanha sem fazer muita, muita pesquisa. Por isso, todas as universidades do país investem pesado em tecnologia de ponta.
O professor Gerome Breen, do laboratório de psiquiatria da universidade King's College, explica que faculdades e hospitais trabalham integrados no local, e o aluno pesquisa e pratica desde o primeiro dia de aula. Assim, segundo ele, quando o estudante termina o curso, é mais do que um simples médico, é um jovem cientista. E o mais importante: já está empregado.
Todos os médicos no país, quando deixam a universidade, trabalham para o NHS, sigla inglesa que define o sistema nacional hospitalar, equivalente ao SUS no Brasil. Só que o NHS é considerado o melhor sistema de saúde pública do mundo. Permite que os profissionais continuem estudando, se aprimorando. Paga bem. E o mais importante: é o mesmo salário para quem trabalha na capital, Londres, em uma cidade de porte médio ou em um pequeno município isolado. Assim, há bons médicos espalhados por todo o país.
No NHS os salários começam na faixa equivalente a R$ 15 mil por mês. No topo da carreira, por volta dos 40 anos de idade, o médico chega a ganhar R$ 40 mil mensais. Com salários equiparados, muitos até preferem ir para o interior, onde o custo de vida é mais baixo e dá para fazer mais economia.
“Para mim não faz nenhuma diferença trabalhar na capital ou no interior”, diz um estudante. “Longe dos grandes centros pode ser desafiador, uma boa oportunidade para desenvolver algo novo”, conclui.
Professores e estudantes destacam outra característica decisiva do ensino na Grã-Bretanha. No lugar só existem 31 faculdades de medicina para uma população de 60 milhões de habitantes.
“Qualidade não tem nada a ver com quantidade”, garante o professor Breen. Segundo ele, o importante é ter bons e não muitos profissionais, nem sempre à altura do que o cargo exige.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), na Grã-Bretanha tem quase três médicos para cada mil habitantes, e praticamente não há filas nos postos e nem nos hospitais.
Ainda segundo a OMS, enquanto no Brasil apenas 44% dos gastos com a saúde são bancados pelos cofres públicos, na Grã-Bretanha o governo chega a cobrir 83% das despesas médicas e hospitalares.
São poucos os profissionais que arriscam trocar o garantido NHS pelo cada vez mais competitivo sistema privado. Em Londres, os médicos particulares têm endereço nobre, Harley Street. Nessa rua de dois quilômetros, com clínicas dos dois lados, o Jornal Nacional encontrou o Dr. Milton Maltz. Há 33 anos, recém-formado, ele saiu do Rio Grande do Sul para se especializar em cardiologia em uma das melhores universidades de Londres. Graças às notas, foi convidado a ficar. Depois de 20 anos trabalhando para o NHS, arriscou-se na medicina privada. Mas nem por isso tem vida fácil.
''Eu tenho que fazer 50 horas por ano de estudos, tenho que ir para aulas, sou testado todos os anos pela Comunidade Médica de Londres. Você até tem que pegar referência do banco que você tem conta”, detalha ele.
Um sistema de saúde onde todo médico faz questão de trabalhar, e que serve de exemplo para o mundo. Honesto, eficiente, sobretudo, saudável.
fonte G1 Veja a reportagem no link abaixo:

http://glo.bo/UEzsQv

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Bebê sofre queimaduras por erro hospitalar em SP

http://www.band.com.br/jornaldaband/conteudo.asp?ID=100000560592

Fonte:Jornal da band.

Um bebê recém-nascido sofreu queimaduras graves por causa do erro de uma enfermeira em posto de saúde em Mauá, na Grande São Paulo. O medicamento usado para cicatrizar o umbigo se espalhou pelo corpo da criança e provocou ferimentos

Maria Eduarda, de apenas 14 dias, ficou com uma queimadura extensa que vai da barriga até a perna. Quando tinha seis dias de vida, por recomendação médica, uma enfermeira aplicou nitrato de prata em bastão para cauterizar o umbigo da criança.

A mãe acompanhou o procedimento, que deveria se repetir por uma semana. Na segunda aplicação, no entanto, algo deu errado e a menina chegou em casa com a queimadura.

A Secretaria de Saúde do município abriu processo administrativo para apurar o erro. A enfermeira foi afastada até a conclusão da investigação.

Investimento em tecnologia com professores dedicados diferencia faculdades de medicina

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Treze mil médicos são diplomados ao ano, mas faltam profissionais

O Jornal Nacional mostrou, na semana passada, que mais da metade dos recém-formados nas faculdades de medicina de São Paulo foi reprovada num exame do conselho regional da categoria. Nesta semana, o Jornal Nacional vai apresentar uma série de reportagens sobre a formação dos médicos no Brasil. Um país em que a maioria dos estados ainda carece de profissionais.
A cada ano no Brasil quase 13 mil alunos se formam em medicina segundo o Ministério da Educação. Mas, às vezes quando mais se precisa de um médico, ele não está lá. Mesmo numa cidade como São Paulo.
Temos no país 371 mil médicos e o problema, segundo a categoria, não é a falta, mas a má distribuição deles.
“Há uma concentração excessiva nas capitais e no litoral. Veja que na Região Sul, Sudeste, nos temos 70, em torno de 70% dos médicos do país. E na região Norte, temos o menor numero de médicos e, assim mesmo, uma grande maioria concentrado nas capitais”, afirmou Roberto D'ávila, presidente do Conselho Federal de Medicina.
O governo discorda, diz que faltam sim médicos no Brasil e critica as entidades de classe.
“Sob o pretexto que não é possível formar com qualidade, não apoiam a formação de novos médicos. Nós temos é que buscar garantir a qualidade, mas faltam médicos no Brasil”, ressaltou Aloizio Mercadante, ministro da Educação.
O ministro mira em países como Portugal e Argentina, que tem mais de três médicos por mil habitantes. Por aqui os números variam, mas temos menos que dois por mil.
Para chegar a 2,5 em 2020, foi criado o Plano Nacional de Educação Médica, lançado em agosto de 2011 durante a inauguração de uma nova faculdade em Garanhuns, Pernambuco.
“O nosso objetivo é aumentar em 4,5 mil o numero de médicos formados ao ano. E também interiorizar os cursos de medicina, mantendo um elevado padrão de qualidade”, disse Dilma Rousseff na ocasião.
Passar numa boa faculdade pública de medicina é um grande desafio. Em Garanhuns, no agreste de Pernambuco, não é diferente. No primeiro vestibular, cada vaga foi disputada por 56 candidatos. Quem passou só não sabia que depois teria que fazer muito mais do que estudar.
Logo de cara, eles fizeram greve para conseguir um laboratório, mas ainda falta de tudo: cadáveres para o estudo de anatomia? Não tem. A biblioteca? Não está completa. É um não atrás do outro. Laboratório de Habilidades? Não tem ainda. Biotério? Pesquisa? Também não. O que deveria ser um hospital-escola. Também não é.
“Esse hospital não tem condições de receber o estudante de medicina devido à falta de profissionais”, disse Carlos Roberto de Fraga, presidente do Centro Acadêmico.
O diretor da faculdade reconhece que a correria não ajudou.
“Nós tivemos 6 meses pra estruturação, vamos dizer assim, dessa parte inicial e aí atrasou o edital do concurso”, afirmou Pedro Falcão, diretor da Faculdade de Medicina de Garanhuns.
Com professores temporários, sem a necessária dedicação exclusiva, os alunos temem pelo futuro do curso, que é uma extensão da universidade estadual.
Há 20 anos o Brasil tinha 83, hoje tem 197 faculdades de medicina. É mais que Estados Unidos, que a China. No mundo só perdemos para a índia que tem 272 escolas médicas.
A expansão foi sentida por faculdades particulares tradicionais como a Gama Filho, do Rio de Janeiro, que alega ter perdido espaço no mercado, a chance de ter mais alunos, diante da proliferação de faculdades privadas mais baratas e de acesso mais fácil.
“Nós tivemos o problema da crise de concorrência no mercado, concorrência predatória. O impacto foi muito violento, foi muito forte”, revelou Gilberto Chaves, pró-reitor de saúde da Universidade Gama Filho.
O impacto foi sentido na Santa Casa, que é o hospital conveniado, onde há mais de 40 anos os alunos da Gama Filho aprendem toda a parte prática do curso. Para cortar gastos, 140 professores da Gama Filho, que eram também médicos da Santa Casa. foram demitidos.
No meio de enfermaria, uma aula reúne alunos de vários períodos. Essa é a união da medicina teórica com a prática. Uma cena que deveria se repetir várias vezes por dia, na Santa Casa do Rio de Janeiro. Mas não é o que acontece
Para que pacientes e alunos não fossem totalmente abandonados, 40 médicos permaneceram dando aula de graça.

http://glo.bo/X25PJ0

FONTE  G1:

Série mostra os erros médicos no Brasil

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Exame da Cremesp 2012 reprova mais da metade dos recém-formados em Medicina

Exame da Cremesp 2012 reprova mais da metade dos recém-formados em Medicina

Resultados divulgados nesta quinta-feira, 6, mostram que 54,5% dos estudantes avaliados não acertaram mais de 60% das questões. Avaliação foi boicotada por egressos da Unicamp

André Carvalho- iG São Paulo |
O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) divulgou nesta quinta-feira, 6, os resultados do exame destinado a estudantes recém-formados em cursos de medicina no Estado de São Paulo. Realizada desde 2005, a prova era opcional até o ano passado e, pela primeira vez, foi realizada de forma obrigatória.
Dos 2.943 estudantes recém-formados inscritos, 71 não compareceram (2,4 %), 347 se formaram em outro Estado (11,7%) e outros 114 (3,8 %) boicotaram a prova, assinalando em todas as questões a letra “b” ou apresentando respostas inconsistentes. Foram considerados válidos, então, 2.411 exames (81,9 % do total). Apesar do caráter obrigatório da prova, o não comparecimento – e o boicote -, não impedem os estudantes de obterem o registro profissional.
O resultado do exame mostra que mais da metade dos estudantes avaliados, ou 54,5%, foram reprovados, ou seja, não acertaram mais do que 60% das questões. A prova continha 120 questões das seguintes áreas de conhecimento: Clínica Médica, Clínica Cirúrgica, Pediatria, Ginecologia, Obstetrícia, Saúde Mental, Epidemiologia, Ciências Básicas e Bioética.
Para Renato Azevedo Jr., presidente do Cremesp, o resultado do exame é preocupante. “Quem não acertou 60% da prova tem graves problemas na formação e terão problemas no atendimento médico”. Bráulio Luna Filho, coordenador do exame, avalia como “lamentável” os resultados.
Áreas consideradas cruciais para a prática da medicina tiveram média geral de acerto abaixo dos 60%, como Clínica Médica (53,1%) e Saúde Pública (46,1%). Outras áreas de conhecimento avaliadas tiveram as seguintes médias de acerto: Saúde Mental (41%), Pediatria (55,5%), Ginecologia (55,4%), Ciências Básicas (61%), Obstetricía (63,1%), Clínica Cirúrgica (66,7%) e Bioética (66,9%). Os estudantes de faculdades públicas tiveram um índice de acerto de 63,74% de acertos, ao passo que os alunos de instituições de ensino privadas alcançaram um índice de 54,38%.
Em 2010:Prova prática para formados em medicina reprova 68% Em 2011:46% dos formandos não passam em teste do Conselho em SP
Os alunos receberão, confidencialmente, os resultados de seus exames e as universidades, os dados gerais de seus estudantes avaliados, sendo preservada a identidade dos alunos. Não haverá um ranqueamento das instituições que participaram da prova. “Vamos às escolas, conversar, para podermos avaliar como melhorar os cursos. Também iremos enviar um relatório ao Ministério da Educação”, afirma Rento Azevedo. Para ele, é função do MEC, acompanhar e avaliar os estudantes, durante a graduação.
Os alunos que faltaram à prova poderão se justificar e realizar o exame no próximo ano. De acordo com Reinaldo Ayer, coordenador do exame, até a presente data, apenas 2 candidatos dos 71 ausentes ainda não apresentaram uma desculpa formal para o não comparecimento. Segundo ele, caso um aluno não se justifique e não compareça ao exame no ano seguinte, há a possibilidade dele não obter o registro. Já os recém-formados que boicotaram o exame obterão o registro, mas apenas no dia 31 de janeiro, após terem analisados cada caso de forma particular.
O presidente do Cremesp afirma que “um médico recém-formado que tem como a primeira atitude boicotar um exame já começa errando”, completando que o baixo índice de estudantes que boicotaram a prova mostra que tal atitude foi um “fracasso”. Ele afirma, ainda, que não existe uma lei no Brasil que permita que uma avalição barre o registro de novos médicos, tal qual acontece com o exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) - há um Projeto de Lei do Senado, (PLS) 217/2004, de autoria do senador Tião Viana (PT-AC), que propõe a instituição do Exame Nacional de Proficiência em Medicina como requisito para o exercício da profissão.
Bráulio Luna é mais enfático nas críticas. “Quem boicota a prova faz parte de uma elite que se recusa a ser avaliada”, afirma. “São pessoas egoístas, que não querem colaborar para a melhoria do ensino de medicina no país”.
O outro lado
Presentes na sede do Cremesp para uma audiência com o presidente Renato Azevedo, estudantes da Unicamp reafirmaram a posição de boicotar o exame.
Elaine Vieira, recém-formada pela Unicamp, boicotou a prova, assinalando a letra “B” em todas as questões, mas respondeu, para sua própria avaliação, as questões, acertando 74% delas. Ela afirma que a “avaliação foi mal elaborada” e não testou a instituição e as competências do médico, “balizando o indivíduo”.
Boicote:Estudantes da Unicamp protestam contra Cremesp
Vieira afirma que “é papel do MEC, e não do Cremesp, avaliar os estudantes que se formam em Medicina”, ressaltando que o ideal seria um teste que avaliasse o aluno ao longo do curso, e não apenas ao término dele.
O estudante do 3º ano da mesma universidade, André Palma, concorda com Vieira. “Queremos uma prova semelhante ao teste progresso, que avalie também o corpo docente e a infra-estrutura da universidade”.
Para ele, o atraso na liberação do registro médico é uma clara punição aos estudantes que boicotaram a prova. Ele afirma que a reunião realizada nesta quinta, após a divulgação dos resultados da avaliação, tem por objetivo “agilizar a liberação da papelada”.

fonte:IG SP

sábado, 1 de dezembro de 2012

Ministro anuncia contratação de hospitais particulares para atender pacientes de emergências públicas do Rio

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, assina hoje uma portaria que garante verba ao estado e ao município do Rio para contratação de 160 leitos de enfermaria e 65 de UTI em hospitais privados e filantrópicos. Essas vagas serão ocupadas por pacientes atendidos em emergências. O objetivo é acelerar a transferência após a estabilização do doente, liberando os leitos de emergência. A medida faz parte do programa S.O.S. Emergência que, há um ano, vem implementando ações nos hospitais municipal Miguel Couto, na Gávea, e no estadual Albert Schweitzer, em Realengo.
No hospital da Gávea, o número de pacientes que procuram diariamente a emergência caiu de 1.100, em 2009, para 400, em março deste ano. A abertura de UPAs e Clínicas da Família na região ajudaram a reduzir a demanda, segundo o diretor do Miguel Couto, Luiz Alexandre Essinger. E, há quatro meses, desde a inauguração da Coordenação de Emergência Regional (CER), vizinha ao hospital, todos os casos clínicos são atendidos na nova unidade.
- Nossa emergência recebe hoje apenas doentes cirúrgicos, vítimas de traumas. A média caiu para 250 ao dia - diz Essinger.
Um dos principais problemas apontados pelo Cremerj e pelo Sindicato dos Médicos nas emergências do Rio, no entanto, não foi atacado pelo programa de ajuda federal. De acordo com o diretor do Miguel Couto, a verba disponibilizada pelo S.O.S. Emergência não pode ser destinada à contratação de médicos e pessoal de enfermagem para a unidade.
- Foram instaladas câmeras digitais de segurança que permitem ao Ministério da Saúde um monitoramento 24 horas, adquirimos equipamentos e camas elétricas, estamos implementando um sistema de informática que mede o tempo de espera para atendimento, para exames e para alta e vamos começar agora a mudar a gerência de estoque de farmácia. Fizemos um levantamento do que era necessário e a verba é depositada no Fundo Municipal de Saúde. A Secretaria municipal de Saúde faz as licitações e compra os equipamentos. Mas a verba não pode ser usada para contratar médicos - explica Essinger.
Padilha, no entanto, afirma que essa decisão é tomada pelo gestor local, no caso, a prefeitura.
- O S.O.S. Emergência é uma mudança na cultura e no consenso de como se organiza um serviço de urgência e emergência. O gestor identifica onde estão os principais problemas que atrapalham o fluxo na emergência, e pode, se julgar necessário, contratar para suprir a mão de obra nesse gargalo. É o que chamamos de equipe horizontal. Chefiada por um médico, essa equipe acompanha os pacientes que estão em observação, acelerando o fluxo de atendimento e a alta médica. O gestor tem essa autonomia. Se achar necessário, pode promover concurso público. Fica a critério dele - enfatiza o ministro.
De acordo com o ministério, o Miguel Couto já conta com 48 leitos de retaguarda - sendo 15 de UTI - para dar suporte à emergência. Ao todo, a unidade possui 436 leitos, sendo 53 de urgência. Os recursos destinados pelo governo federal ao S.O.S. Emergências somam R$ 3,6 milhões anuais para custear a ampliação e qualificação da assistência da emergência, e mais R$ 200 mil para apoio à informatização. Além disso, o Miguel Couto receberá mais R$ 4 milhões para aquisição de equipamentos. Ao todo, o hospital recebeu R$ 7,8 milhões de recursos para garantir a assistência e ampliação dos serviços.
Demissões na CER do Miguel Couto
Inaugurada em julho com a presença da presidente Dilma Rousseff e do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a CER do Miguel Couto foi planejada com a estimativa de realizar 600 atendimentos por dia. A nova unidade vem recebendo, no entanto, uma média de 150 pessoas diariamente, segundo o diretor da emergência, Josué Kardec. O resultado foi a demissão, este mês, de 40% dos pediatras, 17% dos clínicos, 50% dos fisioterapeutas e todos os fonoaudiólogos.
- Fizemos uma readequação, de acordo com a demanda da unidade. Diminuímos o número de pediatras no plantão de cinco para três, além de dois que ficam na rotina. Eram seis clínicos por plantão. Agora, são cinco - diz Kardec.
Na UTI da unidade, que conta com 35 leitos, são quatro plantonistas, além de um intensivista na rotina e outro na coordenação.
Os profissionais que trabalham na CER são contratados pela organização social Sociedade Espanhola.
O programa
O S.O.S Emergências é um programa estratégico do governo federal lançado em 2011 para qualificar o atendimento nas principais emergências no país. Além do Miguel Couto e do Albert Schweitzer (RJ), mais dez hospitais de grande porte, localizados em nove capitais, fazem parte do programa: Belém (PA), Recife (PE), Fortaleza (CE), Salvador (BA), Brasília (DF), São Paulo (SP), Belo Horizonte (BH), Goiânia (GO) e Porto Alegre (RS). Todos os hospitais selecionados são referências regionais, possuem pronto-socorro e realizam grande número de internações e atendimentos ambulatoriais. A meta é que até 2014 o S.O.S Emergências atinja os 40 maiores prontos-socorros brasileiros, em 26 estados e no Distrito Federal.


Fonte:

Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/rio/ministro-anuncia-contratacao-de-hospitais-particulares-para-atender-pacientes-de-emergencias-publicas-do-rio-6879232.html#ixzz2DsS5VgkY

 

Pais acusam hospital de negligência e erro médico em São Gonçalo, no RJ

O pai de um menino de 10 anos denuncia um hospital em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, por negligência e erro médico no atendimento à criança. Como mostrou o RJTV, deste sábado (1º), o caso já foi levado à Defensoria Pública.
Os hematomas no pé esquerdo apareceram no final de outubro. Davidson de Araújo foi atendido no Hospital Infantil Darcy Silveira Vargas, no Centro de São Gonçalo. Após um raio-x, os médicos recomendaram a imobilização do pé.
O garoto voltou para casa, surgiram marcas por todo o corpo. A família resolveu retornar ao hospital e, quando a tala foi retirada, os médicos notaram a infecção.
Uma tomografia, de 8 de novembro, não detecta fissuras nos ossos, mas indica a presença de alterações nos músculos. O exame sugere uma ressonância magnética para melhor avaliação. A ressonância até hoje não foi realizada.
Defensoria Pública
O pai do garoto procurou ajuda na Defensoria Pública, que emitiu cinco ofícios, exigindo com urgência o laudo completo e o prontuário médico. A resposta demorou 20 dias. O documento afirma que o paciente foi submetido à drenagem do abscesso, apresentou boa resposta e aguarda alta.
Mas de acordo com o pai, não houve melhora, e o filho não consegue andar. O menino continua sofrendo com dores e febre alta. Davidson, que completa 11 anos no domingo (2), está internado há um mês no hospital.
Segundo a família, dois pediatras já pediram a transferência do garoto para o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia, no Rio de Janeiro.
A administração do hospital não se pronunciou sobre a denúncia do pai de Davidson.
A Defensoria Pública informou que, em caso de desobediência, os defensores podem entrar com uma ação na justiça. Mas, apenas na segunda-feira (3), vai ser possível analisar o caso específico do hospital infantil.

Fonte G1 : http://glo.bo/TtIZsx

Criança é levada a UPA com garganta inflamada e quase amputa a perna

O que poderia ser uma simples ida ao médico em busca de tratamento para o filho de 4 anos para uma infecção de garganta se tornou um pesadelo para a dona de casa Angélica Soares da Silva Amorim, de 23 anos. Após tomar uma injeção de antibiótico na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de São João de Meriti, o pequeno Luiz Miguel passou a sentir reações estranhas e, em menos de 24 horas, corria o risco de amputar a perna direita.

Em 26 de outubro, Angélica levou o filho ao médico pela primeira vez para uma consulta, pois o menino estava com a garganta inflamada. Cinco dias depois, após tomar a medicação e não apresentar sinais de melhora, ela resolveu retornar à UPA do município.
“A médica me disse que era para continuar com a medicação em casa e que ela ia passar um antibiótico e que no dia seguinte ele ia estar bonzinho. Cheguei a perguntar se não tinha nenhum problema em função de alergias ao medicamento. Ela disse que não, que hoje em dia isso não acontecia mais e que atualmente não se faz mais o teste para ver se a criança tem alergia”, lembra Angélica.
Acreditando ser o melhor para o filho, ela concordou e deixou que aplicassem a injeção na criança. Segundo a mãe, apesar de saber que a injeção dói bastante durante a aplicação, o menino não pareceu sentir muitas dores nesta hora. “Assim que saí da sala e cheguei na recepção, ele começou a gritar que a barriga dele estava doendo e, em seguida, que a perna direita estava doendo muito. Eu colocava ele em pé e ele caía no chão”, diz Angélica.
Médica disse para a mãe que criança estava com 'manha'
De acordo com a mãe, apenas depois de uma hora a médica retornou para ver Luiz Miguel e, depois de examiná-lo, o colocou em observação. “Ela me disse que ele devia estar daquele jeito por ser a primeira vez que tomava a injeção e que acreditava que ele estava com um pouquinho de manha”.
Angélica com a filha de 2 anos no colo (Foto: Janaína Carvalho)Angélica com a filha de 2 anos no colo
(Foto: Janaína Carvalho)
Como toda mãe, ela não dormiu aquela noite e ficou monitorando o filho. Segundo Angélica, nenhum pediatra apareceu para ver como a criança estava durante a madrugada. Pela manhã, ao perceber que o pé do filho estava ficando amarelo e que a batata da perna e o pé estavam gelados, ela foi procurar a médica.

“A resposta que me deram foi que ele realmente tinha perdido um pouco do movimento e que não sabiam explicar o que tinha acontecido”, disse Angélica, afirmando que talvez todo o problema tivesse sido evitado se o filho tivesse recebido o atendimento adequado de imediato. Segundo ela, o conselho que recebeu na unidade foi que procurasse um hospital geral.
Foi terrível ver meu filho com a perninha toda aberta, naquele estado. Na hora dos curativos, mesmo ele estando sedado, ele gritava de dor"
Angélica Soares
Em nota, a secretaria municipal de Saúde de São João de Meriti informou que abriu sindicância para apurar o caso, mas que o resultado ainda não ficou pronto porque aguarda o relatório médico final sobre o diagnóstico e a evolução do quadro clínico da criança. A família de Luiz Miguel disse que pretende processar a prefeitura do município.

'O que ouvi naquele momento me deixou em choque'

Assim que chegou ao Hospital Adão Pereira Nunes, também conhecido como Hospital de Saracuruna, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, Angélica afirma que não foi dada a devida atenção à situação do menino. “A enfermeira disse que o caso dele não era caso de emergência, que teria que passar pela triagem normal. O médico examinou, enfaixou a perninha dele e o deixou jogado”.

Quase 24 horas depois de ter tomado a injeção na UPA de São João de Meriti é que Miguel foi operado. De acordo com Angélica, assim que a cirurgiã vascular olhou para a perna e o pé do menino, disse que precisaria fazer uma cirurgia de emergência. “O que ouvi naquele momento me deixou em choque. Ela disse que meu filho estava fraco, mas se não fosse operado naquele momento ele correria o risco de perder a perna”, lembra a mãe, ressaltando que daquele momento o menino foi levado direto para a sala de cirurgia e depois para o CTI, onde ficou 25 dias.
Miguel já foi submetido a duas cirurgias, mas ainda deve ser submetido a outras duas. Na primeira cirurgia foi retirado o tecido morto da batata da perna, deixando buracos nesta parte do membro da criança. Três dias após, a mesma coisa aconteceu na parte das nádegas onde o menino tomou a injeção e ele teve que fazer uma nova operação. “Praticamente a perna do meu filho toda tinha tecido morto”.

Nos próximos dias, uma nova cirurgia será realizada no pé de menino, onde os médicos avaliarão se há ou não a necessidade de amputar dois dedos. Uma quarta cirurgia será realizada para retirar tecido da perna esquerda e enxertar nas nádegas, na coxa e na batata da perna direita.

Mesmo sedado menino gritava de dor
“Fiquei em estado de choque. Como pode um negocinho tão simples, uma dor de garganta que toda criança tem, levar a uma situação dessa. Foi terrível ver meu filho com a perninha toda aberta, naquele estado. Na hora dos curativos, mesmo ele estando sedado, ele gritava de dor".

De acordo com a mãe, os médicos do Hospital de Saracuruna ainda não souberam explicar qual foi o erro cometido na UPA de São João de Meriti, se a enfermeira atingiu uma artéria ao aplicar a injeção ou se o medicamento da injeção estava contaminado. “Eles não sabem explicar, mas eles sabem que as lesões foram causadas pela injeção”, afirma a mãe, que foi informada que só receberá um laudo médico após a alta hospitalar da criança.

Na segunda-feira (26), Luiz Miguel saiu do CTI pediátrico, o que deixou a mãe feliz, mas que não, necessariamente, significa o fim dos problemas. “Evito falar as coisas perto dele agora. Ele já entende e fica perguntando se vai poder andar e brincar como antes. Eu não sei o que responder”, afirma a mãe, ressaltando que ainda não sabe quais serão as sequelas físicas e emocionais que seu filho terá.

Para ela, que tem uma filha caçula de 2 anos, dá para pensar duas vezes antes de levar um filho ao médico daqui para frente. “Sempre fui o tipo de mãe que nunca quis automedicar o filho. Preferia levar ao médico mesmo em casos de uma simples dor de garganta. Agora não sei, confesso que dá medo”. Depois de quase um mês dormindo na cadeira do hospital ao lado da cama do filho, Angélica foi pela primeira vez em casa nesta sexta-feira (30).

Fonte g1:      http://glo.bo/Yi4CTY

sábado, 24 de novembro de 2012

Mulher descobre gravidez durante cirurgia para retirada de útero no RS

Diagnosticada com câncer, uma dona de casa de Cruz Alta, na Região Noroeste do Rio Grande do Sul, descobriu que estava grávida durante uma cirurgia para a retirada do útero. O procedimento foi adiado para depois do nascimento do bebê, que passa bem, conforme mostra a reportagem do Jornal do Almoço (veja o vídeo).
Na barriga, Flávia de Paula Carvalho guarda as cicatrizes de uma cirurgia que acabou não sendo concluída. “Estou apavorada porque vou ter que passar por outra cirurgia, depois mais outra cirurgia”, diz a dona de casa.
Em maio, ao fazer o exame preventivo, Flávia ficou sabendo que tinha alguma alteração no útero. Um mês depois, a complicação foi confirmada. Mas apenas em setembro ela conseguiu fazer uma biópsia, quando veio a confirmação: ela tinha mesmo câncer de útero e precisaria ser submetida a uma cirurgia. Em outubro, durante a operação, a dona de casa recebeu uma notícia que mudou o rumo de sua vida.
“Quando eu cheguei lá, que ele (o médico) foi fazer a cirurgia, ele se deparou com um nenê. Para mim foi uma surpresa, foi uma surpresa para mim e pra ele”, lembra ela.
Segundo o médico obstetra João Pedro Cunha Calçada, por não haver a suspeita de que Flávia estava grávida, não foi pedido um exame mais específico que poderia detectar a gravidez.
“Foi indicado o procedimento cirúrgico dela, uns 45 dias antes do procedimento marcado. Para nós também foi uma surpresa, só quando a gente abriu a gente viu”, relata.
O obstetra não considera o caso de Flávia um erro médico ou negligência. Segundo ele, o sintomas em alguns pacientes demoram para se manifestar.
“(Não havia) nenhuma suspeita porque ela vinha tendo ciclos regulares durante toda a investigação para o procedimento da doença. Depois do procedimento, a gente fez alguns exames de rotina do pré-natal e ultrassonografia e até o momento não tem nenhuma manifestação de qualquer patologia que possa ter colocado em risco a gestação dela”, garante.
A dona de casa está grávida de cinco meses e esse não é o primeiro filho. É o quarto aos 35 anos de idade. Agora, ele recebe acompanhamento médico e a cirurgia para retirada do útero será feita 90 dias após o parto.

Veja a reportagem  no link abaixo:
http://glo.bo/XGwpNy
 

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Jovem morre durante cirurgia de lipoaspiração no ES, diz família

A técnica de enfermagem Luana Balestrero Borges, de 25 anos, morreu durante cirurgia de lipoaspiração, nesta segunda-feira (12), em Vitória. O G1 ligou para o Hospital Santa Paula, onde a cirurgia foi realizada, mas recebeu a informação de que o diretor não estava no momento e que o hospital ia se pronunciar ao longo do dia.
Segundo o namorado de Luana, Adilson Júnior, a causa da morte não foi informada na certidão de óbito. "O Instituto Médico Legal deu autorização para enterrar o corpo, mas retirou alguns órgãos para análise e disse que o resultado pode demorar até dois meses para ficar pronto", disse.
Adilson afirma que acompanhou Luana em todos os exames e foi com ela ao hospital no dia da cirurgia. Segundo ele, os dois chegaram ao hospital às 6h e a cirurgia estava marcada para começar às 7h."O médico disse que a cirurgia ia demorar cerca de duas horas e meia. Por volta de 9h30, o médico me disse que ela tinha morrido. Ele falou que achava que no final da cirurgia um pedacinho de gordura pode ter entrado em uma artéria e causado embolia", conta.
A família de Luana estava muito abalada com o ocorrido. O pai dela, Carlos Borges, afirma que tentou convencer a filha a não fazer a cirurgia."No sábado, ela veio à minha casa e disse que estava alegre porque a cirurgia estava marcada para segunda-feira. Ela queria fazer, porque achava que ia ficar com o corpo mais bonito. Falei para ela não fazer, que a gente vê na imprensa que essas meninas fazem e muitas vezes, quando não morrem, ficam mutiladas. Eu falava que ela não precisava de cirurgia, mas ela queria fazer", conta o pai.
MensagemLuana enviou uma mensagem para o celular do ex-marido Leomar Ferrani, com quem viveu por dois anos. Ela dizia estar preocupada. “Estou me internando agora, cirurgia complicada. Ora por mim. Caso aconteça algo, cuida bem da Rebeca. Obrigado por tudo. Beijo, Luana”, dizia a mensagem. Rebeca era a cadela do casal, que ficou com Leomar.
Ele diz que Luana já vinha sofrendo com outro problema de saúde. “Ela me mostrou um raio-x de um problema no útero que, segundo o médico dela, já estava agravado a mais de um ano. Estava uma ferida muito grande e precisaria fazer uma raspagem para fazer uma biópsia e saber o problema dela. Ela disse que sentia muitas dores e quase não conseguia andar”, contou.
SindicânciaO Conselho Regional de Medicina (CRM) informou que vai abrir sindicância para apurar o que aconteceu. Será apurada a conduta do médico e do hospital. O prazo para a apuração é de 60 dias, podendo ser prorrogado.

Veja o vídeo no link abaixo:

http://glo.bo/SJuMqW

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Jovem morre após susposto erro médico em Santa Luzia



Parentes de uma jovem de 24 anos denunciam que ela foi vítima de erro médico na noite desta terça-feira (13) na Unidade de Pronto Atendimento (Upa) São Benedito, em Santa Luzia, na região metropolitana de Belo Horizonte. Ingrid Aparecida de Paula Martins morreu após ser diagnosticada com sintomas de bronquite.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Família de paciente que morreu por um possível erro médico fala sobre descaso em hospital

Segundo a família, o paciente avisou que tinha alergia a um remédio, e ainda de acordo com os parentes, mesmo assihttp://globotv.globo.com/tv-tribuna/jornal-tribuna-1a-edicao/v/familia-de-paciente-que-morreu-por-um-possivel-erro-medico-fala-sobre-descaso-em-hospital/2233757/m, o médico e a enfermagem ignoram o alerta, e ele recebeu a medicação

Hospitais investem na capacitação de profissionais em Uberlândia, MG

Medida visa prevenir erros cometidos por trabalhadores da área da saúde.
'A maior preocupação é garantir a segurança dos pacientes', diz gerente.

Do G1 Triângulo Mineiro
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Alguns hospitais de Uberlândia, no Triângulo Mineiro, estão preocupados com a profissionalização dos colaboradores e começaram a investir em treinamentos de capacitação dentro das próprias instituições.

O programa de prevenção em um hospital particular localizado no Centro de Uberlândia tem pouco mais de um ano e meio e o diretor da unidade comemora os resultados. "As úlceras, as escaras, os pacientes há muito tempo acamados com aquelas feridas e machucados nas costas e calcanhar não existem mais no hospital. As infecções por onde se pega a veia para colocar a agulha para modular o soro e a medicação também não existem mais. Então o controle de infecção hospitalar nosso está dentro de um padrão internacional", garantiu o médico e diretor, Luizote de Freitas.

Na cidade, há outro hospital da rede privada que também prefere reforçar a capacitação e só depois efetivar o funcionário. Mesmo depois de formados e com diploma na mão, os técnicos de enfermagem começam a trabalhar usando um boneco. O treinamento dura dois meses e, até chegar ao final, eles só podem fazer procedimentos nos pacientes sob a supervisão de um enfermeiro. "Orientamos e treinamos estes profissionais às vias certas de medicação para que executem isso na prática", afirmou a enfermeira supervisora Rosângela Rodrigues.
A iniciativa foi tomada em virtude da sequência de erros cometidos por funcionários de unidades de saúde em todo o Brasil. Como em toda profissão, o começo da carreira dos funcionários da área da saúde também é difícil. Mas o que está em questão nos hospitais é a vida dos pacientes, que não pode ser colocada em risco por erros. “A nossa maior preocupação é garantir a segurança dos nossos pacientes. Pensando nisso, nós começamos a desenvolver um projeto voltado à educação continuada das pessoas que já estão conosco e as que estão entrando agora", explicou a gerente de enfermagem, Cléria Rodrigues.

A técnica em enfermagem Karitta Afonso passa pelo treinamento. Ela chegou ao hospital há duas semanas e reconhece que não está preparada. "Eu senti uma insegurança muito grande e, quando a gente entra no hospital, recebe explicações e palestras com profissionais muito bem qualificados, o que para nós é muito bom porque nos ajuda bastante", comentou.

Veja a reportagem no link abaixo:
http://glo.bo/Zv4ygt
 

Caso Wemerson

vou resumir a tragédia da minha vida:no dia 02/07/2009 exatamente no dia do aniversário de 10anos de idade do meu sobrinho Wemerson(Juninho) ele passou mal ,precisou ser enternado e constataram então que era apêndici,ai então depois da cirurgia nunca mais ele foi normal;desde então o Juninho nunca mais andou ,falou ,passou a respirar através da traquiostostomia alimentar por uma s...
onda na barriga,atrofiou braços e pernas,passou por tantas provações tudo isso por causa de um anestesista covarde ,sem alma que simplesmente decidiu parar a vida de uma criança indefesa.A familia sofre junta com a mãe este pesadelo inaceitavel.Sandro o Juninho veio a obito no dia 14/10/2012 hoje faz 24dias que estamos com um aperto tão grande no coração,como essa criança lutou 03anos,03meses e 11dias em cima de uma cama.O que nos conforta é a presença de DEUS estampada nos labios do Juninho através dos seus sorrisos.Hoje o caso ta na justiça,mas so DEUS sabe se um dia a justiça dos homens sera feita,hoje a certeza que temos é que o nosso bebê virou um ANJO para morar ao lado de DEUS.Aqui em itabira as pessoas tem muito medo de tudo principalmente por que esse tal falso profissional nunca foi denunciado no conselho de medicina e continua exercendo a profissão nos nossos dois hospitais,Nossa Senhora das Dores e no Carlos Chagas .È muito trisre,doi demais,mas precisamos confiar na justiça dos homens e principalmente na de DEUS que jamais esta falhará.Um abraço

domingo, 4 de novembro de 2012

Bebê morre e mãe culpa maternidade em Goiás: 'Deixaram ele morrer'

Uma família de Aparecida do Rio Doce diz que a falta de vaga em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) neonatal e de ambulância podem ter causado a morte de um bebê da Maternidade Municipal de Rio Verde, no sudoeste de Goiás. Depois da morte do filho recém-nascido, Sharlene dos Santos não quis continuar no hospital e está muito abalada. “Era o sonho de uma vida inteira. Eu planejei tudo e deixaram o meu filho morrer”, desespera-se a mãe. Em Rio Verde, não há UTI neonatal na rede pública. A cidade mais próxima que possui esse atendimento é Santa Helena, onde, de acordo com o hospital, só são atendidos pacientes com traumas ortopédicos. Nesse caso, o recém-nascido teria de ser levado para Goiânia. “Primeiro, não tinha vaga para levá-lo para Goiânia. Quando surgiu a vaga hoje [quarta-feira (31)], às 7h, não tinha ambulância para transportá-lo”, diz, chorando a dona de casa Maria de Fátima Cabral, sobrinha do pai do bebê. Os funcionários da maternidade não quiseram gravar entrevista, mas falaram à equipe de reportagem da TV Anhanguera que todas as providências foram tomadas para o caso. O problema, justificaram, foi a falta de ambulância para a transferência do bebê para Goiânia. “Eu comprei o enxoval do meu filho com guarda-roupa, berço e tudo. Eu não quero mais nada daquilo para que a minha mulher chegue em casa e veja tudo dentro do quarto, sem a criança”, desabafa o pedreiro e pai do bebê, Geocimar Cabral de Freitas. Fonte G1 VEJA A REPORTAGEM NO LINK ABAIXO: http://glo.bo/Ukgkpe

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Justiça de SP autoriza exumação do corpo de atriz morta em lipoaspiração

O Tribunal de Justiça de São Paulo informou nesta quarta-feira (31) que foi autorizada a exumação do corpo da atriz Pâmela Baris do Nascimento, que morreu na mesa de cirurgia depois do seu fígado ser perfurado em uma lipoaspiração no bairro do Ipiranga, na Zona Sul da capital paulista. Ela foi sepultada em São Francisco do Sul, em Santa Catarina. O prontuário da paciente, de 27 anos, e demais documentos relativos ao hospital onde a cirurgia aconteceu já foram entregues à polícia na terça-feira (30). O médico utilizava a sala do Hospital Green Hill para fazer as cirurgias plásticas. Segundo a polícia, o hospital é habilitado e tem os equipamentos adequados para fazer o atendimento necessário em caso de urgência. saiba maisPolícia investiga morte de atriz durante lipoaspiração em SP Família de modelo de SC que morreu em lipoaspiração pede justiça De acordo com o delegado que investiga o caso, Evandro Luiz de Melo Lemos, do 17º Distrito Policial, enfermeiros devem ser chamados a depor. A polícia investiga se houve algum erro médico durante a cirurgia e por que o médico liberou o corpo da paciente antes de comunicar a autoridade policial, o que caracterizaria fraude processual. O delegado afirmou que está em contato com a polícia de Santa Catarina, que está empenhada em realizar os trabalhos o mais rápido possível. Atriz Pâmela morreu durante lipoaspiração (Foto: Arquivo Pessoal/Divulgação) A morte de Pâmela aconteceu em 19 de outubro, mas o caso só foi registrado no 17º Distrito Policial, na segunda-feira (29), depois que a tia veio de Santa Catarina. A demora para fazer o registro chamou a atenção da polícia. Se ficar comprovados o erro médico e a má fé na condução da liberação do corpo sem a comunicação à polícia o médico pode pegar pelo menos 1 ano e 3 meses de detenção. O G1 tentou fazer contato com o médico que fez a cirurgia, mas não obteve retorno. Em nota, o hospital afirmou que a instituição "jamais registrou caso que se assemelhasse" a este e que todos os seus profissionais são habilitados para os procedimentos que realizam. "Foi aberta uma sindicância interna para apuração dos fatos. Todas as informações colhidas serão documentadas e entregues às autoridades competentes conforme solicitação", diz a nota divulgada na terça. Estudante De acordo com um amigo, Pâmela, que chegou a fazer participações nos programas de Rodrigo Faro, da Record, e Celso Portiolli, do SBT, também estudava biomedicina em uma unidade das Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU). Segundo a família, Pâmela sempre foi vaidosa, principalmente depois que passou a ser modelo. Ela já tinha feito pelo menos duas cirurgias no nariz, colocado silicone e se submetido a uma lipoaspiração há um ano.
Fonte G1 http://glo.bo/Uh7mcx

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Lei prevê atendimento de pacientes com câncer no SUS em até 60 dias

O projeto de lei que determina um tempo de espera máximo para pacientes com câncer foi aprovado pelo Congresso na terça-feira (30). O paciente que receber o diagnóstico da doença terá direito a tratamento pelo Sistema Único de Saúde em 60 dias, no máximo. Para passar a vigorar, a lei depende ainda da assinatura da presidente Dilma Rousseff. Atualmente, a média nacional para uma mulher começar um tratamento contra a doença no SUS é de seis meses, segundo a Femama, federação que reúne entidades filantrópicas de apoio contra o câncer. Acompanhe o Jornal Hoje também pelo twitter e pelo facebook. Relatório do Tribunal de Contas da União aponta que no Brasil, em 2010, o tempo médio entre a data do diagnóstico e o início de um tratamento de quimioterapia foi de mais de 76 dias e para radioterapia passou de 113 dias. Segundo o oncologista João Nunes, fechar o diagnóstico é o principal gargalo da rede pública de saúde. “O paciente leva muito mais tempo procurando meios exequíveis para realizar o diagnóstico do câncer do que o tratamento efetivo da doença”. O objetivo do projeto é dar às pessoas que dependem do governo para se tratar cuidados parecidos com os dos pacientes que podem pagar pelo atendimento. Os planos de saúde têm, no máximo, 21 dias para começar o tratamento contra qualquer tipo de câncer. A falta de estrutura para cumprir a lei é uma preocupação dos médicos, já que a espera custa mais que dinheiro. “O risco é o câncer se espalhar, aumentar. Ele pode ter um custo maior para o tratamento e menos efetivo”, afirma o oncologista. A filha de Audrey Anne tem dois anos e está com câncer no abdômen. A menina iniciou o tratamento no Hospital da Criança, em Brasília, um mês depois de descobrir a doença. Hoje ela está bem e Audrey sabe que a rapidez fez a diferença. “É muito importante porque a probabilidade e chance de cura é muito maior”, relata. Pacientes com câncer e com outras doenças graves têm o direito de sacar todo o saldo do fundo de garantia. Para saber quais são os documentos exigidos para a liberação do FGTS. Fonte G1 VEJA O VÍDEO NO LOIK ABAIXO: http://glo.bo/UhtJym

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Exame 2012 -CREMESP

Diretores da Casa apresentam o número oficial de inscritos a representantes de universidades paulistas Ayer, Renato e Bráulio durante o encontro com escolas médicas do Estado “A preocupação do Cremesp na criação de um exame de proficiência no Estado está focada exclusivamente na qualidade do ensino médico e na formação de profissionais adequadamente preparados para o exercício da Medicina no país”. Com esta afirmação, Renato Azevedo Júnior, presidente do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), abriu o encontro com representantes de faculdades paulistas de Medicina para apresentar o total de inscritos na capital e no interior. O evento aconteceu na noite de segunda-feira, 29 de outubro, na sede da Casa. "A busca pela qualidade do ensino médico no país é a principal proposta, embrionária, do Exame do Cremesp", afirmou o presidente do Cremesp Ao lado do diretor e 1º secretário Bráulio Luna Filho, e do conselheiro Reinaldo Ayer de Oliveira, ambos coordenadores do Exame, Renato, chamou a atenção dos presentes para o fato de que sua implantação obrigatória representa um passo inicial, embrionário, para avaliar o ensino médico no Estado. “A prova será arquivada e o seu resultado mantido em sigilo”, garantiu o presidente da Casa. “Não haverá divulgação de um ranking de escolas com melhor ou pior resultado, e o Conselho se propõe a conversar com cada uma das universidades após a computação dos resultados”, informou Renato. Representantes de escolas médicas: debate esclareceu dúvidas com relação ao exame obrigatório Bráulio, ao fazer um breve histórico da aplicação do Exame do Cremesp desde 2003, lembrou que a proposta de sua criação esteve fundamentada na questão: “como o Conselho poderia contribuir para a formação médica de qualidade no país?” Ao citar que ainda não existe um sistema adequado de avaliação das escolas médicas no Brasil, enfatizou que é urgente a criação desse sistema dentro da própria universidade. Para ele, “é preciso que não se permita a formatura de alunos que apresentem comportamento de risco para o exercício da profissão”. Luna Filho salientou que o Conselho não tem autoridade para impedir o funcionamento de escolas que apresentam má qualidade de ensino, “mas pode auxiliar com ideias que melhorem ou estabeleçam critérios para uma avaliação acadêmica permanente, inserida no sistema de ensino brasileiro e suas peculiaridades.” Para Reinaldo Ayer, como a Comissão Interinstitucional de Avaliação do Ensino Médico (Cinaem) optou por acatar um processo de análise externa das escolas, a iniciativa de uma prova cognitiva entre os acadêmicos, durante ou ao final do curso, não deveria representar surpresa para as universidades. Ao responder às duvidas dos presentes, Ayer frisou que o corpo de conselheiros da Casa não participa ou interfere na elaboração das questões da prova do Exame do Cremesp. Também informou que a escola, após receber a pontuação obtida no exame, deverá decidir se divulga ou não a nota a seus alunos. Quanto às notícias sobre possível resistência de alguns estudantes em participar da prova, o presidente da Casa afirmou que, se fundamentadas, não há razão para esse tipo de reação: “o exame é gratuito e não irá prejudicar o formando sob nenhuma hipótese”. Durante o encontro, o vice-presidente do Cremesp, Mauro Aranha, salientou que o exame tem como desafio ser um complemento às outras iniciativas já vigentes e que também avaliam a formação médica com a proposta de melhorar o atendimento da população no sistema público de saúde. Ao final, Renato, Bráulio e Ayer agradeceram o empenho das faculdades de medicina em estimular seus alunos a participarem do Exame do Cremesp, frisando que sempre foram bem recebidos pelos acadêmicos, com ética e respeito, durante as visitas itinerantes realizadas pelo Conselho para informar e debater sobre a avaliação obrigatória. Participaram do encontro, representantes das faculdades de Medicina de Jundiaí, Botucatu, Santa Casa de S. Paulo, Marília, Barão de Mauá, Mogi das Cruzes, Taubaté, Castelo Branco, Fernandópolis, Catanduva, PUC-Campinas, Bragança Paulista, São Camilo, ABC, Votuporanga, Morumbi-Anhembi e S. José do Rio Preto, além da Escola Paulista de Medicina. Pelo Cremesp, estiveram presentes Akira Ishida, Carlos Alberto Bacheschi, Clóvis Francisco Constantino, Marco Tadeu, Nacime Salomão Mansur, Sílvia Mateus e Rui Tanigawa. Fotos: Osmar Bustos

Formandos em medicina serão obrigados a fazer exame de avaliação para obter registro | Carta Capital

Formandos em medicina serão obrigados a fazer exame de avaliação para obter registro | Carta Capital

Caso Amanda Virginio

Meu caro amigo venha por meio deste email mostrar todo meu sofrimento pois perdi uma filha com apenas 21 anos e minha neta. vou resumir um pouco o que aconteceu com a minha familia nesse periodo,no dia 29 de abril de 2012 minha filha saiu para ter a filha que ela tanto sonhou e nao mais voltou para os braço de sua familia esse caso derepente o senhor ja deve ate ter assistindo na tv pois foi muito divulgado na media.pois bem ela deu entrada na MATERNIDADE CARMELA DUTRA no MEIER as 19 horas e so foram tirar o bebe as 04 da manha depois de varias manobras assassinas feita com a minha filha resultado o bebe nasceu mais nao chorou como e de costume em todo RN minha filha AMANDA VIRGINIOPEREIRA veio a falecer as 06.45 da manha do dia 30 de abril de 2012 deixando sua filhinha KAUANNE VICTORIA MACHADO VIRGINIO PEREIRA em estado muito grave,meu amigo minha netinha deste quando saiu do ventre de sua mae permaneceu em COMA ate o dia que veio a falecer(05 de agosto de 2012)como vc pode ver nao divemos nem dia das maes nem dias dos pais nesse ano.Agora vc imagine o sofrimento desta familia. Espero que o amigo leia esse email e me mande resposta deste ja fico no aguardo um abraço e vamos tentar acabar com essa impunidade no nosso BRASIL.

Caso do Sr. Carlos da Tapeçaria em Roseira SP

LAMENTáVEL, fato ocorrido13/10/2012 no Pronto Socorro (SUS)de Roseira São Paulo, Aparecida SP e Pronto Socorro de Guaratinguetá SP. Caso do Sr. Carlos da Tapeçaria em Roseira SP Leiam até o final, por favor... Uma dificuldade respiratória fez com que meu pai fosse até Pronto Socorro de Roseira acompanhado de minha irmã Tatiana no dia 13/10, e um canalha que se diz médico o atendeu com Ironia por meu pai ser um ex fumante, sem mesmo efetuar qualquer exame e ouvi-lo, já diagnosticou Enfisema Pulmonar pois bem, senão bastasse o médico disse a ele que só existia uma saída para o caso dele : _Só se você trocar os dois pulmões ou andar o resto da vida com um cilindro de oxigênio nas costas!!! Bárbaro não! _ AH ! E continue usando o seu medicamento (nome medicamento preservado); que fora prescrito no dia 09/10/2012 no PS de Aparecida São Paulo por outro médico. No dia 14/10 ele continuava a passar mal e deu entrada no PS de Guaratinguetá SP Cidade Natal de frei Galvão com minha irmã as 15h39min minutos, após as 16:30 fortes dores abdominais desencadeava seu grave estado de saúde: o médico então disse situação de Emergência! O medicou e iniciou exames até que saísse os resultados , pois ele estava em boas mãos , tão logo acabara o turno de trabalho do médico as 19:00hs; e o resultado ainda não estava pronto Ao descobrir que éramos de Roseira SP 20 Km Dalí , a chefe da enfermagem( nome por enquanto preservado) nos disse que meu pai não podia receber atendimento no PS daquela cidade! Por residir de Roseira; Sob uma forte pressão solicitei então a transferência dele o mais rápido possível más sem êxito! O Descaso então começou no PS de Guaratinguetá SP!! e meu pai era deixado de lado sentado numa cadeira de rodas até 00:00 horas como se fosse um excluído agonizando de dores sem cuidados médicos num local totalmente sem higiene de péssimas Instalações, apenas uma pequena bolsa soro na veia era o que lhe restava . Somente por volta das 00:00 horas, ele recebeu um leito na Santa Casa. Uma sucessões de exames de Raio X continuaram a serem feitos más o diagnóstico não veio a tona. Havia-se cogitado em um exame de tomografia que foram adiando até se passar 21 horas de internação e a cada minuto que passava o desespero se instalava nos familiares, e em mim principalmente filho mais velho dele que não o abandonei sequer. No dia 15/10 as 11:35 minutos , pressentíamos o pior se algo não fosse feito , iniciamos uma batalha dentro da Santa casa de Guaratinguetá e nos dirigimos de imediato a direção e dissemos que íamos chamar os veículos de comunicação de rádio da cidade; após esta ocorrência as situação começou tomar o rumo desejado. Aos exatos 12:05 minutos meu pai foi levado ao local onde fizera a tomografia ,isso deveria ter sido feito no dia anterior, Após feito o exame na Santa Casa o mesmo foi levado Ao Laboratório Santa Rosa para ser laudado! Por volta das 17:00 a chefe da enfermagem da Santa Casa nos informou que não tinha Motorista e nem carro para buscar o laudo e somente pessoas autorizadas teriam permissão para buscá-lo... Que Vergonha!!! Após as 18:00 somente chega o laudo atestando que o caso era cirúrgico com resultado de rompimento de uma Úlcera Gástrica ! por volta das 19:00/ 15/10/12 ele foi levado ao centro cirúrgico e operado. A cirurgia “parecia” ter sucesso más o diagnóstico desesperador com 26:30 horas na espera para ficar pronto, comprometeu a cirurgia agravando o estado de saúde de meu Pai , muito ácido gástrico vazou do estômago , contaminando seu sangue e nem com potentes e múltiplos antibióticos foi o suficiente!! Após 72h00hs após a cirurgia meu Pai veio a falecer na Santa Casa de Guaratinguetá SP. Após sucessivos erros e omissão meu pai já estava em seu leito de morte ! Más ele lutou... lutou.. como um Guerreiro pela sua sobrevivência



++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++ Certidão de Óbito Causa da morte : Asseptcemia com Úlcera Duodenal Perfurada. Ele não faleceu por problemas respiratórios , e sim pelo problema Gástrico e devido a Omissão de socorro e Negligência no atendimento no Pronto Socorro de Guaratinguetá, Aparecida e Roseira (SP). Os profissionais da área da Saúde estudaram tantos anos de suas vidas, almejaram tanto a profissão e tiveram coragem de fazer isso com um ser humano! Malfeitores. Meu Pai Que contribuiu 35 anos de sua vida para a Previdência Social! Há seis meses recebia sua almejada aposentadoria. Quando precisou do Sistema Público de saúde pela primeira vez na vida! Entrou andando e falando do PS de Guaratinguetá/ Santa Casa e saiu de lá dentro de um a caixa de madeira... ... Trabalhador ajudou o crescimento do País, foi professor de inglês e matemática, vasto conhecimento na área Metalúrgica industrial e metrologia, tinha como Hobbie transformar matéria prima em móveis... Muito talentoso cidadão de bem, Pai de família com cinco filhos, 10 netos, esposa, duas irmãs e uma mãe de 93 anos de vida! Fica a revolta e indignação da família em saber que médicos omissos/enfermagem que o atenderam fizeram o juramento para Salvar Vidas; imaginem se não houvesse este Juramento! Na Verdade a Medicina hoje é meramente comercial e a vida está em segundo plano. Quem tem dinheiro paga pelo tratamento e quem não tem MORRE! Não generalizando as classes é claro. Clamamos por Justiça!...Para que meu Pai não fique apenas nas estatísticas de negligência, e erros médico e isso parem de ocorrer nos Hospitais da Rede Pública de Saúde Pronto Socorro SUS. Apelamos para que alguma autoridade se sensibilize e nos dê apoio. Esse tipo de tratamento representa ofensa à Constituição Federal (em especial aos artigos 1º, inciso III, 3º, IV, 5º caput e inciso III, 196 e 198, inciso II), que estabelece como fundamento do país democrático em que vivemos a dignidade da pessoa humana, estabelecendo expressamente que ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante. A saúde é um direito de todos e um dever do Estado, que tem a obrigação de proporcionar um atendimento integral e digno. Além disso, fere também a Lei que criou o SUS - Sistema Único de Saúde (Lei 8080/90) que garante o acesso aos serviços de saúde de maneira eficaz e sem qualquer discriminação. Diante do exposto, solicito providências no sentido de que esse tipo de tratamento prejudicial ao cidadão (ã) seja imediatamente coibido, bem como os responsáveis pelos maus tratos a mim dispensados sejam devidamente punidos. Meu Pai .. Eterno amigo! AH que Saudades ! Carlos Antonio de Paula *1946 +2012-10-18 Conhecido por Sr. Carlos da Tapeçaria em Roseira. Roseira, 25/10/2012. ASS: Alessandro Carlos de Paula .(filho) –––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––––– Denuncie: 0800 619 619 Câmara dos Deputados Brasília dê o seu voto a favor de punição basta contra erros médicos. Acesse o site abaixo WWW.bastacomoserrosmedicos.blogspot.com Projeto de Lei 6867/2010 / Está tramitando no Palácio do Planalto . Repassem este relato. Agradecimentos da Família do Sr. Carlos.
 

sábado, 27 de outubro de 2012

Conselhos de enfermagem não podem fiscalizar cursos, diz Cofen

Após os casos de erros de profissionais de enfermagem que causaram a morte de duas idosas no Rio de Janeiro, o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen) afirmou, em nota, nesta segunda-feira (22), que "por uma decisão da justiça brasileira, os conselhos de Enfermagem não podem fiscalizar as escolas e cursos superiores de enfermagem no país". Segundo a assessoria do Conselho Regional de Enfermagem (Coren-RJ), essa atribuição é responsabilidade da Secretaria do Estado de Educação, no caso de cursos técnicos, e do Ministério da Educação, quando se trata de cursos superiores. A Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro declarou ao G1 que "é dever da Seeduc inspecionar se o aluno cumpre o currículo estabelecido pelos cursos. Entretanto, não cabe à Secretaria fiscalizar o conteúdo pedagógico destes cursos. No caso do curso técnico de enfermagem, o Coren é responsável por fiscalizar os supervisores dos estagiários nos hospitais". Mas, de acordo com o Coren, "a responsabilidade por fiscalizar os supervisores dos estágios nos hospitais é de competência da unidade de saúde. Ao Conselho Regional de Enfermagem cabe fiscalizar o registro legal e a habilitação dos profissionais que atuam na unidade". A Secretaria estadual de Educação informou ainda que estas fiscalizações se dão por meio de autuação de processos administrativos. O acompanhamento das unidades escolares integrantes do Sistema Público Estadual se dá por meio de visitas regulares de Professores Inspetores Escolares. saiba maisEstagiária que aplicou café na veia declara que nunca havia dado injeção Prefeitura diz que falha foi da estagiária que aplicou café em idosa Jovem que aplicou café com leite na veia de idosa tinha só 3 dias de estágio Idosa que recebeu café com leite na veia é enterrada sob aplausos Idosa morre após receber café com leite na veia e família acusa estagiária Cremerj vai apurar morte de idosa que teve sopa injetada na veia Idosa morre em Barra Mansa, RJ, após ter sopa injetada na veia Menino que recebeu ácido em hospital continua em estado grave Crianças têm queimaduras após tomar sedativo em hospital de SP Por meio de nota, o MEC informou que "é responsabilidade do Ministério da Educação a fiscalização de todos os cursos superiores oferecidos por instituições de educação superior da rede privada e federal, incluindo os cursos de Enfermagem. Já no caso de cursos técnicos, de educação básica – caso das matérias citadas – a responsabilidade é das secretarias estaduais e conselhos estaduais de educação (no caso de escolas estaduais) e secretarias municipais e conselhos municipais de educação, se a escola for da rede municipal de ensino. Isso porque, na educação básica, o pacto federativo brasileiro garantia autonomia das redes de ensino em relação ao MEC". O Coren prometeu entrar nesta segunda-feira com uma denúncia no Ministério Público contra o Posto de Atendimento Médico de São João de Meriti, onde uma idosa morreu depois de receber café com leite na veia. Os fiscais fizeram uma vistoria no domingo (21) e encontraram diversas irregularidades, conforme mostrou o Bom Dia Rio. A fiscalização só começou depois de três horas de espera. Representantes do Coren contam que foram barrados por seguranças do Posto de Atendimento Médico (PAM) de Meriti quando chegaram ao local. “Fomos impedidos de entrar para exercer a fiscalização do exercício da profissão”, afirmou Pedro Silva, presidente do Coren. Descumprimento de resolução "No caso específico do município de São João de Meriti/RJ envolvendo uma estagiária de Enfermagem, o referido Posto de Atendimento Médico aparentemente descumpriu a Resolução Cofen 371/2010, que determina a presença obrigatória do Enfermeiro na supervisão de todas as atividades desenvolvidas pelo estagiário de Enfermagem", diz o Conselho Federal, em nota, acrescentando que "vem tomando todas as medidas cabíveis a fim de apurar as responsabilidades" juntamente com o Coren. A visita do Coren aconteceu exatamente uma semana depois que a idosa, de 80 anos, morreu no posto. A estagiária que teria injetado café com leite engano foi indiciada pela polícia. Segundo a família da idosa, não havia nenhum profissional responsável por perto. Os fiscais dizem que neste domingo, apenas um enfermeiro e nove técnicos estavam trabalhando. Um dos técnicos estava há 36 horas em serviço, 12 horas a mais que o permitido. O ideal é que em um posto com capacidade para 70 leitos, cada turno conte com oito enfermeiros e 25 técnicos de enfermagem atendendo. Os fiscais disseram que é preocupante o PAM de Meriti funcionar com tão poucos profissionais de enfermagem. O presidente do conselho disse que nesta segunda vai tomar providência para tentar resolver o problema. “Vamos entrar, junto com o Ministério Público, na segunda-feira, e uma ação civil pública de imediato na segunda-feira também”, afirmou Silva. Moradores do município fazem diversas críticas ao serviço prestado pelo PAM. “Primeiro, você nunca encontra médico ali, só encontra esses estagiários, e socorro ali é um problema sério”, afirmou uma moradora. A produção do Bom Dia Rio entrou em contato com a prefeitura de São João de Meriti para questionar sobre as reclamações dos pacientes, mas não teve retorno. A estagiária de enfermagem Rejane Moreira Telles, de 23 anos, que no último dia 14 aplicou café com leite na veia de Palmerina Pires Ribeiro, declarou ao Fantástico deste domingo que nunca havia injetado qualquer tipo de medicação antes. Rejane, que segundo o delegado da 64ª DP, Alexandre Ziehe estava há apenas três dias no estágio, disse ter consciência do risco de injetar na veia o que seria aplicado em alimentação oral. "Mas, como estava junto, qualquer um se confunde", defendeu-se. Sopa na veia Em outro caso, ocorrido em 8 de outubro na Santa Casa de Barra Mansa, no Sul Fluminense, uma idosa de 88 anos morreu após ter recebido sopa na veia. Ilda Vitor Maciel estava internada desde o dia 27 de setembro, após ter um acidente vascular encefálico, que paralisou metade do corpo. De acordo com a família de Ilda, na noite de 7 de outubro a idosa esperava por mais uma refeição, que era uma sopa. "Injetou foi na veia. Quando injetou na veia, minha mãe pegou e começou a se bater, colocou a língua para fora e começou a se bater. Eu fiquei assustada e fui e chamei a enfermeira", disse a filha. Ilda foi medicada, mas morreu 12 horas depois. A ficha de informação que solicita a necropsia, assinada por uma médica da Santa Casa, apresenta o acidente como provável causa da morte, e sugere embolia pulmonar, quando as veias do pulmão são obstruídas. Em 10 de outubro, o Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj) abriu uma sindicância para apurar as causas da morte da idosa em Barra Mansa. Fonte: G1 Assista o vídeo no link abaixo: http://glo.bo/TN3UG4

Comissão vai investigar morte de bebê em incubadora de hospital

Uma comissão formada por funcionários da maternidade Santa Helena, em Ilhéus, na região sul da Bahia, vai investigar as causas da morte de um bebê de 12 dias, ocorrida na quarta-feira (24). Os pais dizem que a filha deles morreu porque foi exposta à temperatura muito alta em um procedimento de fototerapia, conhecido como "banho de luz".
O laudo que vai apontar se houve falha humana ou técnica fica pronto em 30 dias. A médica que atendeu o bebê e o técnico de enfermagem que acompanhou a menina no procedimento continuam trabalhando normalmente.
O provedor da Santa Casa de Misericórdia de Ilhéus, Eusínio Lavigne, que também administra a maternidade Santa Helena, informou que a incubadora onde o bebê morreu não está sendo utilizada. O equipamento foi retirado de operação para passar por avaliação técnica.

A criança nasceu com icterícia, problema comum em recém-nascidos, que deixa a pele e os olhos amarelados. Os pais dizem que o bebê foi exposto a uma temperatura muito alta e acabou morrendo. Na noite de quarta-feira, a mãe da criança percebeu que havia algo errado e chamou enfermeiros do hospital. “Estava quente demais lá. Eu senti ela durinha já. A gente espera um filho e por causa de uma irresponsabilidade deles a criança está morta", disse Cleidiane Ribeiro.
Na certidão de óbito, consta que o bebê morreu de distúrbio metabólico, hipertermia, que é temperatura elevada, e fototerapia dupla. A família de Tainá disse que já procurou um advogado para mover uma ação contra a maternidade. “Não vamos colocar na Justiça por interesse pelo dinheiro porque isso não vai pagar a vida de uma criança. Espero que isso não aconteça nunca mais, com ninguém”, afirmou o pai de Tainá, Marcone Souza.
Procedimento
A fototerapia é feita na própria incubadora. Uma luz fluorescente é colocada, geralmente, no alto da incubadora. Essa luz reduz a icterícia. O procedimento pode durar dias e, nesse período, é preciso muito cuidado com a hidratação do paciente. Em equipamentos novos, quando a temperatura aumenta, um alarme é disparado e o aparelho desliga automaticamente, mas o equipamento usado para o banho de luz de Tainá não tinha esse sistema.
“Era um bebê pequeno, baixo peso, prematuro, que tinha dificuldade na alimentação, que precisou de uma fototerapia. O funcionário estava do lado, mas não viu. Foi tudo muito rápido”, afirmou a pediatra Mônica Raiol.
Fonte : G1 Assista o vídeo no link abaixo: http://glo.bo/U35Pql

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Estagiária que injetou café com leite em veia de paciente admite que não tinha preparo

A estagiária que injetou café com leite na veia de uma paciente admite que não tinha preparo. O erro dela custou a vida de uma senhora de 80 anos. Há um ano, o Fantástico denunciou a formação deficiente e as más condições de trabalho de muitos desses profissionais, uma realidade que pouco ou nada mudou até agora. “Injetei o leite e botei pelo lugar errado”, afirma Rejane Telles. Era seu terceiro dia de estágio para ser técnica em enfermagem. Fantástico: Alguma vez você tinha realizado algum tipo de procedimento, nem que fosse como treinamento, como dar injeção, esse tipo de coisa? Rejane: Não. Fantástico: Nunca? Rejane: Nunca. Mesmo assim, Rejane Telles, junto com outra estagiária, fez um procedimento que sabia que não podia fazer, provocando a morte de uma senhora de 80 anos. Dona Palmerina comemorou muito seu último aniversário há menos de três meses. Chegou aos 80 se sentindo vitoriosa. Longo caminho desde que, analfabeta, tinha ficado viúva aos 40 anos, com 16 filhos pra criar. “Minha mãe lavava roupa, costurava para fábrica, levava a gente para escola e lutou por nós. Nenhum filho ficou sem estudar, alguns são formados. A dificuldade era tão grande que aquela que estudava de manhã utilizava o material daquela que estudava de tarde”, conta Loreni Ribeiro. Desde que a mãe morreu, os filhos se reúnem todos os dias na casa onde ela plantou um jardim e cultivou uma família que permanece unida diante de muitas adversidades. A última foi a doença, que chegou pouco depois da festa de aniversário, uma pneumonia que se complicou e levou a duas internações hospitalares. A última foi no posto de atendimento médico de São João de Meriti, na Baixada Fluminense. A filha Loreni estava com a mãe, quando chegou a hora de dona Palmerina receber alimentação por sonda. “A alimentação que a gente chama de sonda, a alimentação enteral é decorrente de um problema que a pessoa não consegue se alimentar pela boca”, explica o especialista em terapia nutricional do Hospital Antonio Pedro, Armando Porto Carreiro. Um tubo inserido pela boca ou pelo nariz conduz o alimento diretamente para o estômago ou intestino, dependendo do caso. As estagiárias injetavam o alimento quando Loreni percebeu que alguma coisa estava errada: “Eu vi minha mãe se debater, buscar o fôlego no ar. Ela abria e fechava a boca. A menina colocou meio copo de café com leite na veia da minha mãe”. O café com leite foi direto para o coração e pulmão, e ela parou de receber oxigênio. Foi um procedimento desastroso, comandado por uma estagiária que ainda nem se formou no curso técnico de enfermagem Fantástico: Você tem consciência do risco que é injetar intravenoso o que deve ser uma alimentação oral? Rejane: Tenho. Fantástico: Você sabia o risco que havia de injetar no lugar errado? Rejane: Sabia, mas, como estava junto, qualquer um se confunde. Porto Carreiro discorda: “É bastante fácil de diferenciar um do outro. É difícil você confundir. A sonda de alimentação enteral é de material diferente, muito mais calibrosa que o catéter venoso profundo. E a conexão, tanto de uma quanto de outra, são bastante diferentes”. Fantástico: Não te passou pela cabeça chamar a supervisora e dizer 'olha, eu não estou com segurança sobre qual é qual aqui'? Rejane: Me passou pela cabeça chamar. Sendo que a outra menina, que estava do meu lado, falou que sabia e que ia me ensinar. A outra é Luciana Carvalho, que estava no primeiro dia de estágio. Elas sabiam que, por lei, estagiários não podem aplicar medicação na veia ou alimentos via sonda e afirmam que, mesmo assim, obedeceram à ordem que teria sido dada pela técnica em enfermagem Rayane da Silva Inácio. Rejane: Ela falou, para mim e para outra estagiária que estava do meu lado, para ir fazendo os procedimentos, mas não deu explicação nem de que e nem como. Fantástico: E onde estava a técnica em enfermagem quando tudo isso aconteceu? Rejane: Continuou sentada no posto de enfermagem, jogando no celular ou brincando no celular. “Eu estou convencido que elas receberam uma ordem para fazer. Mas no curso, durante o curso e pelo supervisor da escola, também foi dito que elas não poderiam fazer sem a supervisão”, afirma o delegado da Polícia Civil do Rio Alexandre Ziehe. Até agora, a polícia indiciou quatro pessoas por homicídio culposo, quando não há intenção de matar: as estagiárias Rejane e Luciana e as técnicas de enfermagem Rayane e Adriele da Silva. Os erros cometidos são comuns. Duas semanas atrás, dona Ilda Maciel, de 88 anos, morreu num hospital de Barra Mansa, no estado do Rio, depois de ter recebido sopa na veia, injetada por uma técnica. “Foi um erro muito grande. Isso não podia ter acontecido de jeito nenhum. Se ela fez isso com a minha mãe, ela faz com mais pessoas”, afirma Rute Maciel, filha de dona Ilda. Em São Paulo, Bruno, de 2 anos, está com a vida por um fio. No mês passado, ele deveria ter recebido um sedativo para se acalmar na hora de fazer um exame, mas o que deram para ele tomar foi um ácido usado na remoção de verrugas. Isso também aconteceu com Letícia, de 4 anos, neste mesmo hospital da região metropolitana de São Paulo. “Ela não chegou a ingerir. Se tivesse ingerido, ela estaria igual ao Bruno”, diz Patricia da Silva, mãe de Letícia. A menina conseguiu cuspir o ácido. Escapou das lesões internas, mas ficou toda queimada. Um ano atrás, uma reportagem do Fantástico mostrou vários casos de erro de enfermeiros e técnicos em enfermagem. Em São Paulo, a menina Ana Clara tomou ácido em vez de sedativo neste hospital, que alega ter prestado toda a assistência à menina e à família. Os pais entraram na justiça. E a enfermeira que administrou o ácido chegou a ser afastada, mas já voltou a trabalhar. A reportagem mostrou também o erro que matou dona Maria Laurentino em Missão Velha, no Ceará. A técnica Socorro Ribeiro foi afastada, mas continua a receber o salário, enquanto aguarda o julgamento por homicídio culposo. “Os erros acontecem. Não é só responsabilidade do profissional. Temos que considerar todos os problemas que existem dentro do sistema de saúde”, afirma a presidente do Conselho Federal de Enfermagem, Marcia Cristina Krempel. Um desses problemas denunciados pelo Fantástico é o da formação profissional. Um curso técnico na mesma cidade cearense não tinha laboratório, o que não é permitido. Um ano depois, ele continua funcionando sem autorização. Segundo o Conselho Estadual de Educação, o curso será denunciado ao Ministério Público. Fantástico: Você acha que você é uma pessoa preparada pra cuidar da saúde dos outros? Rejane: Agora, eu vejo que não. Mas, neste sábado (20), Rejane voltou a frequentar as aulas do curso técnico de enfermagem. Por telefone, o diretor da escola, que se identificou apenas como Sérgio, disse que ela é uma excelente aluna e que vai receber o diploma ao fim deste ano. Fantástico: Você esta revoltada com o que aconteceu? Loreni: Não. Se os olhos delas fecharam dessa forma, com certeza foi para que houvesse uma grande mudança. A gente não tem o plano, mas a gente tem onde ser socorrido. Então que seja um bom socorro. Assisa o vídeo:http://tinyurl.com/9gtpeuq Fonte :FANTASTICO.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Ajeane Melo Melo há 9 horas . HOJE É 18 DE OUTUBRO DIA DO MÉDICO E QUERO APROVEITAR PARA DESEJAR UM INFELIZ DIA DO MÉDICO AO TAL QUE FEZ ISSO COMIGO! NÃO TÔ AQUI PARA CAUSAR DÓ E NEM PENA NAS PESSOAS E NEM FAZER SENSACIONALISMO ALGUM, TÔ AQUI PRA MOSTRA QUE SOU A PROVA VIVA DA INPUNIDADE BRASILEIRA.SÃO 13 ANOS CORRENDO ATRÁS DE JUSTIÇA, POIS ESSE MAL PROFISSIONAL ESTAR AI ATUANDO COMO MÉDICO E ATÉ CONCORREU NAS ULTIMAS ELEIÇÕES DO DIA 7 DE OUTUBRO EM CATU -BAHIA, O MESMO FOI BENEFICIADO PELA JUSTIÇA BAIANA SENDO ABSOLVIDO NO SUPERIOR TRIBUNAL DE JUSTIÇA POIS CORRE OS BURBURINHOS POR AQUI QUE A MULHER DELE É JUIZA! OQUE VALE MAIS HOJE A VIDA OU O PODER DO DINHEIRO? EU QUERO JUSTIÇA, EU PRECISO VER ESSE HOMEM CONDENADO NO SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA EM BRASILIA. POR FAVOR AMIGOS QUE ODEIAM E PROTESTAM CONTRA QUALQUER FORMA DE INPUNIDADE CURTAM E COMPARTILHEM ESSA FOTO!!! PRECISO DISSO PARA LAVAR MINHA HONRA E MINHA DIGNIDADE POIS NA EPOCA MESMO DO CASO ELE FOI EM UMA RADIO LOCAL DIZER QUE EU ERA PORTADORA DE DOENÇA VENÉREA , OS CONSELHOS ESTADUAL E FEDERAL PROVOU O CONTRARIO QUE ELE FOI NEGLIGENTE INPRUDENTE E IMPERITO! Magnum Seixas Sacramento,Romisson Silva,Helani Melo,Cleide Cleyde Reis,Alexandra Reis,Ana Ana Carolina Araújo,Gilda Figueiredo DE Oliveira,Michel Santos,Cleiton Dantas,Kleiton Gonçalves,Gera Requião, Alexnalda Melo Mota, Mila Vasques, Ana Paula, — com Pt Bahia e outras 45 pessoas.
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terça-feira, 16 de outubro de 2012

Idosa morre após receber café com leite na veia

http://globotv.globo.com/rede-globo/rjtv-1a-edicao/t/edicoes/v/idosa-morre-apos-receber-cafe-com-leite-na-veia/2190020/
Uma mulher de 80 anos morreu, na noite deste domingo, após ter café com leite injetado na veia no Posto de Atendimento Médico (PAM Meriti). Segundo a família, Palmerina Pires Ribeiro deu entrada na unidade no dia 3 de outubro com infecção renal. No domingo à tarde, uma estagiária teria aplicado o alimento no lugar do medicamento. A manicure Ângela Batista, de 39 anos, disse que a avó estava se recuperando bem e teria alta nesta segunda-feira: - Ela já estava falando e reconhecendo as pessoas, mas, no sábado, o médico achou melhor colocar a sonda porque ela não estava se alimentando direito. Por volta das 16h, uma estagiária foi dar o lanche da tarde aos pacientes e em vez de aplicar o café com leite na sonda, aplicou na veia, onde deveria ser injetado medicamento. Na mesma hora, ela começou a se debater. Gislane Ribeiro, de 33 anos, neta de Palmerina conta ainda que, na tentativa de reverter a situação, o médico orientou a família a buscar um medicamento no Hospital Geral de Bonsucesso, já que a unidade não tinha o remédio. - O médico me deu a receita por volta das 19h, dizendo que não tinha o medicamento no hospital.. Agora a direção disse que eles tinham dentro da unidade e que aplicaram nela. Isso é mentira. A direção da unidade se reuniu com a família na manhã desta segunda-feira e disse que tinha o medicamento e que ele foi aplicado na senhora. No entanto, nenhum prontuário nem laudo foi entregue aos parentes de Palmerina. O caso foi registrado na 64ª DP (São João de Meriti). Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/rio/baixada-fluminense/idosa-morre-depois-de-ter-cafe-com-leite-injetado-na-veia-na-baixada-fluminense-6400627.html#ixzz29SKI1qaT Fonte:Jornal Extra on-line

Caso Andressa Victória

Olá! Eu sou Isabelle de Sá, vou contar um pouco da minha triste história (a respeito da perda da minha bb) ... Bom, minha filha Andressa Victória nasceu bem em 13/09/11, mas precisou ficar internada pq eu tive infecção urinária na gestação, daí no 7 dia de internação dela, qdo ela já estava prestes a ter alta, ela teve febre, com isso, sua alta foi adiada.... no dia seguinte, ao chegar no hospital, me deparei com uma correria, o atendente agendando centro cirúrgico para minha princesa ...quase tive um "troço" ali, pois não sabia o que estava acontecendo ao certo, e eles não haviam me comunicado anteriormente ... não me pediram autorização. Eles alegaram que ela precisava fazer uma cirurgia de Megacólon (colostomia), pois estava com muitos gases e seu intestino não tinha inervação (não funcionava) ... na hora achei estranho, porque ela evacuava normalmente ... mas eles diziam que era isso, ou minha filha poderia morrer. Na hora, não sabia nem o que era essa cirurgia direito, mas depois com calma pesquisei a doença e vi que hoje devido ao avanço da medicina, quase não se faz colostomia ...eles colocam uma espécie de "cano" do intestino ao ânus, e depois retiram ... e para obter o diagnóstico da doença, são necessários exames tais como: ressonância ou tomografia com contraste e etc., na minha filha fizeram apenas um rx comum (o que dificultaria com certeza a visualização do intestino), e saiu também o resultado da biópsia da parte retirada, onde comprova que o mesmo funcionava e tinha sua inervação normal. Devido a cirurgia, minha filha precisou ficar entubada, e eles a cada dia aumentavam a sedação dela, alegando que ela brigava com o respirador ... (o que seria normal, para uma criança que respirava sozinha e normalmente até então), Daí eles encontraram dificuldades na extubação, porque infelizmente minha filha já havia acostumado com o oxigênio, e demorou cerca de 1 1/2 (mês) para ela sair do TOT (devido a este tempo de sedação, ela adquiriu hipotonia, que é uma diferenciação no tônus/pele ... ao pesquisar e ler a bula do medicamento midazolan, vi que ele, se usado por tempo prolongado pode acarretar esta doença). Mas graças à Deus, esta fase passou e ela chegou a ter alta hospitalar no dia 08/03/12, foi o dia mais feliz da minha vida ... depois de tanta luta, tanto tempo dentro de um hospital, passando por tantas negligências, despreparo por parte de alguns profissionais, que eu e toda minha família não nos cansávamos de comemorar este dia ... sendo que antes dela ter alta, eu parecia estar pressentindo algo, perguntei a médica: Não é necessário fazer nenhum "check-up", exames (pois o último exame feito, tinha cerca de +/- 1 mês), antes de irmos embora? ... eu estava achando ela um pouco pálida, mas ela disse que não, que era coisa da minha cabeça ... como estava doida p/ir logo para casa, não insisti ... tivemos alta +/_ às 16:00h. Ao chegar em casa minha filha não queria mamar direito, eu notei que ela estava com febre ... fiz contato com pediatra que pediu que desse dipirona e observasse. Ela foi medicada e passou, mas no dia seguinte 09/03/12 por volta de 10:00h, fomos ao posto de saúde dar as primeiras vacinas dela ... as atendentes ficaram com medo, porque ela estava com 6 meses e teria um monte de vacinas atrasadas (pois até então, não havia tomado nenhuma) ... e resolveram chamar uma pediatra, que veio logo, e ao olhar minha filha, não autorizou dar as vacinas, notou que minha princesa estava muito cansada, com cianose, sudorese e novamente com febre ... ela nos orientou a retornar imediatamente ao hospital, eu custei a acreditar e falei Drª ela teve alta ontem, pelo amor de Deus ... ela disse: é mãe eu entendo, mas sua filha não está nada bem, vá agora!! Queria até chamar a polícia e os bombeiros p/nos acompanhar. Chegando no hospital, o médico plantonista a colocou direto no oxigênio e havia suspeita a principio de pneumonia ... mas que após exames (Rx) foi descartada, mas através dos exames laboratoriais foi visto, que ela estava com uma infecção urinária fortíssima, ia ficar internada no 1º dia e depois iria retornar para casa e continuar o tratamento c/antibióticos ... só que isso não aconteceu, ela tomava o remédio injetável e a cada aplicação ela ficava roxa ... eu questionei, mas tudo era normal! Daí ela foi tendo complicações respiratórias novamente, e sua alta foi anulada + uma vez, os dias foram passando ... Um dia ela começou com fortes dores abdominais (abdomêm super distendido), só de encostar em sua barriga ela chorava (Obs: sem o som ... porque até isso lhe tiraram), mas eu a conhecia, fui logo e chamei a médica, que veio a consultou e confirmou as dores, passou medicamento que aliviou no momento... passado dia percebi que ela não tolerava mais ficar de barriga para cima, que o oxímetro (marcador da saturação e coração) despencava, ela só ficava bem de barriga para baixo (bruço). Comuniquei também aos médicos, o que para eles era normal também, diziam apenas ... sua filha está só cansada da posição! Quem me dera! Minha filhota estava com insuficiência respiratória, eu pedi encarecidamente com muita dor no coração, ao médico plantonista para que a entubasse novamente (mesmo sabendo da luta enfrentada anteriormente p/saída dela do tubo), porque ela não estava aguentando respirar. Assim foi feito na sexta-feira dia 06/04/12, ela melhorou no momento, mas depois começou com febre, evacuando preto (o que também era normal p/ a médica plantonista), mas que através de uma fisioterapeuta foi feito testes com água oxigenada e visto, que na realidade aquilo escuro, era sangue ... minha princesa estava com hemorragia interna !!!, começou a sair também uma secreção amarronzada e fétida do tubo (obs: segundo informações de alguns funcionários, isto estava acontecendo com todas as crianças que estavam entubadas) .... Estava um andaço de infecção hospitalar, e no dia 10/04/12 minha linda não resistiu e veio a falecer... Com ela, infelizmente também foram várias outras crianças (em um curto período que passei neste hospital RRM Tijuca (antiga SEMEG), foram 28 crianças mortas ... o que é um absurdo!! Após o óbito também fomos surpreendidos por + um descaso, o hospital não possuía geladeira ... tinha apenas um frigobar, que mal cabia uma garrafa de água, minha filha ficou por +/- 8hs (até resolvermos o sepultamento), em cima de uma pedra mármore, em lugar horrível, que mais parecia um depósito de lixo. Levei o caso até a delegacia 18º D.P, onde o caso está sendo investigado ... como o próprio delegado comentou, o referido hospital não apresentou alvará de funcionamento!!! Eu pedi autópsia do corpo de minha pequena, mas ainda aguardo laudo do IML ... por isso, ainda não fui mais a fundo no caso. Mas em breve, se Deus quiser e com ajuda de todos irei conseguir meu objetivo, que é que o mesmo feche as portas para que não aconteça o mesmo com outras crianças e seus familiares. Agradeço à atenção de todos! Um forte Abraço! Se você conhece alguém que já teve problemas neste hospital, junte-se a mim nesta luta. Abaixo segue o link com a minha reportagem, passada no Brasil Urgente na band.