sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Saúde: Rede pública e privada apresentam atendimentos ruins

Seja na rede pública, ou privada, os impostos e o pagamento de um convênio médico não são garantias de que o cidadão terá um bom atendimento em hospitais por todo o Brasil. Na reportagem são mostrados exemplos de descaso na saúde, como a demora no atendimento de uma mulher com glaucoma.




Veja também: No Rio de Janeiro, jovem com traumatismo craniano morre após passar por cinco hospitais e não conseguir atendimento

Veja a reportagem na íntegra no link abaixo
 
http://www.facebook.com/l.php?u=http%3A%2F%2Fwww.youtube.com%2Fwatch%3Fv%3D_f7WyUnf_A8%26feature%3Dshare&h=HAQDszGqjAQDi_Fuxd9CaV5pADtxMT1uTeqX2IxhSC5vFqg

terça-feira, 27 de setembro de 2011

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Relatório da Secretaria de Fazenda mostra que governo investiu apenas R$ 564,80 na Central de Regulação este ano - Rio - Extra Online

Relatório da Secretaria de Fazenda mostra que governo investiu apenas R$ 564,80 na Central de Regulação este ano - Rio - Extra Online

Família de aposentado que morreu em frente ao Hospital de Saracuruna registra caso na delegacia - Rio - Extra Online

Família de aposentado que morreu em frente ao Hospital de Saracuruna registra caso na delegacia - Rio - Extra Online

Médico manda mulher viva para o necrotério - O Globo

Médico manda mulher viva para o necrotério - O Globo

Secretário estadual de Saúde instala gabinete de crise no Hospital Adão Pereira Nunes - Rio - Extra Online

Secretário estadual de Saúde instala gabinete de crise no Hospital Adão Pereira Nunes - Rio - Extra Online

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Morre idosa que caiu de maca dentro de hospital no RJ

Ela estava no Hospital municipal Dr. Moacyr do Carmo, desde quinta (15).


Prefeitura de Duque de Caxias informou que ela se soltou da maca e caiu.
A idosa de 89 anos que caiu de uma maca dentro do Hospital municipal Dr. Moacyr do Carmo, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, morreu na tarde desta quinta-feira (22). As informações foram confirmadas pela Prefeitura do município. Maria de Freitas Guedes estava internada num quarto do hospital, com outros pacientes, desde quinta-feira (15), com fortes dores no peito.




Procurada pelo G1, a prefeitura de Duque de Caxias informou que ainda não há informações sobre as causas da morte. O secretário de saúde do município, Danilo Gomes, afirmou que o corpo da idosa foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML), que será o órgão responsável em emitir o atestado de óbito. Ainda de acordo com o secretário, no dia em que ocorreu a queda de Maria de Freitas, o hospital abriu uma sindicância para apurar o fato, e afastou os diretores da unidade até a conclusão da sindicância.



Internação no CTI

No sábado (17), Marina Guedes, filha da idosa, informou que após cair da maca, ela teve que ser transferida para o Centro de Terapia Intensiva (CTI) da unidade. Ainda segundo a filha, Maria ficou muito agitada após a internação e pediu para que os enfermeiros tivessem cuidado.



"Foi negligência. Eu pedi a eles que amarrassem ela, mas eles não amarraram", reclamou.



Na ocasião, a prefeitura de Duque de Caxias negou que tenha havido negligência e afirmou que a idosa foi contida na maca, de madrugada, mas ela se soltou e caiu. A prefeitura ainda acrescentou que a paciente foi levada para o CTI imediatamente.

Veja a reportagem na íntegra clicando no link abaixo
http://glo.bo/nxnfCU

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

CGU acha indício de irregularidades em seis hospitais federais do Rio

São eles: Lagoa, Ipanema, Bonsucesso, Servidores, Andaraí e C. Fontes.


Relatório preliminar indica superfaturamento e licitações direcionadas
A Controladoria Geral da União fez uma série de vistorias nos seis hospitais federais do Rio de Janeiro: Andaraí, Bonsucesso, Ipanema, Lagoa, Servidores e Cardoso Fontes. Segundo o relatório preliminar, foram encontrados indícios de superfaturamento, licitações dirigidas e pagamentos sem contratos nos serviços de Lavanderia, Alimentação, Limpeza e Vigilância. Os prejuízos aos cofres públicos podem chegar a mais de R$ 17 milhões. (veja ao lado reportagem do "RJTV").










Lagoa

Segundo a CGU, o Hospital Federal da Lagoa pagou mais de R$ 6 milhões sem cobertura contratual pelo fornecimento de refeições entre 16/02/2009 e 13/01/2011. O problema ocorreu quando o contrato firmado em 2006 terminou, e outro apenas foi feito apenas neste ano.



Entre janeiro e maio de 2011, segundo a CGU, houve contratação antieconômica de serviços de alimentação, com mais de R$ 800 mil de prejuízos.



Também foi constatada a falta de quatro funcionários administrativos terceirizados. O contrato firmado era para 41 funcionários, e apenas 37 trabalham na unidade.



Outro problema encontrado foi o pagamento de quase R$ 100 mil para a limpeza de uma área interditada para obras. Durante as obras, o valor pago deveria ter sido suspenso, segundo a CGU, já que não havia limpeza hospitalar.



Cardoso Fontes

Na lavanderia do Hospital Federal Cardoso Fontes, a irregularidade seria na pesagem das roupas, feita por funcionários terceirizados. A CGU levantou suspeitas sobre uma conta que não fecha: Nos registros, a entrada de roupa limpa é sempre maior do que a saída de roupa suja. Segundo o relatório, pode ter havido superfaturamento de quase R$ 200 mil.



No contrato de limpeza, foi notado que, apesar de o previsto ser 88 funcionários, assinavam o livro de ponto uma média de 64 funcionários. Os pagamentos indevidos podem chegar a mais de R$ 250 mil. Também há a suspeita de sobrepreço na limpeza técnica em ambiente hospitalar, com prejuízo estimado de R$ 1,5 milhão.



Bonsucesso

No Hospital Geral de Bonsucesso, a CGU encontrou indícios de fraude na licitação para os seviços de lavanderia. Em 2007, o hospital exigiu que a empresa que fosse competir deveria ter registro no Conselho Regional de Psicologia, o que para a CGU é ilegal. A mesma exigência de registro no Conselho Regional de Psicologia também foi feita em uma licitação para serviços de limpeza.



Também foi percebida a existência de empregados com faltas integrais no mês, sem desconto em folha de pagamento, no serviço de apoio administrativo.



Servidores

A CGU também encontrou problemas no contrato feito pelo Hospital Federal dos Servidores do Estado para o serviço de lavanderia. O prejuízo devido ao superfaturamento chegaria a quase R$ 4 milhões.



Houve também cobrança elevada de despesas operacionais e administrativas, além do preço para uniforme no contrato de suporte técnico e apoio logístico do hospital, segundo a CGU. De abril de 2010 a junho de 2011, houve prejuízo potencial de R$ 1.367.106,49.



Segundo o relatório, o fornecimento de refeições no Hospital também foi superfaturado. Custou quase cinco vezes mais do que em outras unidades de saúde. O prejuízo em apenas um contrato no ano passado é estimado em R$ 1,6 milhão.



Até na alimentação fornecida para os doadores de sangue pode haver irregularidades. O número de lanches que o hospital paga é 30% maior do que o número de doadores. Na hemodiálise é pior. O hospital pagou 60% mais lanches individuais do que o número de pacientes atendidos.



Ipanema

A área de vigilância tem superfaturamento em quase todas as unidades. Mas no Hospital Federal de Ipanema, a contratação de serviços de vigilância eletrônica custou o dobro do preço de mercado. Com o pagamento de apenas um mês de aluguel, o relatório afirma que daria para comprar todos os equipamentos instaladados na sala de monitoramento.



Também foi encontrado problema no contrato do serviço de lavanderia. segundo a CGU, houve sobrepreço estimado de 88% na contratação, em relação ao valor praticado por outros órgãos da administração pública.



Andaraí

No hospital de Andaraí, segundo a CGU, as refeições chegam a ser 34% mais caras que o valor de mercado. E as irregularidades seguem nas outras áreas, como a contratação sem licitação de empresa de segurança com sobrepreço de 84% em relação ao contrato anterior.



No serviço de vigilância, foram encontrados pagamentos sem cobertura contratual, de janeiro a março de 2011, no valor de R$ 501.302,85. Também houve a dispensa de licitação por caratér emergencial, em valor 84% maior do que o contrato anterior, sem justificativa, segundo a CGU. O número de funcionários de vigilância é inferior ao contratado, com prejuízio potencial de R$ 170.546,28.



Nos serviços de limpeza, foram constatados pagamentos no valor de R$ 8.586.238,80 sem cobertura contratual entre julho de 2008 e novembro de 2009 e entre maio de 2010 e abril de 2011. Também houve um acrescimo de quase 18% em relação à contratação anterior devido a caráter emergencial.



O Ministério da Saúde informou que as auditorias da CGU foram pedidas justamente após o levantamento de suspeitas sobre os pagamentos feitos pelos seis hospitais do Rio. O Ministério da Saúde afirmou ainda que só vai decidir quais medidas serão tomadas após o término das investigações.

Veja a reportagem na íntegra no link abaixo
http://glo.bo/pXluU6

Após jovem ir a 5 hospitais, Côrtes exonera diretor e chefe de plantão

Sindicância indica divergência de relatos entre os médicos, diz secretaria.


Jovem que caiu de laje percorreu cinco hospitais até ser atendido.

O diretor do Hospital Estadual Getúlio Vargas, Luiz Sérgio Verbecaro, e o chefe de equipe de plantão do Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, Jocelyn Santos de Oliveira, foram exonerados na tarde desta quarta-feira (21), informou a Secretaria de Estado de Saúde.




A pedido do secretário Sérgio Côrtes, foi instalada sindicância para apurar o atendimento ao paciente Gabriel de Sales na segunda-feira (19) e as informações preliminares indicam divergências de relatos sobre a conduta das equipes das duas unidades estaduais, informou a secretaria.



Gabriel caiu da laje de casa em Xerém, na Baixada Fluminense, e percorreu cinco hospitais até ser atendido. Ele foi internado no CTI do Hospital Salgado Filho, no Méier, na Zona Norte do Rio e, segundo informou na tarde desta quarta a Secretaria municipal de Saúde, sofreu uma neurocirurgia, respira por aparelhos e está em coma induzido. Seu estado é grave.



A secretaria informou que a regulação do paciente não foi feita pelo SAMU Baixada, como determina o protocolo do Ministério da Saúde para os casos de urgência e emergência.



Sindicância apura o caso

Na terça-feira (20), o secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, afirmou ser "inadmissível" o o que aconteceu com Gabriel.



Côrtes determinou a abertura de uma sindicância para apurar os atendimentos em todos os hospitais por onde Gabriel passou. "Na sindicância nós vamos solicitar todo o atendimento dele em cada um desses locais onde ele passou, desde o posto de saúde em Xerém, (na Baixada Fluminense), ao Hospital de Saracuruna (Adão Pereira Nunes), ao [Hospital estadual] Carlos Chagas e até mesmo ao [Hospital municipal] Salgado Filho. É uma situação inadmissível. O início da situação já é totalmente errado".



88 km em sete horas

Após sofrer o acidente, Gabriel percorreu 88 km em uma ambulância até conseguir atendimento no Hospital Salgado Filho. De acordo com a mãe de Gabriel, Maria dos Santos Bezerra, o filho chegou a ser atendido no posto de saúde de Xerém. "Ele teve um atendimento bom lá. O médico foi muito bom, mas mandaram ele para Saracuruna, porque disseram que lá não tinha aparelhagem", contou Maria.



De lá, Gabriel foi levado para o Hospital Adão Pereira Nunes, em Saracuruna. O destino seguinte foi o Hospital Getúlio Vargas, na Penha, na Zona Norte da cidade. Após mais uma tentativa frustrada, encaminharam o jovem para o Hospital Souza Aguiar, no Centro. Sem alternativa, o destino foi o Hospital Carlos Chagas, em Marechal Hermes, no subúrbio, onde, segundo a família, Gabriel chegou a fazer exames, mas não pôde ficar internado. Já era 23h quando Gabriel chegou ao Hospital Salgado Filho.



Sérgio Côrtes afirmou que o erro foi no primeiro atendimento, no posto de saúde em Xerém. "Na unidade de saúde em que ele está, [o procedimento é] entrar em contato com a central de regulação e solicitar uma vaga para evitar essa peregrinação, essa absurda peregrinação durante 90 quilômetros. Toda a rede de urgência e emergência estava avisada que naquele período de 19 h até as 2 da manhã o tomógrafo [do Hospital Saracuruna] estava em manutenção. Mas tinha ressonância magnética, poderia ter sido feita. Então o grande erro foi a não-solicitação da transferência. Isso fez com que ele peregrinasse, literalmente, por vários hospitais, até que finalmente foi atendido no Hospital estadual Carlos Chagas, onde foi acolhido, foi feita a tomografia, foi feito o diagnóstico do traumatismo craniano e então solicitada a vaga para o Hospital Salgado Filho, quando ele foi finalmente transferido", explicou.



Caxias rebate responsabilidade

A secretaria de Saúde de Duque de Caxias enviou uma nota sobre o atendimento de Gabriel no posto de saúde em Xerém:



"A Secretaria de Saúde de Duque de Caxias informa que fez seu papel ao prestar o primeiro atendimento a Gabriel Paulino. Seu estado foi estabilizado na Unidade Pré-Hospitalar de Xerém e encaminhado a unidade referência do município para politraumatizados: o Hospital Estadual Adão Pereira Nunes. Não cabia à UPH de Xerém acionar a Central de Regulação de Leitos do Estado. O paciente, após o atendimento preliminar que salvou sua vida, foi encaminhado para o hospital especializado mais próximo, o Adão Pereira Nunes, que pertence ao Estado do Rio de Janeiro e deveria ter acionado a central."



Secretaria de Saúde do Rio

A Secretaria municipal de Saúde do Rio disse que não consta no sistema de regulação municipal qualquer solicitação de internação para o paciente, que é de fora da cidade do Rio e não conseguiu atendimento.



Sobre a falta de atendimento no Hospital municipal Saouza Aguiar, a prefeitura disse que a unidade estava atendendo a três casos graves na neurocirurgia, por isso não havia vagas naquele momento.



O pai de Gabriel ficou revoltado com a falta de atendimento do filho: "Ver meu filho nessa situação, me dá vergonha de ser brasileiro", disse o aposentado Pedro Paulino de Sales. "É muito ruim ver meu filho dentro de uma ambulância, em coma, e andar esse tempo e não ser atendido. Quando é para futebol, Copa do Mundo, o governo libera dinheiro, mas cadê para saúde? Como vou para minha casa tranquilo, se estou vendo meu filho praticamente morto?", disse ele.

Veja a reportagem na íntegra,no link abaixo
http://glo.bo/qH5WkC

Família de jovem é obrigada a passar por seis hospitais de Caxias e do Rio para conseguir atendimento

Sete horas dentro de uma ambulância. Oitenta e oito quilômetros percorridos. Seis hospitais procurados e nenhum atendimento. Este foi o drama vivido pela família de Gabriel Paulino dos Santos de Sales, de 21 anos, que sofreu um acidente às 16h30m de segunda-feira, mas apenas por volta de meia-noite conseguiu pôr fim à peregrinação ao ser internado no Hospital Municipal Salgado Filho, no Méier, no Rio.




— Ver meu filho nessa situação, me dá vergonha de ser brasileiro. Se fosse o filho de um deputado, já tinha saído boletim médico logo pela manhã, mas ele é filho de um operário. É muito ruim ver meu filho dentro de uma ambulância e não ser atendido. Como vou para minha casa tranquilo, se estou vendo meu filho praticamente morto? — desabafou o aposentado.



Quando tentava consertar a antena de internet — na casa onde mora em Xerém, Duque de Caxias — Gabriel se desequilibrou e caiu da laje (de uma altura de cinco metros), batendo a cabeça no chão. O jovem foi levado ao Posto de Saúde de Xerém.



— Ele teve um atendimento bom lá. O médico foi atencioso, mas mandaram ele para Saracuruna, porque disseram que lá (Posto de Saúde de Xerém) não tinha aparelhagem — contou a mãe do jovem, Maria dos Santos Bezerra.



Os momentos de angústia se agravaram a cada não recebido nos hospitais por onde passavam. E não foram poucos: Adão Pereira Nunes, em Saracuruna; Getúlio Vargas, na Penha; Souza Aguiar, no Centro; e Carlos Chagas, em Marechal Hermes. Nesse último, Gabriel chegou a ser recebido, mas, por falta de neurocirurgião, foi levado para o Salgado Filho.



Segundo a Secretaria municipal de Saúde, Gabriel sofreu traumatismo crânio encefálico e teve fraturas em várias partes do corpo. O jovem está em coma induzido.



— Em todos os hospitais diziam que não havia médicos, não tinham recursos. É um descaso — afirmou o irmão do jovem, Rafael Paulino dos Santos de Sales.

Família de jovem é obrigada a passar por seis hospitais de Caxias e do Rio para conseguir atendimento - Rio - Extra Online

Família de jovem é obrigada a passar por seis hospitais de Caxias e do Rio para conseguir atendimento - Rio - Extra Online

Planos de saúde pagam até quatro vezes menos por consultas - Economia - Extra Online

Planos de saúde pagam até quatro vezes menos por consultas - Economia - Extra Online

domingo, 18 de setembro de 2011

Cursos de enfermagem de má qualidade ameaçam vida de pacientes

De 2009 para 2010, o número de denúncias contra profissionais de enfermagem praticamente dobrou.








Em uma situação alarmante, pacientes recebem medicações trocadas, crianças sofrem lesões graves, e mortes causadas por erros banais estão cada vez mais comuns.



No Rio de Janeiro, fiscais do Conselho Regional de Enfermagem (Coren) entram no Hospital Geral de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. A superlotação é evidente. Regras básicas da enfermagem são quebradas a todo instante. Uma profissional faz um procedimento em uma paciente sem usar luvas. “Eu não lembrei, na verdade. Mas não é sempre”, defende-se ela. Perguntada sobre a existência de material suficiente para trabalhar, a funcionária garante que tem.


Veja a reportagem na íntegra no link abaixo:
http://www.orkut.com.br/Interstitial?u=http://fantastico.globo.com/Jornalismo/FANT/0,,MUL1673311-15605,00.html&t=APwlvNuGvR0CJ5AxzwZWLZuIm2OtVodHMBVF6BHPOhTLLepkcou6qJpV89btnA5JBcIcq4CgFTjFWubyjMexdr4Egu0z4qwcLwAAAAAAAAAA








FRENTE PARLAMENTAR EM DEFESA DAS VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA

CARTA ABERTA À POPULAÇÃO






24 de agosto de 2011





A sociedade brasileira vem manifestando, há décadas, indignação e inconformismo ante a ausência de políticas públicas e legislações específicas destinadas a conter a criminalidade, a promover a justiça e a paz, e a amparar e assegurar os direitos humanos das vítimas de violência.

Na busca de solução dessa questão crucial para a dignidade de nosso país, instalamos, no, dia de hoje, 24 de agosto, a Frente Parlamentar Mista em Defesa das Vítimas de Violência. O principal objetivo é mobilizar a sociedade civil, o poder público e os parlamentares para o apoio efetivo à luta em defesa dos direitos das vítimas de violência e à consequente conquista da justiça e paz almejadas por todos.





Nossa luta busca:





• Auxílio financeiro para as vítimas da violência – não raras são as famílias que passam a enfrentar dificuldades financeiras em função da instabilidade emocional provocada pela violência sofrida;

• Revisão do Código Penal, assegurando que as penas fixadas pelos tribunais do júri e juízes singulares sejam realmente cumpridas, garantindo que efetivamente se promova a justiça e se ponha fim à impunidade;

• Aprovar lei que regulamente o artigo 245 da Constituição Federal, definindo e assegurando os direitos das vítimas de violência

• Apresentar medidas concretas que contribuam para a retirada do Brasil do topo do ranking mundial de homicídios

• No âmbito das políticas públicas, estimular a criação de secretarias de atendimento multidisciplinar apoio às vítimas de violência – em nível nacional e estadual –, bem como de frentes parlamentares semelhantes, nas assembléias estaduais.





Exigimos que os direitos humanos das vítimas de violência sejam reconhecidos e colocados em prática e respeitados, como caminho para se resgatar e reconhecer o direito à vida em nosso país.





Os danos causados ao Brasil pelos altos índices da violência, agravados pela morosidade da Justiça e a falta de apoio do Estado e dos governos municipais, estaduais e federal aos familiares de vítimas de violência se estendem de forma inaceitável à dignidade do país, abalando e comprometendo o seu crescimento e a sua vocação de grande Nação.





Por isso, temos a certeza de contar com a sensibilidade e o apoio de toda a sociedade para fortalecer nossa luta.





FRENTE PARLAMENTAR EM DEFESA DAS VÍTIMAS DA VIOLÊNCIA





E Organizações Não Governamentais de todo Brasil





ASSINAM:





Keiko Ota - Deputada Federal – Presidente da Frente Parlamentar Mista em Defesa das Vítimas de Violência





• Movimento Paz e Justiça Ives Ota - Masataka Ota – SP;

• Movimento Gabriela Sou da Paz - Carlos Santiago e Sandra Domingues – RJ;

• Movimento Maria Cláudia Pela Paz - Marco Antonio Del'Isola e Cristina Del'Isola – DF;

• Movimento de Resistência ao Crime - Jorge Damus e Teresinha Damus – SP;

• Movimento das Vítimas da Violência pela Justiça e Paz - Fumyio Kurisaki – SP;

• Movimento Giorgio Renan por Justiça - Elizabeth Metynoski – PR;

• Movimento Cadê Patrícia - Adriano Franco e Felipe Franco – RJ;

• Movimento Mães na Dor - Hipernestre Carneiro – PB;

• Movimento Anjos de Realengo - Adriana Maria Machado – RJ;

• Movimento Basta com Erros Médicos - Sandro Machado de Lima – RJ;

• Movimento O Rio Pede Paz - Dr. Cacau de Brito – RJ;

• Movimento Hermes Tadeu por Justiça - Dalila Silva - SP;

• AFVV – Associação de Familiares Vitimas de Violência do Mato Grosso – Heitor Gerlado Reyes – MT;

• Movimento Bruna Pela Vida - Bárbara de Oliveira Carneiro – DF;

• ONG Brasil Sem Grades - Luiz Fernando Oderich - RS;

• ONG Rodas da Paz - Beth Davidson e Persio Davidson – DF;

• ONG Cure o Mundo - Natália Pereira – SP;

• CONVIVE - Francisco Régis Lopes – DF;

• Subsecretaria de Proteção às Vítimas de Violência: Valéria de Velasco - Francisco Lopes – DF;

• Fundação Bruno Escobar - João Márcio Escobar – MS;

• Associação de Familiares Vítimas da Chacina de Vigário Geral - Iracilda Toledo- RJ;

• AVIM - Ana Lúcia Barbosa - mãe de Allan Barbosa – PA;

• MOVIDA - Movimento Pela Vida - Iranilde Russo - PA;

• Um Grito contra a Impunidade - Maria Camargo-Piumhi - MG;

• Juiz Marcelo Alexandrino – RJ;

• Ari Friedenbach - pai da Liana Friedenbach –SP;

• Tânia Lopes - irmã do Tim Lopes – RJ;

• Paulo Roberto - pai do João Roberto Soares Amorim – RJ;

• Adriana e Antônio Barbosa - pais do Luis Paulo Barbosa –SP;

• Cassiano Pimentel - primo do Jornalista Walter Pimentel – SP;

• Marion e Carlos Terra - pais do Lucas Terra – BA;

• Célia e Elson Nascimento - pais do Elton de Oliveira Nascimento – PB;

• Eduardo e Cléia Regina Rodrigues - pais do Diego Machado Rodrigues – RS;

• Simone Monteiro - mãe da Jéssica Phillip Giusti – SP;

• Adriana Cristina Pimentel - mãe da Eloá Pimentel – SP;

• Patrícia Klemtz - mãe do Thiago Klemtz – PR;

• Franciana Rosal - mãe de Paulo Roberto – DF;

• Marizete Rangel - mãe de Fabrício Rangel – RJ;

• Iêda Vale - mãe do Rodrigo Vale Fonseca – DF;

• Silvana Leal - mãe do João Cláudio Cardoso Leal – DF;

• Alessandra Ramos Bandeira - irmã de Priscila Tavares Ramos – SP;

• Ana Paula Cavalcanti - mãe do Matheus - PB;

• Kátia Couto - mãe do Pedro Couto Rodrigues - SP;

• Franciana Rosal - mãe do Paulo Roberto Rosal Filho - DF;

• Suedy Soares - mãe da Rosemere e Alan Soares - MT;

• Eduardo e Regina Rodrigues – pais do Diego Rodrigues - RS;

• Alexandre Oliveira de Almeida e Gislaine Moraes Rodolfo. pais do Diogo Almeida - RS;

• Valquíria Marques - mãe do Wagner Marques dos Santos - SP

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Pacientes dormem em cadeiras no corredor de hospital em Sobral, CE

Programa sobre atendimento do SUS mostra ainda a falta de vagas na UTI da maternidade de Belém e pacientes que ficam sem atendimento em SP


imprimir A equipe do Profissão Repórter passou uma semana em hospitais que atendem pelo SUS e registrou situações precárias de funcionamento. Caco Barcellos visitou grandes hospitais na zona sul e zona leste de São Paulo. Constatou que muitos doentes voltam para casa sem atendimento e ouviu depoimentos de acompanhantes que dão os remédios e até banho nos parentes internados.


Veja a reportagem no link abaixo
http://glo.bo/pl26Yx

Perícias Judiciais em casos de Erro Médico (Parte 6)

Perícias Judiciais em casos de Erro Médico (Parte 5)

Organizações sociais gerem hospitais em SP há 13 anos; veja prós e contras

No Rio, mudança de gestão na saúde foi aprovada na Assembleia.


Em São Paulo, ideia de ofertar leitos a planos de saúde acabou na Justiça
O modelo de gestão da saúde por organizações sociais, aprovado na terça-feira (12) pela Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), existe em São Paulo desde 1998. O governo estadual considera que ele se mostrou eficiente nos últimos 13 anos porque une o atendimento público gratuito às ferramentas privadas de administração. Representantes de sindicatos do setor, no entanto, são contra o modelo, pois consideram que ele abre espaço para o mau uso do recurso público.




Atualmente, segundo dados da secretaria, 37 hospitais, 38 Ambulatórios Médicos de Especialidades (AMEs), um centro de referência, duas farmácias e três laboratórios de análises clínicas são administrados por organizações sociais em São Paulo. O Instituto do Câncer e o hospital estadual em Araraquara são exemplos de gestões das OSs. O repasse anual para os hospitais e ambulatórios fica em torno de R$ 3 bilhões. No total, há 4.300 leitos disponíveis em todo o estado em unidades geridas pelo sistema.

As organizações sociais são entidades sem fins lucrativos que recebem o recurso público para cuidar da administração da unidade de saúde. A secretaria diz que, para serem selecionadas, elas precisam ter pelo menos cinco anos de experiência em serviços prestados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A escolha é feita por convocação pública e vencem as entidades que apresentarem o projeto considerado ideal.




O governo de São Paulo afirma que as entidades do terceiro setor que gerenciam os hospitais estaduais paulistas “são conhecidas da população e têm tradição na área da saúde” e cita a Unifesp e Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) como exemplos. Ainda segundo a secretaria, o contrato de gestão prevê metas que o hospital deve atingir, seja de quantidade (partos, consultas, exames e cirurgias), como de qualidade, entre elas índices de mortalidade materna e controle de infecção hospitalar.



Críticas

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Saúde no Estado de São Paulo (SindSaúde-SP), Benedito Augusto de Oliveira, não concorda com o formato. “Não tem funcionado, é estranho o Rio de Janeiro aprovar. É uma saída para quem quer tratar a saúde como um sistema privado. Nenhuma entidade séria no país apoiou as organizações sociais como modelo. Esse negócio é um câncer na sociedade”, diz.



Ele crítica, por exemplo, como é feita a compra de produtos hospitalares. “Ela [organização social] não cumpre o ritual de compras de insumos como é no serviço público. E, como é uma entidade privada, posso comprar do meu amigo, sem problemas”, exemplifica.



O presidente do Sindicato dos Médicos de São Paulo (Simesp) e da Federação Nacional dos Médicos, Cid Carvalhaes, diz que não há fiscalização de como os recursos são empregados. “Eu recebo R$ 50 mil para atender um setor X. Eu presto conta com todo o rigor possível. Mas isso quer dizer que eu utilizei de maneira adequada, que eu contratei os melhores profissionais? Não há a avaliação da aplicabilidade dos recursos”, defende.



Carvalhaes afirma que houve casos de “déficit orçamentário monstruoso”. “E o que a gente observa é que o atendimento é ruim. O conjunto das OSs tem ocasionado um atendimento insuficiente”, acredita. Ele lista outros problemas do modelo. “A falta de atendimento de urgência, a falta de critério definido de seleção de pessoal, as modificações em remuneração, a rotatividade dos recursos humanos. É um conjunto de coisas que a gente fica bastante assustado”, completa.



A Secretaria da Saúde informa que “o Estado tem a responsabilidade da manutenção financeira desses hospitais e controla onde e como é investido o dinheiro público”. Segundo a pasta, o governo paulista recebe todos os meses um relatório com a prestação de contas das organizações, com a discriminação dos gastos e do atendimento realizado. O documento é encaminhado ao Tribunal de Contas do Estado e a uma comissão composta por dois representantes do Conselho Estadual de Saúde, outros dois da Comissão de Saúde da Assembleia Legislativa e por técnicos indicados pela secretaria.



O governo pondera ainda que, em pesquisa de satisfação realizada no segundo semestre de 2010, com 204 mil usuários do SUS, “os dois hospitais com melhor avaliação foram justamente os gerenciados por OS: o Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo), na capital, e o Hospital Estadual de Américo Braziliense, na região de Araraquara”.



Oferta de leitos

Nos últimos meses, as Organizações Sociais (OSs) estiveram envolvidas em uma polêmica: a oferta de 25% dos leitos de hospitais públicos gerenciados pelas entidades para planos privados de saúde. A possibilidade de que estabelecimentos públicos de saúde ofertem até 25% de sua capacidade operacional para atender pacientes usuários do sistema privado foi instituída pela Lei Estadual nº 1.131/10, de 27 de dezembro de 2010, e regulamentada por decreto em 6 de julho.



A regulamentação autoriza a oferta de saúde a particulares no Instituto do Câncer do Estado de São Paulo e no Hospital de Transplantes do Estado de São Paulo. Para que pacientes de planos privados recebam atendimento, é necessário que a unidade de saúde gerida pelas OSs seja a única detentora de mais de 50% da oferta de serviços de saúde em determinada região e que preste serviços de saúde especializados e de alta complexidade.



Segundo a Secretaria da Saúde, a regulamentação da lei proíbe expressamente reserva de leitos e privilégios a pacientes de planos de saúde, mas permite que os hospitais recebam dos planos de saúde por atendimentos prestados a seus clientes. Este atendimento já acontece atualmente, sem possibilidade legal de cobrança no caso das OSs.



O Ministério Público de São Paulo ajuizou, em 9 de agosto, uma ação civil pública contra o Estado de São Paulo para impedir a oferta dos leitos. Uma liminar da Justiça de São Paulo suspendeu no dia 31 de agosto os efeitos do decreto. A secretaria está recorrendo da decisão.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Perícias Judiciais em casos de Erro Médico (Parte 4)

Perícias Judiciais em casos de Erro Médico (Parte 3)

Perícias Judiciais em casos de Erro Médico (Parte 2)

Perícias Judiciais em casos de Erro Médico (Parte 1)

Erro Médico - Responsabilidade Penal da Área da Saúde (Parte 3)

Erro Médico - Responsabilidade Penal na Área da Saúde (Parte 2)

Erro Médico - Responsabilidade Penal na Área da Saúde (Parte 1)

Absolvido cirugião acusado de matar paciente.Uma vergonha!!!






Edição de 14/09/2011

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O cirurgião plástico Alexandre Valente Calandrini de Azevedo foi absolvido no processo administrativo disciplinar instaurado pelo Conselho Regional de Medicina (CRM) para apurar a responsabilidade pela morte de Roberta Pires Teixeira. O julgamento foi feito na segunda-feira à noite. A notícia foi recebida pela família e pelos amigos de Roberta com tristeza e revolta.

Roberta morreu em 2006, aos 25 anos, após uma cirurgia plástica reparadora.

"Nós [familiares e amigos] não estamos aceitando o resultado deste julgamento, pois sabemos de casos de médicos que possuem poucos processos no CRM e foram condenados. A situação é diferente do dr. Alexandre Calandrini de Azevedo, condenado em janeiro de 2011 pela morte da paciente Silvia Micelli. Acreditamos que o CRM está agindo de acordo com o prestígio e o poder aquisitivo do médico", disse, desolada, a mãe de Roberta, Inês Pires Teixeira.

Segundo Inês, que é presidente da Associação Paraense contra Erro Médico (Aspacem), o médico foi absolvido por 15 votos a seis.

"Ficamos a noite inteira em frente ao CRM esperando o resultado. Estávamos esperando justiça, mas ela não veio. Agora é esperar o processo que tramita na Justiça contra ele e contra outros médicos que foram denunciados pelo Ministério Público Estadual", afirmou.

A mãe de Roberta afirmou ainda que a família vai recorrer da decisão.

"É inadmissível que um médico cometa todas as barbaridades nos seus atos e condutas em relação a uma paciente e, em consequência desses atos, a paciente vem a falecer e depois o médico é absolvido por um órgão que foi criado para disciplinar a conduta médica e fiscalizar seus atos. O CRM serve para proteger a população desses irresponsáveis e inconsequentes profissionais. Mas, ao invés disso, protege esses profissionais de acordo com o grau de influência que eles exercem dentro do conselho", comentou Inês.

A reportagem tentou entrar em contato com o CRM, mas ninguém do conselho atendeu aos telefones até o final da noite de ontem.





terça-feira, 13 de setembro de 2011

Corpos de mãe e filha que morreram no parto são velados em Goiânia

10/09/2011 11h11 - Atualizado em 10/09/2011 13h30



Segundo a família, as mortes teriam sido causadas por negligência médica.

Enterro da mãe e do bebê será feito na cidade de Ubaí, em Minas Gerais
Os corpos de mãe e filha que morreram no parto, no Hospital Santa Casa de Misericórdia de Goiânia foram velados na noite de sexta-feira (9), em Goiânia.




Flaviana Ferreira Prates Lima tinha 26 anos e estava com 41 semanas de gravidez. Segundo a família, as mortes teriam sido causadas por negligência médica, já que a jovem passou por três hospitais até ser atendida. O enterro da mãe e da filha será realizado na cidade de Ubaí, em Minas Gerais (MG).



A Santa Casa informou que só vai se pronunciar sobre o caso depois da divulgação do laudo do Instituto Médico Legal (IML).

Veja a reportagem na íntegra
http://www.orkut.com.br/Interstitial?u=http://glo.bo/qk0XV5&t=AJ5VEmGN_274pA27XI51OCc1ZPOsv5ULkhVF6BHPOhTLLepkcou6qJpV89btnA5JBcIcq4CgFTjFWubyjMexdr4Egu0z4qwcLwAAAAAAAAAA

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Ambulância atropela e mata uma mulher em frente de hospital

Caso ocorreu em Campo Grande, na zona oeste do Rio. Outras duas pessoas foram atingidas.A ambulância desgovernada atropelou três pessoas em frente ao Hospital Rocha Faria, em Campo Grande, na zona oeste do Rio de Janeiro, na manhã desta segunda-feira (12).

Marta Bento de Andrade, de 46 anos, morreu no local. As outras duas vítimas sofreram apenas ferimentos leves, foram medicadas e liberadas.

O veículo que atingiu as vítimas pertence a uma empresa terceirizada que presta serviços à Prefeitura. Segundo testemunhas, a ambulância apresentou problemas nos freios.

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Paciente tem reação alérgica por causa de remédio receitado por enfermeira em Clínica da Família

Receita assinada por enfermeira no Rocha Maia Foto: Reprodução








Paciente tem reação alérgica por causa de remédio receitado por enfermeira em Clínica da Família


Thamyres Dias Tamanho do texto A A A Há exatos oito dias, uma mulher de 36 anos deu entrada na emergência do Hospital municipal Rocha Maia com reação alérgica. A dificuldade para respirar e o inchaço na boca foram causados — segundo o prontuário — pela ingestão do anti-inflamatório diclofenaco de potássio. O medicamento havia sido prescrito para a jovem na Clínica da Família Chapéu Mangueira/Babilônia, da prefeitura. Um detalhe, porém, chamou a atenção dos médicos do plantão: a receita era assinada por uma enfermeira.



De acordo com o Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj), a prescrição de remédios por profissionais que não sejam médicos é ilegal.



— Temos visto bastante esse tipo de problema e inclusive notificado as secretarias de saúde. Os enfermeiros podem apenas replicar receitas, não atender ou prescrever — argumentou a $do Cremerj, Marcia Rosa de Araújo. A entidade vai abrir uma sindicância para apurar o fato.



Segundo a Secretaria municipal de Saúde, porém, o caso está amparado por uma $érie de regras de atendimento garantidas por lei.



"A prescrição de medicamentos por enfermeiros está prevista em Lei Federal como atividade compartilhada com integrantes da equipe multiprofissional em saúde, mediante protocolos estabelecidos em programas de saúde pública", afirma a nota.



A secretaria informou, ainda, que a Clínica da Família Chapéu Mangueira / Babilônia está com quadro funcional completo e atende 100% dos moradores da região.



— Eu não aceito esses protocolos. Desde julho, uma decisão judicial derrubou a portaria que autorizava essa atuação dos enfermeiros. Vamos acionar a Polícia Federal para investigar o caso — contestou o presidente do Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro, Jorge Darze.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

hospital de aplicar medicação errada

publicado em 05/09/2011 às 06h49: Texto: .Após morte de paciente, família acusa




Mulher teria recebido direto na veia medicação que deveria ser diluída
Uma mulher morreu depois de ficar dez dias internada para tratar de uma pneumonia do Hospital Portinari, na zona oeste de São Paulo. Segundo familiares, Michely Aparecida Silva Ramos, de 28 anos, teria recebido direto na veia uma medicação que deveria ser diluída em soro. Depois de uma parada respiratória, ela ficou na UTI (Unidade de Tratamento Intensivo) e morreu após voltar para o quarto, 24 horas depois.




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Revoltados com a morte, os familiares depredaram parte da recepção do hospital. Cadeiras, portas de vidro e mesas foram danificadas e o hospital registrou boletim de ocorrência contras os familiares da paciente.



O caso foi registrado no 33º Distrito Policial como morte suspeita e um inquérito será instaurado para apurar se houve falha no procedimento. O R7 entrou em contato com o Hospital, mas até a publicação da matéria, não havia recebido resposta.

Click no link abaixo e veja a reportagem

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Brasileiros sofrem com hospitais lotados

ISSO TUDO EM HOSPITAIS PARTICULARES

A deficiência no atendimento também atinge que tem convênio médico. O pagamento pode estar em dia, já o atendimento deixa muito a desejar. As filas são enormes a espera pode passar de uma hora. Quem vai aos hospitais públicos e particulares enfrenta o mesmo problema, salas de esperas lotadas. Os usuários dos planos particulares pagam para não precisar esperar, mas a realidade é outra em quase todo o país

Veja a reportagem clicando no link abaixo
http://noticias.r7.com/jornal-da-record/videos/edicao/?idmedia=4e5ebbf392bbf8c1752db59f